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Duas pessoas são executadas com tiros na cabeça em Rio Branco

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As guerras entre facções não cessam e a noite desta quinta-feira (9) e madrugada desta sexta-feira (10) foi marcada com mais dois homicídios registrados na capital.

Uma mulher identificada como Dangêla Maria de Souza, de 53 anos, foi executada com um tiro na cabeça dentro de sua própria residência localizada na rua das Mangueiras, no bairro Vitória, em Rio Branco.

De acordo com informações da polícia repassadas a reportagem do ac24horas, Dangêla estava dormindo com os filhos e o marido, quando três homens não identificado invadiram a residência, quebraram a porta da casa, foram até aonde a vítima que estava no sofá e efetuaram um tiro de escopeta na cabeça de Dangêla. No momento da ação dos criminosos, as luzes da casa estavam apagadas e ninguém da família conseguiu ver os membros da facção. Após ferir a mulher, os faccionários fugiram do local.

A ambulância do Samu, foi acionada ao chegar ao local, os paramédicos encontraram Dangêla ainda viva, foi prestado os primeiros socorros e quando a mulher já estava sendo encaminhada do Pronto Socorro de Rio Branco, ela não resistiu e morreu dentro da viatura.

O próprio Samu encaminhou a vítima ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

O local do homicídio foi isolado pela Polícia Militar para os trabalhos dos peritos em criminalística.

Outro homicídio

Na madrugada desta sexta-feira, 10,  um homem identificado como Francisco Neri de Freitas,  de 42 anos, mais conhecido pelos amigos por “toquinho” foi morto com dois tiros. O crime aconteceu na Travessa da Pista, na Comunidade Esperança, no bairro da Pista, região da Baixada da Sobral, em Rio Branco.

Segundo informações da polícia, a vítima estava bebendo com amigos quando quatro homens em posse de armas de fogo, invadiram o local pulando o muro. Os amigos de Francisco ao perceberem que os criminosos dentro da comunidade correram e deixaram a vítima sozinha. Os bandidos chegaram ainda a perguntar qual a facção que Francisco pertencia e antes de dar uma resposta, a vítima foi atingida com dois tiros, um na cabeça e outro no peito. Após a ação os criminosos atiraram várias vezes em direção das casas e fugiram pelo mesmo local que entraram.

A Polícia Militar foi acionada e isolou área para os trabalhos dos peritos em criminalística, em seguida os policiais colheram informações e fizeram rondas na região em busca de prender os membros da facção, mas ninguém foi encontrado.

O corpo de Francisco foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

Os homicídios já estão sendo investigado pelos Agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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Acre

Área desmatada dobra no Acre entre agosto e dezembro de 2019

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Acre contribuiu com 2% do desflorestamento na Amazônia em dezembro de 2019 desmatando e degradando 3 km². Já entre os meses de agosto de 2018 e igual período de 2019 o desmatamento cresceu 100%. Foram derrubados 119 km² no período agosto-dezembro 2018 e no ano seguinte, nesse mesmo tempo, 238 km².

Os dados são do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Na Amazônia a área derrubada entre agosto e dezembro 2019 representa 67% a mais do que o que foi registrado, pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), plataforma usada pelo Imazon, em 2018 –ano que teve 1.706 km² desmatados.

Entre agosto e dezembro de 2019, 2.852 km² de florestas foram derrubados na Amazônia. A maior parte das matas perdidas no último mês do ano passado foi no Pará: 47% de 227 km².

O Imazon classifica desmatamento como o corte raso, que é a remoção completa da vegetação florestal. Geralmente, é a formação de áreas de pasto. Já a degradação é caracterizada pela extração das árvores, que costumam abastecer o mercado da madeira. Outros exemplos de degradação são os incêndios florestais — controlados ou não, em áreas privadas — mas que acabam atingindo a floresta e se alastrando.

 

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Acre

Alunos da Escola da Floresta cobram conclusão de cursos

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A exemplo do que aconteceu com os estudantes da Escola Técnica em Saúde Maria Moreira da Rocha, onde centenas deles foram atraídos com a promessa de fazer o ensino médio e um curso técnico profissionalizante ao mesmo tempo e viram a expectativa se transformar em frustração com a paralisação dos cursos técnicos, os estudantes da Escola da Floresta, antigo Colégio Agrícola, vivem situação semelhante.

Os estudantes contam que a proposta de integração entre o nível médio e curso técnico funcionou nos dois primeiros anos, até 2018.

No ano seguinte, quando começou a nova gestão estadual, ano que seria o último para a conclusão dos cursos de Técnico em Floresta e Técnico em Agroecologia, veio a surpresa: os alunos não tiveram um dia sequer de aula da qualificação técnica.

Resultado é que os estudantes terminaram o ensino médio, mas, por falta de um ano, não conseguiram concluir o ensino técnico e não estão saindo da escola com uma profissão, como era o sonho da maioria.

“Tinha estudante que vinha do quilômetro 100, pegava dois ônibus para chegar na escola. Eu conheço um aluno que andava 20 quilômetros, já que boa parte é da zona rural”, afirma a estudante Amanda Maia.

A estudante conta ainda que governo fez diversas promessas de início das aulas e chegou a apresentar aos alunos um edital para a contratação dos professores. “Eles enganaram a gente. Nos três primeiros meses de aula, disseram que iam mandar os professores dos cursos técnicos e nunca mandaram. Como nós fizemos pressão, eles entregaram uma cópia de um edital dizendo que iam contratar os professores. Estamos esperando até hoje”, diz Amanda.

Além da frustração do sonho, não concluir o curso técnico implica perder oportunidades. O IDAF lançou há poucos dias um concurso para contratação de técnicos em defesa agropecuária e florestal. Como não terminaram os curso, os estudantes não podem concorrer as vagas.

O ac24horas consultou o Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica do Acre (IEPTEC). Ana Abreu, do departamento pedagógico do instituto, foi designada pelo presidente do órgão, Francineudo Costa, para falar sobre o assunto. “Nós estamos no processo de desmembramento das turmas do integrado junto com o Conselho Estadual de Educação e acompanhamento do Ministério Público. O conselho já autorizou e agora vai determinar quem é a escola guardiã que vai certificar os alunos”, diz.

A resposta nem de longe atende aos anseios dos estudantes. A certificação é uma obrigação, já que foi concluído o ensino médio. A grande dúvida é o que vai acontecer com os dois anos de curso profissionalizante. Os estudantes terão a oportunidade de terminar a qualificação técnica? existe alguma movimentação do Ieptec para resolver essa situação? são questionamentos que os jovens cobram uma resposta, mas que ainda não foram respondidos pelo governo.

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