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Rio Acre pode transbordar 10 dias antes se comparado ao mesmo período do ano passado

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FOTO: SÉRGIO VALE - ac24horas.com

O nível do Rio Acre continua subindo, mesmo que aos poucos. O registro de vazante no rio em Assis Brasil preocupa pelo fato de a água chegar a Rio Branco em grande volume. Ainda assim, segundo o Corpo de Bombeiros, o rio na capital acreana iria elevar o nível de qualquer maneira.

A elevação também vem sendo observada em mais municípios, como Brasileia, Xapuri e Capixaba. “Com isso, podemos atingir a cota de transbordamento em Rio Branco”, diz o porta-voz dos Bombeiros, Major Cláudio Falcão.

De acordo com o Major, o Rio Acre na capital está com cerca de 6 metros a mais, se comparado ao mesmo período do ano passado. “No ano passado, o rio transbordou no dia 18 de janeiro. Então, esse é um momento delicado, de estudo e preparação”, explica Falcão.

Nesta terça-feira, 7, o rio amanheceu marcando 13, 68 metros em Rio Branco, conforme medição da Agência Nacional de Águas. Em Cruzeiro do Sul, o rio Juruá está no limite da cota de transbordamento. Lá, o rio está marcando 13, 06 metros.

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Brasiléia Mais Saúde realiza 500 procedimentos no final de semana

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Nos dias 20, 21 e 22 de novembro foi realizada a 10ª edição do Brasiléia Mais Saúde na unidade básica de saúde Tufic Mizael Saady, realizando atendimentos em Ultrassonografia, Ortopedia, Endoscopia e Gastroenterologia. 

O Brasileia Mais Saúde é um programa criado na gestão da Fernanda Hassem e Carlinhos do Pelado com objetivo de dar celeridade aos atendimentos em áreas específicas da saúde, evitando o translado da população para a capital acreana, trazendo médicos especialistas para Brasileia, assegurando conforto e qualidade durante o atendimento aos pacientes. 

No último final de semana foram realizados aproximadamente 500 procedimentos durante os três dias de atendimento do programa. A paciente Maria das Dores ressaltou a importância da realização do programa Brasiléia Mais Saúde. “Os atendimentos são muito bons, a prefeitura está de parabéns, beneficiando a população com os atendimentos”, ressaltou Maria das Dores.

A prefeita Fernanda Hassem, que sempre faz questão de visitar os pacientes e os profissionais do programa, destacou a importância do mesmo. “Esse é um programa inovador que a nossa gestão decidiu investir, onde fazemos as economias necessárias e com recursos próprios, trazemos atendimentos especializados à população que necessita, pois entendemos que além de investir em infraestrutura urbana e rural, o mais importante é o poder público cuidar de vidas, cuidar das pessoas. E é isso que estamos fazendo”, finalizou a prefeita.

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Saiba como foram os times acreanos na rodada da Série D

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Foto: Jair Araújo

A participação dos clubes do Acre começou no final de semana da melhor forma possível. No sábado, 21, o Galvez massacrou o Independente do Pará. Jogando na Arena Acreana, o Imperador não tomou conhecimento do adversário e venceu por incríveis 7 a 1.

Com a vitória, o Galvez também já garantiu passaporte para próxima fase da competição faltando uma rodada na fase da atual fase. Os gols do time acreano foram marcados por Daniego (2), Adriano (2), Digão (2) e Felipe. Cocão descontou para os visitantes.

Já o Rio Branco também jogou em casa, na Arena Acreana neste domingo, 22. Só que ao contrário do Galvez, o Estrelão decepcionou e foi derrotado pelo Fast, do Amazonas por 2 a 0, gols marcados Marco Goiano e Ronan. Apesar da derrota, o Rio Branco também já havia garantido a vaga para a próxima fase da competição.

O fechamento da rodada acontece nesta segunda-feira, 23, com a partida entre Bragantino do Pará e Atlético Acreano. O jogo serve apenas como tabela para o Galo Carijó, já que o Atlético é o último colocado no campeonato e não tem mais chances de classificação.

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Isolamento social do Acre foi de 41,9% no dia das eleições de 1º turno

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O Índice de Isolamento Social do Acre no dia 15 de novembro foi de 41,9%, taxa que apesar de baixa sob o prisma do combate à Covid-19 colabora para justificar a abstenção recorde em várias cidades do Estado, especialmente em Rio Branco, no 1o turno.

O IIS vem sendo calculado desde o começo da pandemia pela plataforma In Loco, que fornece informações detalhadas ao Governo do Estado do Acre.

A capital acreana registrou abstenção de 27,23%. Ou seja, quase um terço dos eleitores aptos a votar não compareceram às urnas no domingo de votação, segundo a Justiça Eleitoral.

