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Rio Acre vaza em Brasileia, mas sobe em Rio Branco e famílias devem deixar suas casas

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FOTO:SÉRGIO VALE

O Rio Acre amanheceu na capital acreana na medição desta quinta-feira, 9, com o nível 10 centímetros acima da última previsão realizada às 18 horas de quarta-feira (8.)

A enchente que já desabrigou 5 famílias em Rio Branco, segundo o último número divulgado pela Defesa Civil da capital acreana, deve fazer com que mais pessoas sejam obrigadas a deixar suas casas.

A prefeitura de Rio Branco construiu mais de 100 abrigos no Parque de Exposições para onde devem ser levadas as famílias que não tiveram casas de parentes ou amigos para se abrigar durante a alagação.

A boa notícia é que em Brasileia, onde a cheia desabriga 50 famílias, o nível do Rio Acre apresentou vazante na manhã desta quinta-feira. O nível do manancial que chegou a 11,63 metros, amanheceu com 10,35 metros.

A expectativa é de que o nível do rio continue baixando na região para que seja definida a volta para casa das famílias desabrigadas.

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Promotor solicita à justiça que goleiro Bruno Fernandes use tornozeleira eletrônica

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Apesar de liberado para voltar a trabalhar, o goleiro Bruno Fernandes, contratado pelo Rio Branco, ainda cumpre pena no regime semiaberto. Essa condição do atleta tem sido observada pelo Ministério Público do Acre. O promotor de justiça Tales Tranin pediu ao judiciário que Bruno use uma tornozeleira eletrônica, assim como os demais reeducandos que cumprem pena no regime semiaberto.

“Cada estado tem seu método de cumprimento do semiaberto. No Acre, esses reeducandos, cumprem com tornozeleira eletrônica. Por isso, estou pedindo ao Judiciário que Bruno uso o equipamento de monitoramento”, afirma o promotor.

Por conta do equipamento ter a possibilidade de avaria durante os jogos, caso a justiça atenda ao pedido do Ministério Público, o promotor explica que o Rio Branco deve arcar com as despesas de substituição da tornozeleira.

“Os reeducandos do semiaberto em que são colocados as tornozeleiras não se admite a prática do jogo de futebol. Não é pela proibição do lazer, mas porque o esporte pode danificar o equipamento. Tendo em vista que é a profissão dele, estou pedindo que o empregador, que é o Rio Branco Football Club, arque com essas despesas se houver necessidade de substituição”, afirma Tales Tranin.

Além da possibilidade de uso da tornozeleira eletrônica, a condição de reeducando no regime semiaberto deve impor outras restrições ao jogador. “Ele precisa fornecer carta de emprego, precisa se recolher após às 18 horas durante a semana. Aos domingos e feriados nacionais não pode sair. Se os jogos acontecerem domingo ou à noite, precisa pedir autorização da justiça”, informa o promotor.

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Uma pessoa infectada por coronavírus contaminou pelo menos outras duas no Acre

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FOTO: SÉRGIO VALE - AC24HORAS.COM

O Acre chegou nesse sábado, dia 1° de agosto, a 535 mortes por Covid-19. Um número maior que o contabilizado em três Estados: Roraima, com 513 óbitos; Mato Grosso do Sul, com 389; e Tocantins (390). No entanto, o número de casos confirmados até agora, 19.930 pessoas infectadas, coloca o Acre em último lugar em testes positivos entre os Estados.

A taxa de letalidade no Estado é atualmente de 2,7%, e a incidência da doença é de 2,25 casos por 100 mil habitantes. Ou seja: uma pessoa infectada está contagiando pelo menos outras duas.

A média móvel dos últimos 7 dias é de 182 casos positivos e 7 óbitos/dia. A média móvel de mortos deste primeiro dia de agosto alcança a marca do dia 26 de junho, quando essa média foi de 8 mortos.

De acordo com as semanas epidemiológicas, os casos da Covid-19 apresentaram tendência de aumento até a semana 21, a partir da semana 22, os casos confirmados apresentam flutuações. Os óbitos ocorreram entre os dias 6 de abril a 31 de julho. Os dados são do Conselho Nacional de Secretário de Saúde e da Secretaria Estado de Saúde do Acre (Sesacre).

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Bombeiros do Acre lutam para combater aumento das queimadas em meio à pandemia

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Nem precisa olhar o céu para entender que climas ruins nos aguardam nesse período que ainda resta de verão. A fumaça apenas evidencia a gravidade das queimadas em toda a região Amazônica. O costume de queimar no quintal sem se preocupar com os resultados parece não incomodar quem queima.

Resultado disso são as centenas de crianças e idosos chegando aos hospitais do Acre por problemas de saúde provocados pelas constantes queimadas. O ac24horas foi às ruas e acompanhou o desespero de algumas famílias que, impotentes, apenas torciam para o fogo não chegar às suas casas.

O videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, acompanhou o trabalho do Corpo de Bombeiros que, mesmo com toda sua estrutura, sofreu para conter o fogo que invadia a sede da associação de catadores de recicláveis, em Rio Branco.

O aumento de mais de 100% nas queimadas urbanas faz com que os bombeiros não consigam chegar a todos os lugares solicitados. Os números relacionados ao mesmo período do ano passado assustam. De acordo com assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros do Acre, o estado saiu de 1.100 ocorrências em 2019 para mais de 2.400 em 2020. São apenas 9 batalhões funcionando em todo Acre, destes, 3 na capital acreana.

Acompanhe o vídeo e saiba mais:

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Duas terras indígenas no Acre estão vulneráveis ao avanço da Covid-19, diz governo federal

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O governo federal admitiu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que oito terras indígenas não têm nenhum tipo de barreira sanitária para conter o avanço do novo coronavírus para índios em isolamento ou contato recente, segundo publicado pela Folha de São Paulo.

A informação oficial foi encaminhada ao STF pelo advogado-geral da União, José Levy, em resposta a determinação do ministro Luiz Roberto Barroso, relator da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental, protocolada por entidades e lideranças indígenas questionando as medidas adotadas pelo governo.

Entre as Terras Indígenas admitidas como desprotegidas nesta pandemia do novo coronavírus estão duas localizadas no Estado do Acre: Kaxinawá do Rio Humaitá e Mamoadate.

De acordo com a Comissão Pró-Índio, já passou de 1.000 o número de indígenas testados com Covid-19 no Acre. “Mais de metade dos casos confirmados está nas Terras Indígenas (TIs). Com a falta de testagens em massa, o número de infectados pode ser de 7 a 12 vezes maior que os registrados nos boletins oficiais”, diz a CPI.

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