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Colisão entre moto e caminhão deixa um morto na BR-364 , próximo a Sena Madureira

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Na manhã deste sábado (04), por volta das 7h30, um acidente na estrada de Sena Madureira fez uma vítima fatal na BR-364. O acidente se deu na altura do KM 17, antes de chegar em Sena.

Segundo informações de pessoas que passavam no local, uma moto teria se chocado com um caminhão. O condutor da motocicleta, o adolescente Carlos Felipe da Silva, de 17 anos, morreu após sua moto colidir contra um caminhão que seguia na direção contrária.

Carlos retornava para uma localidade próxima quando o acidente aconteceu. O rapaz não era habilitado, já que ainda era menor de 18 anos.

Equipes do Serviço de Atendimento de Móvel e Urgência (SAMU) e do Corpo do Bombeiros foram acionados para prestarem socorro as vítimas. A Polícia Militar (PM) também se deslocou até o local para desobstruir o trânsito até a chegada da perícia e da Policia Rodoviária Federal (PRF).

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Falta de médicos para atender casos de dengue gera revolta em pacientes no Hospital do Juruá

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Um vídeo gravado na manhã desta terça-feira, 21, mostra o descontentamento de pacientes que não conseguem atendimento no Hospital Regional do Juruá em Cruzeiro do Sul.

Com a recepção completamente lotada, pacientes que chegaram de madrugada afirmam não conseguir uma ficha para consulta médica. Alguns pacientes afirmam que esperam pela consulta com especialista na área de infectologia desde o ano passado.

O ac24horas conversou com o Dr. Marcos Lima, gerente do Hospital Regional do Juruá, que confirmou o problema, alegando que o motivo é o crescimento dos casos de dengue na região, aliado a quantidade pequena de médicos na unidade de saúde.

“Estamos tendo um grande surto de dengue na região. Como só temos duas infectologistas, precisamos dividir a carga horária entre ambulatório e visitas. Como estamos tendo muitos pacientes internados, fomos obrigados a diminuir um dia de atendimento de consultas. Constatamos o problema e estamos tentando resolver da melhor forma possível. Nossa expectativa é que no próximo mês já tenhamos uma redução dos casos de dengue para que possamos voltar ao fluxo normal de atendimento”, diz Marcos Lima.

Veja o vídeo:

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Destaque 4

Piloto de helicóptero dos famosos diz que seguro não deve cobrir o acidente do Harpia 1

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O acidente entre o caminhão-baú e o Harpia 1, do Governo do Estado do Acre, virou assunto nacional. Após conferir as imagens do acidente , o instrutor e youtube do Canal VHD, do maior canal de helicópteros do mundo, Victor Hugo Dias, soltou o verbo e não economizou nas críticas.

“Nenhum acidente na aviação acontece apenas por um fator, são sempre diversos fatores, que vão se somando até acontecer o acidente”, afirmou.

Em entrevista exclusiva ao ac24horas, Victor afirmou que houve sim erro das duas partes envolvidas no acidente, principalmente, pelo motorista de caminhão.

“Você tá vendo uma aeronave sendo acionada, pra quê, você vai chegar tão perto da aeronave? Se for olhar o tamanho do recuo que tinha ali, o recuo era gigante. Não tinha necessidade do caminhão chegar tão perto como ele chegou do helicóptero. Houve, sim, um erro da tripulação que tem que zelar pela máquina, e isolar melhor a área. Naquele momento, a aeronave estava sendo preparada para decolar. Poderia ter alguém lá na ponta travando esse trânsito? Sim! Quem poderia ter feito? agente de trânsito, Polícia Militar ou Civil”, destacou.

Victor afirmou que também ficou “abismado com a falta de noção” dos próprios colegas pilotos de aeronave.

“As vezes eu fico abismado com os próprios pilotos que não tem noção espacial do tamanho com o negócio que ele tá voando, de onde as partes podem pegar e, eu vejo vídeo direto de pilotos que vai manobrar e pega o motor de cauda na árvore”, afirmou.

Em sua análise, a possibilidade de explosão do helicóptero na hora do acidente era muito baixa devido ao casco do tanque de gasolina ser bem protegido.

“Esse modelo de helicóptero é muito seguro, existe há mais de 30 anos, que é uma AS50 não é atoa que a maioria das forças públicas dos diversos estados e emissoras de TV usam”, ponderou.

Victor avaliou o local usado para o pouso e a decolagem, do ponto de vista da lei, como tranquilo, já que a aeronave estava exercendo uma atividade de interesse do governo.

CMTE. HAMILTON E VITOR HUGO – FOTO: CEDIDA AO AC24HORAS

Victor explicou, em outro trecho, que o prejuízo do helicóptero deve ser enorme. Ele estimou por volta de R$ 6 milhões de reais.

“Quando acontece um tipo de negócio desses não é simplesmente trocar o que estragou. A transmissão vai ter que fazer um rebite nela, devido essa parada rápida. Tudo que integra desde a hora que sai do motor tem que haver uma inspeção minuciosa e nesse caso com o impacto que foi, provavelmente, tem que trocar muita coisa. As vezes chega a ficar 70% ou 80% do valor do helicóptero, por questões de justamente as peças mais caras que estragaram ali. Quanto à chassi dá realmente uma estragada, porque ela chega a entortar devido ao impacto”, ponderou.

Em relação ao seguro da aeronave, Victor Dias, afirmou que se o seguro for o da maioria das aeronaves, não devem cobrir o prejuízo, pois segundo ele, o seguro só cobre lugares homologados, e o lugar que ocorreu o acidente não estava homologado.

“Nesse caso não é homologado, é um lugar não homologado, que a gente chama de “zulu” que recebe o nome de pouso não ocasional. Se funciona que nem o seguro de aeronaves não paga, não vai pagar”, afirmou.

 

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