Foram mais de 69,9 mil eleitores que deixaram de votar apenas em Rio Branco, que ficou entre as 14 capitais do país que registram abstenção acima de 25%.

Em duas eleições municipais passadas, a abstenção no primeiro turno em Rio Branco foi de 16% em 2016 e de 17% em 2012, segundo o G1/AC.

O IIS sempre foi “alto” no Acre –muito mais que a média nacional, uma vez que permanece há meses entre os Estados com maior indíce de isolamento social nesta pandemia. Neste sábado (21) por exemplo, o Acre liderava o ranking dos Estados apresentando taxa de 46,%. O Tocantins, que sempre apresentou marcas baixas, era o último nesse dia com 37,2%.

Utilizando dados do IBGE de dois meses antes das eleições, o ac24horas divulgou no dia 28 de outubro que entre os 880 mil moradores do Acre, 7 mil não adotaram nenhuma medida de restrição ao longo do mês setembro em relação a Covid-19. Além disso, 348 mil, ou 39,5% da população total, reduziu o contato mas continuou saindo de casa.

Outros 331, mil (37,6%) ficou em casa e só saiu em caso de necessidades básicas; e 192 mil (21,8%) ficou rigorosamente isolado.

“Em comparação com o mês de agosto observou-se uma redução de 20,3% no grupo de pessoas que ficaram rigorosamente isoladas e, um aumento de 14,1% das pessoas que reduziram o contato, mas continuaram saindo de casa”, disse o IBGE em nota sobre a pesquisa PNAD Covid-19, que produziu os dados.

O médico Osvaldo Leal, do Comitê de Combate ao Covid-19 em Rio Branco, não vê relação entre um fenômeno e outro. “Essa taxa tem caído ao longo do tempo. O retorno das atividades leva naturalmente ao aumento da circulação de pessoas”, diz ele.

“Avalio que pode estar mais relacionado ao receio natural de alguns grupos etários e até pessoas mesmo individualmente com o risco de contaminação e ao fato de o TSE ter orientado as pessoas a não irem votar em caso de sintomas de Covid nos 14 dias anteriores ao pleito”, completa Leal.

O Tribunal Regional Eleitoral ainda não fez nenhuma projeção para o 2o turno em Rio Branco.

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Levantamento vê avanço das queimadas em florestas do Acre

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

O WWF fez um levantamento pelo qual afirma que desde o início do ano até o dia 18 de novembro, o Acre teve 9.151 focos de queimadas detectados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Com esse número, diz a ONG, apesar de corresponder a apenas 3,2% do território da Amazônia Legal, o Acre foi responsável por 9,4% dos 96.996 focos de queimadas detectados nos nove estados da região em 2020. O aumento das queimadas no estado foi de 35% em relação ao mesmo período de 2019, quando foram detectados 6.770 focos.

Em 2020, o Acre bateu o recorde da década em área queimada, segundo o WWF, que se baseia também em informações do Projeto Acre Queimadas, da Ufac. Foram, de acordo com esses dados, 265 mil hectares queimados entre janeiro e a primeira semana de novembro. O número é quase 40% maior do que o registrado no mesmo período de 2019 (190 mil hectares) e supera em mais de 15% o recorde dos últimos 10 anos, em 2020, quando foram incendiados 230 mil hectares.

“Metade dos focos de queimadas no Acre ocorreu em municípios que ainda detêm extensas áreas de florestas preservadas, incluindo alguns sem acesso rodoviário e que até pouco tempo atrás não eram motivo de grande preocupação. Os municípios de Jordão e Marechal Thaumaturgo, por exemplo, tiveram em 2020 aumento de 20% e 94%, respectivamente, no número de queimadas em comparação ao mesmo período de 2019”, sustenta o WWF.

“Isso”, diz, “marca uma mudança na dinâmica do processo de devastação no estado, com o fogo se expandindo de regiões já bastante pressionadas pela agropecuária para as mais conservadas, causando danos irreparáveis à fauna e à flora”.

Nesse contexto, o Vale do Juruá, que concentra boa parte das unidades de conservação e terras indígenas e possui uma das mais ricas biodiversidades do mundo, é uma das áreas mais afetadas.

Entre as UCs federais do Acre com mais queimadas, a Reserva Extrativista do Alto Juruá foi a segunda colocada em 2020, com 139 focos. Já no Parque Nacional da Serra do Divisor chama a atenção o aumento de mais de 70% no número de queimadas este ano: foram 110 focos em 2020 e 64 no mesmo período de 2019. O município de Cruzeiro do Sul teve 448 focos em 2020, um aumento de quase 60% em relação ao mesmo período de 2019.

Com WWF

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