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Irã ataca bases com soldados americanos

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A base Al-Assad na Província de Anbar - Foto: Nasser Nasser/Associated Press

Ao menos duas bases com soldados americanos no Iraque foram atacadas com mísseis balísticos disparados do Irã, segundo informou o Pentágono. Fontes do governo americano informaram que os ataques ocorreram a múltiplas localidades, incluindo a base de Ain al-Assad, no oeste do Iraque, e Irbil, na região do Curdistão iraquiano.

Fontes de segurança iraquianas afirmaram à TV CNN que há iraquianos mortos nos ataques, mas não está claro o número de mortos ou feridos. Segundo a CNN, ainda não há informação sobre vítimas americanas.

Segundo a TV estatal iraniana Press TV, a Guarda Revolucionária iraniana reivindicou os ataques com mísseis terra-terra contra as bases. “Os bravos soldados da unidade aérea da Guarda Revolucionária do Irã lançaram com sucesso um ataque com dezenas de mísseis balísticos contra a base militar de Ain al-Assad em nome do mártir general Qassim Suleimani”, diz a mensagem, citando apenas a primeira base alvo dos ataques.

Em seu canal no Telegram, a Guarda Revolucionária ameaçou atacar dentro dos EUA e as cidades de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e Haifa, em Israel, se Irã for bombardeado pelos EUA. “Dessa vez nós responderemos a você (governo americano) nos EUA.”

A TV iraniana havia afirmado antes que “dezenas de foguetes” iranianos foram disparados em resposta ao assassinato do general Qassim Suleimani em Bagdá em uma operação americana na sexta-feira. Desde então, o Irã tem ameaçado dar uma resposta à morte de seu general.

De acordo com as fontes americanas, ao menos dez foguetes foram disparados. A base de Al-Assad foi visitada pelo presidente americano, Donald Trump, em 2018.

Trump visita o Iraque

Segundo o Pentágono, o Irã disparou mais de uma dezena de mísseis. “Está claro agora que esses mísseis foram lançados do Irã e tinham como alvo ao menos duas bases militares iraquianas que abrigam soldados dos EUA e aliados em Al-Assad e Irbil”, informou o assistente do secretário de Defesa Jonathan Hoffman, em comunicado. “Estamos trabalhando para avaliar os danos iniciais.”

As bases, segundo Hoffman, têm estado em alerta máximo diante das indicações de que o regime iraniano estava planejando ataques contra forças e interesses americanos na região.

“Ao avaliarmos a situação e nossa resposta, tomaremos todas as medidas necessárias para proteger e defender o pessoal, os parceiros e os aliados dos EUA na região.”

A Casa Branca informou que Trump está recebendo informações sobre o ataque e monitorando a situação. “O presidente está em consulta com sua equipe de segurança nacional”, informou a porta-voz da Casa Branca, Stephanie Grisham, em comunicado. Havia previsão de que o presidente americano fizesse um pronunciamento esta noite, mas a possibilidade foi descartada pela Casa Branca.

A segurança em torno da Casa Branca em Washington foi reforçada e homens das forças de segurança armados com fuzis foram vistos em seus arredores, segundo a imprensa americana.

Sirenes foram ouvidas e helicópteros americanos foram vistos sobrevoando a base de Al-Asad, segundo a TV iraquiana Mayadeen. Um alerta total foi ativado no país após os ataques.

Após as informações do ataque, autoridades iranianas publicaram imagens da bandeira do Irã no Twitter. Um deles foi o líder das negociações nucleares do Irã Saeed Jalili, que publicou apenas a imagem da bandeira.

Analistas afirmam que uma ofensiva com mísseis balísticos representa uma escalada grave na crise. Os artefatos teriam um poder de destruição muito maior do que foguetes leves. Imediatamente, os mercados reagiram. O preço do petróleo disparou.

