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Rio Branco fecha 2019 com mais de 2.200 casos de dengue

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A capital acreana já tem os resultados do balanço 2019 relacionados aos casos de dengue. A secretaria municipal de saúde tem atuado temendo uma nova epidemia, como a que ocorreu no inverno do ano passado. Os números confirmam a ameaça. A infestação do mosquito já atinge bairros de todas as regiões.

“Fechamos 2019 com cerca de 3.500 casos notificados e 63% desses casos confirmados, o que representa pouco mais de 2.200 casos em 2019”, afirmou o gestor de saúde Otoniel Almeida, em entrevista à Rede Amazônica.

Contudo, o secretário explica que nos primeiros dias do novo ano, esse número vem diminuindo com relação ao mesmo período do ano passado, graças a algumas estratégias praticadas. “Nossa orientação é que a população também nos ajude para que não tenhamos os transtornos que sofremos ano passado”.

Conforme o balanço da prefeitura, cada região da cidade tem uma peculiaridade diferente com relação à infestação do mosquito. O bairro Seis de Agosto, por exemplo, apresenta grande quantidade de pequenos recipientes móveis na rua, como garrafas e copos descartáveis.

Na parte alta da cidade, o que mais se encontra são caixas d’água sem tampa nas residências. Já na região do bairro Calafate, o problema maior são os entulhos. “Estamos fazendo limpeza nesses bairros”, garante Almeida.

Ao todo, são 183 mil domicílios em Rio Branco. As equipes de saúde pretendem visitar cada um deles durante os cinco ciclos de visitas programados para 2020. O primeiro ciclo está em ação.

O Acre ainda não recebeu do Ministério da Saúde o inseticida e larvicida usado para ajudar no combate ao mosquito. A previsão é para final de janeiro. No início do ano passado, Rio Branco sofreu uma grave epidemia de dengue, ficando cerca de 120 dias em situação de emergência e registrando duas mortes devido à doença.

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Destaque 5

Repasse do FPM de janeiro será depositado nesta quinta-feira (30)

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O terceiro e último repasse do mês de janeiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) será depositado na quinta-feira, 30 de janeiro, nos cofres das prefeituras acreanas. O valor total soma R$ 23.022.591,17 R$ sem o desconto da parcela de retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Considerando a inflação, o montante de todo o mês é 12,44% menor do que o mesmo período de 2019.

Do total repassado para os Municípios -R$3.111.421.606,81, os de coeficientes 0,6, que representam a maioria – 44,07% ou 2.454 –, vão repartir R$ 770.340.312,79, o equivalente a 19,81% deste último repasse.

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Destaque 5

Lei institui exame para constatar predisposição a trombose antes de tomar anticoncepcional

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O governo do Acre sancionou o projeto da deputada estadual Meire Serafim (MDB) que determina que as mulheres acreanas passem por exame para constatar predisposição a trombose antes de tomar anticoncepcional. O objetivo é detectar e combater a trombofilia antes da prescrição médica do anticoncepcional.

A Lei, de Nº 3.611/2020, foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) neste mês de janeiro de 2020 e diz que o poder Executivo deve criar mecanismos de monitoramento e avaliação de políticas e estratégias e meios de prevenção, cuidados para garantir a efetivação da lei.

A ideia para criação da Lei, segundo a parlamentar surgiu em meio a “inúmeros casos de trombose em mulheres estão sendo relacionados ao uso de anticoncepcional”. Segundo Meire, não havia uma prática pelos médicos de solicitarem exame para detectar a trombofilia antes de prescreverem contraceptivos hormonais às mulheres. “Trata-se de um simples procedimento que, certamente, pode salvar muitas vidas”, explica.

A Lei visa fazer com que todas as prescrições de anticoncepcionais femininos por médicos no Estado do Acre sejam, obrigatoriamente, precedidas de exames para a detecção de trombofilia.

Como justificativa, a deputada afirma que a intenção é “diminuir os casos de tromboembolismo decorrentes do uso de anticoncepcionais femininos”. A Trombofilia é uma predisposição para desenvolver trombose, causada por defeitos na coagulação do sangue, que favorecem a formação de coágulos (trombos). A doença não pode ser hereditária ou adquirida.

 

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