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Debatido no Acre, Prêmio de Jornalismo Ambiental Chico Mendes abre inscrições no RJ

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As inscrições para o “Prêmio Nacional de Jornalismo Ambiental Chico Mendes” vão até o dia 10 de fevereiro de 2020. O edital, com todas as informações e anexos para a inscrição, pode ser acessado no site culturaniteroi.com.br (http://bit.ly/PremioNacionalChicoMendes). As inscrições, gratuitas, devem ser realizadas via carta registrada (ou Sedex) endereçada a Fundação de Arte de Niterói ou diretamente na sede da instituição (Rua Presidente Pedreira, 98, Ingá, Niterói-RJ).

 Promovido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, com apoio da Prefeitura de Niterói, através da Secretaria de Cultura e da Fundação de Arte de Niterói (FAN), a iniciativa vai premiar as melhores matérias sobre o tema ambiental publicadas em jornais, rádios, revistas, TVs e Redes Sociais, em veículos brasileiros. O regulamento prevê também a participação de universitários na área de Jornalismo, que tenham matérias publicadas ou a serem veiculadas e ainda uma categoria específica para produções locais, voltadas para a cidade de Niterói. O vencedor em cada categoria receberá o prêmio de R$ 5 mil (cinco mil reais).

O presidente do Sindicato dos Jornalistas, Mário Sousa, ressalta que no momento preocupante que o País atravessa, com o desmonte das políticas ambientais na área federal, o prêmio é uma oportunidade que se abre para os jornalistas colocarem em pauta esta questão tão importante e urgente.

O Prêmio de Jornalismo Ambiental Chico Mendes foi aprovado durante o Congresso Nacional de Jornalistas, organizado pela Federação Nacional de Jornalistas em 2019, no Acre, e conta com apoio da Prefeitura de Niterói, além da ONU e Associação Brasileira de Imprensa.

Informações pelos telefones: (21) 2719-9900 – ramal 226 (FAN), das 10h às 17h; (21) 2722-2144, das 9h às 17h (Sindicato dos Jornalistas do Estado do RJ); pelo e-mail: jornalistasfluminenses@gmail.com. Acompanhe também pelo site do Sindicato: sindicatojornalistas.org.br. (O Fluminense)

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Cotidiano

Ao lado de Gladson, Socorro cumpre última agenda antes da eleição na Praça da Revolução

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Acompanhada do governador Gladson Cameli (Progressista), a prefeita Socorro Neri (PSB) foi conferir na noite deste sábado, 28, como ficou a decoração natalina no Centro de Rio Branco, na Praça da Revolução.

Essa é a última agenda pública da prefeita Socorro Neri antes da eleição deste domingo (28).

Entusiasmada, Socorro contou que espírito de fé e esperança tomou conta das famílias que estavam passeando pelo local.

“O espírito de fé e esperança tomou conta das famílias que estavam lá passeando, e que aproveitaram o momento para reforçar seu voto no 40 neste domingo. Gratidão!”, afirmou.

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Cotidiano

Mãe de Gladson crítica militância por espalhar vídeo antigo do filho pedindo voto para o 11

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A mãe do governador Gladson Cameli, Linda Cameli, usou as redes sociais neste sábado, 28, para criticar a militância do candidato do Progressistas, Tião Bocalom.

Ela relatou que a imagem do filho tem sido usada indevidamente nas redes sociais e conta que tem visto na internet vídeos de campanha de Gladson quando disputou o governo em 2018, em que pede voto para o 11, sendo compartilhado como se fosse atualmente, pela militância de Bocalom.

“A política é um jogo tão sujo, que mesmo estando na frente nas pesquisas, a turma do Bocalom estão usando uma gravação antiga do Gladson pra governo, pra falar que o Gladson é 11. Gente 11 é o número do PP partido, que o Gladson era filiado. Gladson está sem partido. Imagina se eles tivessem perdendo nas pesquisas!!!”, afirmou.

Por fim, a mãe de Gladson afirmou que não adianta os adversários jogarem sujo, pois Gladson tem uma mãe orando por ele todos os dias.

“Pedindo que Deus livre ele desses inimigos. Uma mãe atenta. Muitos querendo derrubar o GLADSON, conseguem não. “Se Deus é por nós quem será contra nós ?”, indagou dona Linda Cameli ao citar trecho bíblico.

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Cotidiano

Desembargador nega pedido para suspensão da ação penal contra Ícaro Pinto

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O desembargador Samoel Evangelista negou neste sábado, 28, pedido liminar para a suspensão da ação penal contra o fisioterapeuta Ícaro Pinto, 33 anos, denunciado pelo assassinato da jovem Jhonliane Paiva

A morte de Jonhliane de Souza Paiva ocorreu no dia 6 de agosto, na Avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco. Na época, Ícaro conduzia a BMW que colidiu na motocicleta da vítima.

O Habeas Corpus foi impetrado pelo advogado Luiz Carlos da Silva Neto. No recurso, o defensor solicitou a suspensão de toda e qualquer diligência preparatória para a audiência de instrução e julgamento do processo.

O advogado pediu ainda que seja desclassificado o homicídio qualificado para um crime de trânsito e que o processo seja encaminhado para uma vara de juízo criminal comum.

Porém, ao analisar o recurso, o desembargador destacou que não encontrou nenhuma ilegalidade apontada. “o habeas corpus deve ser concedido quando alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção”.

Com o indeferimento da liminar do HC, a defesa de Ícaro Pinto vai aguardar o julgamento do mérito, que será analisado pelos três membros da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC).

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Cotidiano

Eleitores que não votaram no primeiro turno podem votar neste domingo, diz o TSE

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Na capital acreana, 256.673 eleitores estão aptos ao voto, mas no primeiro turno apenas 186.769 compareceram às urnas, estabelecendo o maior índice de abstenção (27,23%) das últimas quatro eleições e, possivelmente, uma das maiores da história.

No entanto, o eleitor que não votou no primeiro turno pode e deve votar no segundo turno. Eleitores de 57 cidades do país vão às urnas neste domingo (29) para escolher um dos dois candidatos mais votados para o cargo de prefeito no último dia 15.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforça que cada turno é tratado como uma eleição independente pela Justiça Eleitoral. Isso significa que uma pessoa que não votou no primeiro turno não é proibida de ir às urnas no segundo, desde que seu título eleitoral esteja regular.

O TSE lembra que quem não votou no primeiro turno precisa justificar a ausência para evitar a perda de alguns direitos. Para isso, o eleitor tem até 60 dias após cada pleito (o prazo da justificativa do primeiro turno acaba em 14 de janeiro).

Caso não justifique dentro do prazo, além de pagar uma multa de R$ 3,51, o eleitor fica impedido de: retirar documentos; receber salário ou proventos de função em emprego público; prestar concurso público, entre outras consequências.

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