Alvos escolhidos

Antes do ataque às bases, a agência de notícias iraniana Tasnim havia informado que as forças militares do Irã estavam preparadas para usar mísseis de médio e longo alcances para atacar bases americanas no Oriente Médio. O governo em Teerã teria “13 cenários” possíveis para responder à morte de Suleimani, assassinado na semana passada em um ataque com drone ordenado pelos EUA.

Base Al-Assad

Segundo Ali Shamkhani, secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irã, mesmo as opções “mais limitadas” seriam um “pesadelo histórico” para os EUA, informou a agência. “As 27 bases americanas mais próximas da fronteira do Irã já estão em alerta. Eles sabem que é provável que a resposta inclua mísseis de médio e longo alcances”, afirmou Shamkhani. “Eu posso apenas prometer que a vingança não deverá acontecer em apenas uma operação.”

As bases dos EUA no Kuwait, Iraque, Jordânia e Arábia Saudita já estão em vigilância máxima. Irã e milícias pró-iranianas do Iraque farão uma reunião para decidir qual será a estratégia adotada contra os EUA.

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Cotidiano

Quinta será de tempo instável com chuvas no decorrer do dia em algumas regiões

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No Acre, a previsão do tempo para esta quinta-feira (23) será de tempo instável, com chuvas a qualquer momento, desde as primeiras horas do dia. Alta probabilidade de chuvas intensas.

A umidade do ar mínima, na parte da tarde, varia entre 70 e 90%, no leste e no sul do estado, e entre 65 e 85%, nas demais áreas.

A temperatura na capital acreana e em Senador Guiomard, Bujari e Porto Acre, mínima, varia de 21 e 23ºC, e a máxima, entre e 27 e 29ºC.

Sena Madureira e Manuel Urbano, mínima, 21 e 23 ºC, e máxima, entre 28 e 30ºC. Brasileia, Epitaciolândia, Assis Brasil, Xapuri e Capixaba, mínima, entre 20 e 22ºC, e máxima, 26 e 28ºC.

Já em Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Rodrigues Alves e Porto Walter, a mínima, entre 20 e 22ºC, e máxima, entre 29 e 31ºC. Marechal Thaumaturgo e Jordão, a mínima, entre 22 e 24ºC, e máxima, entre 32 e 34ºC.

Em Tarauacá, Feijó e Santa Rosa do Purus, a mínima, entre 21 e 23ºC, e máxima, entre 29 e 31ºC. Acrelândia e Plácido de Castro, a mínima, entre 21 e 23ºC, e máxima, entre 27 e 29ºC.

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Cotidiano

Governo atende reivindicação e dará policiamento específico a unidades de saúde

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O governo do Acre vem tentando a todo custo, nos últimos dias, minimizar os efeitos da criminalidade, principalmente em Rio Branco. Nesta quarta-feira, 22, mais uma reunião entre representantes da segurança pública e da saúde definiu novas medidas a serem colocadas em prática imediatamente. É o caso do policiamento específico a todas as unidades de saúde, que começa a ser realizado hoje.

O encontro ainda reuniu cinco sindicalistas da área da saúde. A medida atende uma das reivindicações da categoria. Segundo o secretário-adjunto de Segurança Pública, coronel Ricardo Brandão, “a proposta é entender a problemática que envolve as unidades de saúde do Acre e, a partir desse entendimento, buscar construir uma solução definitiva para essa situação”.

O secretário de Saúde, Alysson Bestene discutiu estratégias para atender demandas de segurança das unidades de saúde da capital e anunciou medidas efetivas a curto, médio e longo prazo para dar mais segurança aos trabalhadores em saúde e à população que utiliza as unidades.

“Reuniões já vêm ocorrendo nesse sentido, fazendo alinhamentos, trabalhando de modo integrado com a segurança para que, em um curto espaço de tempo, se tenha um efetivo maior na garantia de segurança nas unidades não só da capital, mas no interior”, destaca Alysson.

 

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