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Acre é o 15º no ranking de visitação ao Parque Nacional de Foz do Iguaçu em 2019

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FOTO: INTERNET

O Parque Nacional de Foz do Iguaçu, no Paraná, bateu recorde de visitação em 2019 e o Acre colaborou muito para esse desempenho, já que está entre os que mais turistas enviaram para a reserva localizada na tríplice fronteira Brasil-Paraguai-Argentina.

O Acre foi o 15º Estado a enviar mais visitantes ao parque. Nada menos 7.929 pessoas declararam ter o Acre como origem ao passear pelo local no ano passado. Os acreanos foram em número superior ao dos Estados do Mato Grosso, Paraíba, Pará, Rondônia, Alagoas, Maranhão, Sergipe, Amazonas, Piauí, Tocantins, Roraima e Amapá. Os dados são da Agência de Notícias do Paraná.

No total, o parque recebeu 2.020.358 turistas em 2019. É o recorde de visitações na unidade de conservação e a primeira vez da história em que as catracas giraram mais de dois milhões de vezes. O aumento de turistas brasileiros e estrangeiros foi de cerca de 6,6% em relação a 2018, quando o parque atingiu a marca de 1.895.501 pessoa.

Origem dos turistas no Parque Nacional do Iguaçu por Estado brasileiros em 2019:

São Paulo: 402.205

Paraná: 314.859

Santa Catarina: 66.897

Rio de Janeiro: 60.234

Rio Grande do Sul: 50.135

Minas Gerais: 36.710

Bahia: 15.022

Pernambuco: 13.385

Mato Grosso do Sul: 12.749

Ceará: 11.978

Goiás: 10.933

Espírito Santo: 9.981

Distrito Federal: 9.682

Rio Grande do Norte: 9.001

Acre: 7.929

Mato Grosso: 7.536

Paraíba: 5.668

Pará: 5.360

Rondônia: 4.000

Alagoas: 3.669

Maranhão: 3.581

Sergipe: 3.176

Amazonas: 3.101

Piauí: 2.285

Tocantins: 1.759

Roraima: 1.004

Amapá: 975

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Cidades

Correios já contrataram transporte para envio de encomendas à Marechal Thaumaturgo

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O ac24horas mostrou que a população de Marechal Thaumaturgo que fez nos últimos meses encomendas em outros lugares vive a triste realidade de não receber seus pedidos desde novembro do ano passado.

Pessoas que fizeram encomenda de produtos para o Natal ficaram sem seus produtos e o que é pior, sem saber onde as encomendas estavam e sem um posicionamento dos Correios sobre o assunto.

Após a publicação da denúncia, finalmente a empresa pública federal resolveu tomar providências em relação ao caso.

Segundo nota enviada pelos Correios a agência já foi reaberta e a empresa já contratou transporte fluvial para que finalmente a entrega de correspondências seja normalizado no município. O único problema é que os Correios não especificam uma data para que isso aconteça, afirmando apenas que será o mais rápido possível.

“A agência de Marechal Thaumaturgo foi fechada em meados de dezembro, mas foi reaberta no início de janeiro deste ano. Com relação aos objetos encaminhados para a região, a empresa já contratou recurso para o transporte via fluvial. Os Correios seguem trabalhando para normalizar as atividades o mais rápido possível”, diz a resposta.

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Cidades

Jordão tem apenas dois policiais por dia para garantir segurança no município

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O acreano tem sentido na pele os efeitos da grave crise na segurança pública que o estado vive já algum tempo e que se agravou no início de 2020.

As estratégias postas em prática até agora não se mostram eficientes para diminuir os casos de violência, principalmente as execuções provocadas pela guerra entre facções criminosas, e estão longe de devolver a prometida sensação de segurança.
Não precisa ser especialista em segurança pública para saber que entre os fatos que fazem com que a violência cresça no Acre é que o estado está estrategicamente localizado em uma extensa área de fronteira com a Bolívia e o Peru, além dos estados de Rondônia e Amazonas.

A imensa fronteira com seus rios e florestas, completamente desprotegida, é um convite para o tráfico de drogas.

E quando se conhece a realidade das condições das forças de segurança pública nos municípios do interior, se tem uma ideia de que a realidade deve demorar a mudar.

Uma denúncia enviada ao ac24horas mostra como funciona a Polícia Militar no município do Jordão, que faz fronteira com Feijó, Tarauacá, Marechal Thaumaturgo e o Peru.

O efetivo da Polícia Militar no município é de apenas sete policiais e o comandante. Segundo o denunciante, que com medo de represálias, pede para não ser identificado, os policiais trabalham há mais de 10 anos em uma escala de 24/48 horas. Essa escala é de policiamento ostensivo, ou seja, nas ruas da cidade. “Os militares se veem na obrigação de tirar horas extras pra ajudar os companheiros de farda em datas festivas e finais de semana, trabalhando totalmente fora da lei do banco de hora, pois trabalha 24 horas e no outro dia já tem que está apto a tirar hora extra. Trabalho esse estressante que muitas vezes prejudica o desenrolar de uma ocorrência, as vezes uma ocorrência simples se transforme em algo gigantesco”, afirma.

Fotos enviadas à nossa redação mostram que o espaço físico do quartel da PM no município precisa ser recuperado.
“É preciso que olhem com mais mais para nossos militares que estão em zona de fronteira, isolados, sem apoios algum. Agora, aconteceu o novenário na cidade e é sempre muito complicado garantir a segurança com um efetivo tão pequeno”, afirma.

O ac24horas ouviu o Secretário de Segurança Pública do Acre sobre o assunto. Paulo Cézar afirmou que vão ser deslocados mais policiais ao município e em relação a infraestrutura falou sobre a construção, sem precisar data, sobre a construção do Centro Integrado de Segurança Pública. “Todos os municípios isolados vão receber reforço de novos policiais. Jordão e outros 11 municípios serão contemplados com a implantação do Centro Integrado de Segurança Pública, que instalações integradas da Polícia Militar e Polícia Civil que serão construídas nesses municípios”, diz.

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