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Gladson diz que existe a possibilidade de Ribamar ser secretário de outra pasta

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FOTO: SECOM-ACRE

O governador Gladson Cameli afirmou durante uma conversa informal com o ac24horas que o ainda secretário da Casa Civil, Ribamar Trindade, que pediu demissão recentemente do cargo, pode ser remanejado para outra pasta. O fato é que oficialmente Trindade ainda não foi exonerado e o Chefe do Palácio Rio Branco tenta convencê-lo a desistir de retornar ao cargo de Assessor do Tribunal de Contas do Estado.

“Existe uma essa possibilidade dele ficar em outro lugar. Quero resolver isso com ele o mais rápido possível. Quero conversar com ele numa boa e colocar as coisas na mesa, sem pressão, sem stress. No que depender de mim, o Ribamar não sai do governo”, destacou Cameli enfatizando que deve ter uma conversa definitiva ainda hoje com o seu “homem de confiança”.

Cameli enfatizou ainda que pretende alinhar estrategicamente os trabalhos com toda a equipe de governo. “Eu preciso alinhar isso, ter discurso único. Não quero cometer os mesmos erros de 2019. Preciso do apoio de todos e que a vaidade seja deixada de lado”, frisou.

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Gladson diz que está movimentando a “máquina” para dar respostas à população

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) reuniu seus principais secretários de estado para conceder uma entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (27). A ideia era colocar “em pratos limpos” as situações delicadas que envolvem a segurança pública, a saúde e a educação, tendo em vista os episódios dos últimos dias, bem como o que o Executivo vem fazendo para sanar os problemas verificados.

Gladson fez questão de afirmar que acontecimentos negativos não estão acima das leis do estado e que sua equipe vem movimentando a “máquina” para dar resposta à sociedade. Segundo ele, sua gestão vem tentando cumprir com o que foi falado no período eleitoral. “Nosso planejamento tem sido alcançado, mas acabam criando discussões desnecessárias e eu não entendo”, ele citou a doação dos uniformes aos alunos da rede pública estadual, que acabou gerando elogios, mas também críticas de opositores.

De acordo com Cameli, o objetivo agora é “despolitizar essas áreas [segurança, saúde e educação]. A ordem é essa”, disse. “A responsabilidade é minha, não adianta querer passar a mão na cabeça de quem não quer trabalhar que eu não vou fazer”, explicou. Ele disse reconhecer que a segurança, por exemplo, tem seus problemas, mas que está trabalhando para resolvê-los. “Problemas nós temos, mas não estamos de braços cruzados”, garante.

O governador ressaltou a viagem que fez aos Estados Unidos onde participou de uma feira de armamento. Segundo ele, cerca de 5,9 milhões serão investidos na renovação de armas e equipamentos de inteligência na segurança do estado.

“Estão todos empenhados para criar condições para que o povo tenha seu direito de ir e vir. Estamos reestruturando nossa segurança pública”, disse Cameli, elencando os avanços já feitos em sua gestão. O governador acredita que o trabalho que vem sendo feito precisa ser triplicado. “Inclusive a parte do governo federal”, salientou.

A criação de um gabinete de gestão de crise para a segurança, novos procedimentos operacionais, convocação próxima de novos policiais e a compra de novas armas e equipamentos de inteligência são a esperança para que a sensação de segurança exista.

“Sabemos que o desafio é muito maior. Temos muito o que fazer e o estado precisa do apoio de todos. Não podemos deixar que situações como essas se sobressaiam acima do estado. As providências que o sistema está adotando visa dar essa sensação de segurança para a sociedade”, afirmou.

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Destaque 2

Mesmo com operação Fecha Fronteira, homicídios disparam no início do ano no Acre

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O governo do Acre, por meio dos órgãos que compõem o sistema de segurança pública do estado, deve apresentar nos próximos dias novas estratégias de enfrentamento ao crime.

A violência tem sido uma infeliz rotina diária para quem mora, principalmente, em Rio Branco.

No início do ano, o governo anunciou uma grande ação que prometia coibir o roubo de veículos e a incidência de crimes contra a vida. A Operação Fecha Fronteiras, de tempo indeterminado, acontece em 11 pontos estratégicos de Rio Branco e também nos acessos a fronteira do Acre com estados e países vizinhos.

A sensação é de que nada adiantou. Os assassinatos cresceram de forma assustadora no início do ano. Tanto que do dia primeiro de janeiro até este sábado, 18, com a chacina ocorrida na Transacreana, já se contabilizam no Acre, 30 assassinatos. É um índice alarmante de 1,66 execução por dia. A capital acreana concentra mais de 80% dos assassinatos.

Nas redes sociais, os internautas têm apontado alguns motivos para que a operação não esteja ajudando na diminuição dos crimes em Rio Branco. Uma delas seria que apesar das barreiras existirem, há pouca fiscalização. “Eu moro perto de um desses pontos de fiscalização e fiquei observando. A barreira tá lá, mas os policiais não fiscalizam nenhum veículo. Ficam conversando ou no celular, sem abordar, como vão descobrir se dentro do veículo há uma arma?”, afirma o morador que prefere não ser identificado.

A falta de fiscalização prometida também acontece nas fronteiras. Relatos dão conta de que a operação não está presente em todos os acessos a fronteira. O jornalista Jairo Barbosa publicou em uma rede social, fotos que mostram que em 200 quilômetros de estrada que liga o Acre ao Amazonas não há uma única viatura policial.

As fotos mostram o posto de Fiscalização IDAF/SEFAZ sem a presença policial.

O ac24horas conversou com o Coronel Ricardo Brandão, secretário adjunto de segurança pública do Acre, admite que há uma preocupação com os policias e o uso do celular durante o trabalho. “Ontem mesmo me reuni com os responsáveis pela coordenação operacional do Gefron e pedi providência de postura em relação a esse tipo de situação”, afirmou.

Mesmo com o grande número de assassinatos, Brandão afirma que a avaliação é positiva, mas admite que as forças de segurança não estão conseguindo evitar os crimes e que há uma urgente necessidade de novas estratégias que realmente deem resultado.

“A avaliação que fazemos é positiva, já que tivemos uma diminuição considerável no roubo de contra o patrimônio, principalmente de veículos. No entanto, no tocante dos crimes contra a vida, relacionados a briga de organizações criminosas, a operação não surtiu o efeito esperado. Nessa próxima semana, estamos reunindo todo o Sistema de Segurança Pública para o lançamento do plano de metas 2020 e ativação de outras estratégias para o combate mais direcionado aso crimes contra pessoas envolvendo as organizações criminosas” afirma Brandão.

O secretário adjunto confirma que não há Operação Fecha Fronteira na BR-317, que liga o Acre ao Amazonas. “Realmente na estratégia inicial a operação foi direcionada para fechar a fronteira com Rondônia e com a Bolívia. Para Boca do Acre não temos perna suficiente. Tivemos uma conversa com a PRF, já que é uma estrada federal, e ao longo dos próximos dias vamos traçar estratégias conjuntas para compartilhar essa responsabilidade e ampliar nossa capacidade de atuação”, destaca.

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