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Gladson manda recado para Padre afirmando que não vai ajudar com nada em festa de São Sebastião, em Xapuri

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Chegou através de um telefonema do Palácio Rio Branco para a comunidade católica do município de Xapuri que organiza a Festa de São Sebastião no próximo dia 20, a resposta do governo do Acre de ajuda ao evento. Segundo Priscila Américo, o Estado não pode locar sequer um carro de som.

O tratamento chamou atenção da comunidade católica. A negativa foi dada através de um recado ao coordenador da Paróquia, conhecido como Nader. Pelo WhatsApp o reverendo comentou com a comissão organizadora dizendo que a diretora da Casa Civil, Rosimeire Ribeiro é que tinha desautorizado qualquer ajuda. Um ofício foi protocolado dia 30 de dezembro endereçado ao governador.

“Solicitamos três carros de som, três tendas que são colocadas em frente à Igreja, quatro outdoor para divulgação e seis banners, todo ano os gestores anteriores ajudavam de alguma forma, nunca recebemos um não como resposta”, disse o advogado José Everaldo que é um dos membros organizadores.

Para Everaldo, o governador do estado não deve estar sabendo do tipo de tratamento dado a autoridade eclesiástica do município e sequer deve ter tido acesso ao ofício enviado pelo pároco Francisco das Chagas. “Resposta veio como recado. Conheço o governador sei que ele sequer teve acesso a esse documento”, acrescentou Everaldo.

Dezenas de Paróquias de São Sebastião celebram a homenagem ao santo dia 20, porém, a festa mais tradicional é feita no município de Xapuri. O evento recebe mais de 20 mil pessoas, a renda ajuda na manutenção dos trabalhos paroquiais da Igreja da cidade.

A celebração religiosa é mais antiga que a própria Revolução Acreana, que só eclodiria seis meses depois de realizada a primeira procissão pelas vielas do vilarejo de Mariscal Sucre, quando cerca de 100 pessoas caminharam rogando paz àquele que viria a ser o padroeiro da futura Xapuri.

Sobre o Santo

São Sebastião nasceu na França, no século III. Adolescente, em Milão, alistou-se no exército de Diocleciano, chegando a comandante da guarda pessoal deste imperador. Denunciado por outros soldados, por ser cristão, Sebastião foi condenado à morte, sendo executado por centenas de flechas atiradas por outros soldados, estando Sebastião amarrado a um tronco – esta é a imagem mais conhecida deste santo.

Como não morreu, voltou a pregar o cristianismo, o imperador então mandou que fosse espancado e, depois de morto, jogado no esgoto público de Roma, mas o corpo foi achado e sepultado por outra cristã. Em 680, por época da trasladação dos restos mortais para uma basílica construída pelo imperador Constantino, a peste epidêmica que assolava Roma cessou, por isso ele é conhecido como protetor contra epidemias, guerras e fome.

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