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Antes de se reunir com deputados, Gladson come pipoca, senta nas escadarias e diz: “não dou Ribamar como fora da Casa Civil”

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Fotos: Sérgio Vale/ac24horas.com

Antes de iniciar uma reunião com os deputados que compõem a base na Assembléia Legislativa, o governador Gladson Cameli chegou ao Palácio Rio Branco no final da tarde desta quarta-feira, 8, de bom humor, afirmando “não dou o Ribamar como fora da Casa Civil”.

A afirmação do governador dá a entender que ele ainda não aceitou a demissão do membro de governo mais próximo. “Eu pedi para ele repensar. Ele não está fora. Vamos nos alinhar nesses primeiros dias. Estou fazendo uma reunião com os deputados para agradecer e chegar a um entendimento que para erros que ocorreram no primeiro ano não ocorram mais”, explicou o chefe do executivo enfatizando que espera está mais próximo dos deputados.

Antes de subir as escadarias, Cameli comprou pipoca, tirou fotos e em um gesto diferenciado ainda deu R$ 50 para um grupo de jovens que estava próximo ao Palácio. Ele ainda sentou nas escadarias todo sorridente para comer.

Cameli destacou ainda que eventuais erros que possa ter cometido não podem ser colocados nas costas de Ribamar. “Acredito que tudo se resolve cm conversa”, disse respondendo o questionamento de que muitos deputados da base queriam Trindade fora do governo.

Ao ac24horas, Cameli afirmou ainda que pretende fazer um alinhamento estratégico com sua equipe justamente para evitar mal entendidos. “Acredito que o primeiro ano foi para arrumar a casa e agora temos que mostrar serviço. A população não pode esperar, disse o governador, que chegou acompanhado do deputado José Bestene e da Secretária de Comunicação, Silvânia Pinheiro.

Fotos: Sérgio Vale/ac24horas.com

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Rio Branco está entre as capitais que mais perderam postos de trabalho em 2019

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Rio Branco está entre as oito capitais que fecharam vagas com carteira no ano passado. A capital do Acre encerrou 2019 com –223 vagas no mercado de trabalho. Em dezembro, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, diz que em Rio Branco o número de demitidos foi maior que o de admitidos: 455 vagas foram encerradas naquele mês.

Mas Rio de Janeiro lidera o ranking das oito que mais demitiram em 2019 com 6.640 postos encerrados; Teresina: -2.617; Natal: -1.904; João Pessoa: -976; Maceió: -186 Belém: -43, e Porto Alegre: -10.

As demais capitais registraram abertura de postos de trabalho. Além de São Paulo (80.831), as que mais abriram foram Belo Horizonte (22.703) e Curitiba (19.325).

No Estado do Acre, ao contrário de Rio Branco o município de Cruzeiro do Sul teve saldo positivo em 2019. Foram 462 vagas na soma do ano inteiro em novas contratações com carteira assinada.

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Sindicato diz que Paulo Cézar quer fazer dos policiais penais “bois de piranha”

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O Coronel Paulo Cézar, que estava ausente do Acre, acompanhando o tratamento de um dos filhos voltou ao estado e tem pela frente o desafio de construir estratégias mais eficazes no combate à onda de violência que se espalhou pelo estado.

As boas vindas de Paulo César já foi com uma nota de repúdio da Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário do Acre (ASSPEN).

A entidade afirma que repudia a insinuação de que policiais penais podem ter facilitado a fuga em massa do 26 detentos do presídio Francisco de Oliveira Conde, ocorrida na semana passada. “Preocupado em dar uma resposta pra sociedade, o coronel Paulo César tenta fazer dos corajosos Policiais Penais “boi de piranha”, sendo que a verdadeira culpa é do ESTADO que não consegue controlar a violência nas ruas de Rio Branco e fecha os olhos pro problema no sistema penitenciário”, diz a nota.

A ASSPEN acusa o governo de não oferecer as condições necessárias para o trabalho dos policiais penais. “Só quem conhece a realidade do controle da segurança e vigilância de 1.500 presos condenados, são nossos policiais que trabalham sem quaisquer condições, numa unidade prisional aonde faltam algemas, rádios HT, iluminação, cadeados, viaturas e principalmente mais servidores”.

Leia a nota na íntegra:

NOTA DE REPÚDIO.

“O que esperar de um gestor que prometeu, ao assumir, resolver o problema da INSEGURANÇA PÚBLICA em 10 dias?”

A ASSPEN-AC, entidade representativa dos POLICIAIS PENAIS, vem a público REPUDIAR as declarações prestadas, pelo Secretário de Segurança Pública Sr. Paulo César .

Muito nos surpreende a postura do gestor da pasta quando insinua que os Policiais Penais possam ter facilitado a fuga em massa do pavilhão “L” do Chapão. Ao invés de gerir essa crise, Paulo César prefere inclusive, atacar os movimentos legítimos que fazemos enquanto representantes classistas na defesa da categoria.

Vale destacar, que quem ocupava os postos da muralha do Chapão eram Policiais Militares, mas nem por isso essa ASSPEN dúvida do íntegro trabalho desses profissionais e pais de família, como fez o secretário ao se referir a nós.

Preocupado em dar uma resposta pra sociedade, o coronel Paulo César tenta fazer dos corajosos Policiais Penais “boi de piranha”, sendo que a verdadeira culpa é do ESTADO que não consegue controlar a violência nas ruas de Rio Branco e fecha os olhos pro problema no sistema penitenciário.

Só quem conhece a realidade do controle da segurança e vigilância de 1.500 presos condenados, são nossos policiais que trabalham sem quaisquer condições, numa unidade prisional aonde faltam algemas, rádios HT, iluminação, cadeados, viaturas e principalmente mais servidores.

Falar que o Estado tem o controle das penitenciárias na televisão é fácil, já a implementação de uma política prisional efetiva nem tanto. Se hoje ainda não houveram incidentes maiores no Chapão, atribuímos aos Policiais Penais que com larga experiência carregam a cadeia nas costas, mesmo sem qualquer apoio ou pronunciamento da atual direção do IAPEN, em sua defesa.

Rio Branco-Acre, 23 de janeiro de 2020.

PP. Eden Alves Azevedo , Presidente da ASSPEN

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