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Tesouro prevê R$ 504,9 milhões para os municípios do Acre

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O Tesouro Nacional prevê que o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) o maior e mais importante repasse constitucional dirigido às prefeituras, seja de R$ 504.632.980,53, em valores líquidos, para os 22 municípios do Acre em 2020.

Rio Branco, como é normal, ficará com a maior parte: R$ 291.061.086,84 se a previsão do Tesouro se concretizar ao longo do ano.

Geralmente os valores são outros quando termina o exercício financeiro. No ano passado, o projetado pelo Tesouro para o Acre foi R$ 482.803.371,53 líquidos (descontada a retenção do Fundeb). No entanto, ao fim de dezembro as prefeituras acreanas receberam a soma de R$ 474.287.946,07, cerca de oito milhões de reais a menos que o previsto.

“A STN nos cálculos da estimativa, considera na soma os valores referentes ao 1% de FPM dos meses de julho e dezembro e deduz a parcela do FUNDEB desse montante. Na estimava não há dedução do 1% do Pasep. Destaca-se que durante o decorrer do ano de 2019 a STN alterou a estimativa do FPM por nove vezes”, lembra a Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

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Acre gera 2,3% da energia solar do país; Estado é o penúltimo no ranking nacional

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O Brasil acaba de atingir a marca de 2 gigawatts (GW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, produtores rurais, prédios públicos e pequenos terrenos.

O Acre, no entanto, contribui muito pouco com esse desempenho: apenas 2,3% da potência instalada no país estão no Acre, que é somente o 26º no ranking da geração de energia solar.

Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a fonte solar fotovoltaica representa 99,8% das instalações de geração distribuída do País, num total de 171 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede e mais de R$ 10 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais.

No entanto, a entidade alerta que, embora tenha avançado nos últimos anos, o Brasil – detentor de um dos melhores recursos solares do planeta – continua com um mercado ainda muito pequeno e está aquém de países líderes no setor, como Austrália, China, EUA e Japão, que já ultrapassaram a marca de 2 milhões de sistemas solares fotovoltaicos, bem como da Alemanha, Índia, Reino Unido e outros, que já superaram a marca de 1 milhão de conexões.

O presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, ressalta, todavia, que há perspectiva de melhorar este quadro no País, dado que o Governo Federal e o Congresso Nacional sinalizaram que pretendem desenvolver a geração distribuída a partir do sol. “As manifestações recentes do presidente Jair Bolsonaro e das principais lideranças da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, demonstram que há um consenso suprapartidário sobre a importância estratégica da energia solar fotovoltaica para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do Brasil”, aponta.

Em número de sistemas fotovoltaicos instalados no Brasil, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 72,60% do total. Em seguida, aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços (17,99%), consumidores rurais (6,25%), indústrias (2,68%), poder público (0,43%) e outros tipos, como serviços públicos (0,04%) e iluminação pública (0,01%).

Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraná mantiveram as primeiras posições no ranking, enquanto Mato Grosso subiu para a quinta posição, ultrapassando Santa Catarina, que passou para o sexto lugar.

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Destaque 7

Morre Flora Diógenes, a eterna madrinha do Atlético Acreano

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Ela não jogava futebol, não fazia um gol, mas era reconhecida nas arquibancadas dos estádios nos tempos de glória do futebol acreano.

Flora Diógenes faz parte da história do futebol no Acre. Exatamente por isso, o nosso esporte amanheceu mais triste com o anúncio de sua morte na madrugada desta terça-feira, 21, vítima de insuficiência respiratória.

Prestes a completar 90 anos no dia 02 de março, Flora Diógenes fazia parte de uma das famílias fundadoras do tradicional Atlético Acreano do segundo distrito. Aliás, foi no Galo Carijó que conheceu o esposo, Fernando Diógenes.

Enquanto a saúde permitiu não se tinha dúvida. Se o Atlético entrasse em campo, Flora estava na arquibancada. Não é à toa que era chamada de madrinha do clube.

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Nos tempos em que os tradicionais bailes dos clubes de futebol eram os mais concorridos da cidade, era dona Flora que estava à frente da organização nos realizados pelo time azul e branco.

O futebol acreano está de luto. Em menos de 24 horas morreram o ex-jogador de Rio Branco e Juventus, o Nino, e agora o anúncio da morte da madrinha do Atlético Acreano.

O velório de Flora Diógenes acontece na Funerária São João Batista.

Fotos:  acervo do Atlético Acreano

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