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De 64 promessas de campanha, Gladson só cumpriu quatro no 1º ano de mandato

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Na manhã desta sexta-feira (03), o Portal G1, da Rede Globo, publicou um levantamento que mostra o ranking do cumprimento das promessas de primeiro ano de mandato dos governadores dos 26 estados e do Distrito Federal. Os dados revelam que os governantes cumpriram 18% das promessas feitas durante a campanha eleitoral de 2018. No total, foram assumidos 1.158 compromissos assumidos pelos governadores eleitos.

O governador Gladson Cameli (Progressistas), de 64 promessas, só conseguiu cumprir com quatro completamente, oito estão cumpridas em parte e 56 não foram cumpridas ainda. Mas mesmo assim, Cameli (Progressistas) ficou com a porcentagem mais baixa de promessas não cumpridas;

Gladson junto com os Governadores da Bahia, Rui Costa (PT), Paraíba, João Azevedo, São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) foi o quarto dos cinco governadores que mais fizeram promessas na época da eleição.

Das 68 promessas, Cameli só cumpriu 4 ficando com a porcentagem mais baixa. Isso porque ele ficou entre os 4 maiores fazedores de promessas, ficando com a porcentagem de 5,88%. Confira as promessas cumpridas e não cumpridas.

A primeira promessa foi a redução gradativamente os cargos comissionados, eliminando os cargos desnecessários e sobrepostos. A segunda foi a implementação da rede estadual de monitoramento da qualidade do ar. A terceira foi a retomada da Cageacre que funcionava como um depósito de grãos e que agora é um órgão capaz de definir a melhor estratégia com relação à política de armazenamento desses produtos. A última foi a criação da Câmara setorial do agronegócio que tem como principais atores o desenvolvimento estadual e que discute e propõe políticas econômicas que contribuam com o desenvolvimento das cadeias produtivas do agronegócio.

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), realizou 144 promessas e só conseguiu cumprir até agora 19, totalizando uma porcentagem 13,19%.

Já o governador da Paraíba, João Azevedo, realizou 83 promessas sendo que realizou apenas 10, totalizando uma porcentagem 12,05%.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) realizou 74 promessas e só conseguiu cumprir 17 até agora, totalizando 22,97%.

O governador do Rio de Janeiro, Wilton Witzel (PSC) realizou 58 promessas e só conseguiu cumprir 7, totalizando 12,07%.

Por causa do método utilizado pelo levantamento, Gladson Cameli, ficou atrás até dos cinco governadores que menos fizeram promessas na eleição de 2018, que são:

De Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO) que de 14 promessas só conseguiu cumprir apenas uma, totalizando uma porcentagem maior de Cameli por 7,14%.

Rocha (PSL) de Rondônia que de 13 promessas só conseguiu cumprir duas ficando com 15,38% de promessas cumpridas.

De Santa Catarina, Comandante Moisés (PSL) que de 14 promessas cumpriu 4 totalizando 30,77%.

E o do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), que de 17 promessas cumpriu apenas 4, totalizando a 23,53%.




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Dona do Manto Verde nega arrastão relatado por jornalista na rede social

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Dois novos capítulos surgiram sobre o suposto arrastão ocorrido na Estrada do Amapá, em frente ao restaurante Manto Verde, neste domingo, 26.

O primeiro fato é um depoimento em vídeo de uma das sócias do restaurante, Camila Mantovanelli. Ela afirma que a informação que começou a circular nas redes sociais não é verdadeira. Disse que não houve nenhum arrastão no local e chama o suposto arrastão de fake news. “Não sofremos nenhum tipo de arrastão aqui dentro. Ficamos sabendo disso pelas redes sociais. As pessoas que supostamente foram assaltadas não voltaram aqui, nem pediram ajuda e em momento algum entraram em contato para esclarecer o ocorrido”, afirma.

Camila afirma que o episódio acabou prejudicando o movimento e causou prejuízos ao restaurante. “Não aconteceu nada aqui dentro do restaurante Manto Verde. Infelizmente, isso nos prejudicou. Peço que não fiquem espalhando essa notícia antes de ser completamente apurada”.

Veja o vídeo:

O outro capítulo vem do próprio governo. A Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), divulgou uma nota em que coloca em dúvida a ocorrência do arrastão, que foi noticiado pelo jornalista Rogério Wenceslau, pré-candidato a prefeito de Rio Branco, que gravou um vídeo nas redes sociais contando que tinha sido vítima do arrastão.

Veja a nota completa:

O Governo do Estado por meio da Secretaria de Justiça e Segurança Pública, em decorrência a um suposto arrastão ocorrido neste domingo, 26, na Estrada do Amapá, vem a público esclarecer que:

1. Até o momento houve um registro de roubo via Ciosp (190), em que a suposta vítima, além de não se identificar, só informou que havia sido vítima sem dar maiores detalhes. Ao ser questionada sobre a localização da ocorrência, encerrou a ligação sem informar o local onde supostamente teria sido roubada.

2. Em seguida, a esposa do jornalista Rogério Wenceslau (e pré-candidato a prefeito de Rio Branco), que usou suas redes sociais para gravar um vídeo que narra o suposto arrastão, do qual também teria sido vítima, registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Flagrantes (Defla), onde confirma que o marido e outras pessoas foram vítimas de um arrastão.

3. Diante desses registros, uma guarnição da Polícia Militar se dirigiu até o local e que, ao conversar com algumas pessoas, disseram não ter testemunhado nenhum arrastão ou roubo. No restaurante, os funcionários nada souberam informar e disseram que tomaram conhecimento através das redes sociais.

4. A guarnição conversou com a proprietária do estabelecimento citado pelo denunciante, e ela mesma disse ter ficado surpresa, que só ficou sabendo do ocorrido ao receber ligações de pessoas perguntando se ela estava bem e afirmou que o local dispõe de seguranças particulares que também não perceberam quaisquer movimentações de um suposto arrastão. Os vizinhos do estabelecimento também foram ouvidos e não souberam informar sobre o fato.

5. Causa estranheza que tal ocorrência tenha apenas uma vítima e que esta sequer chegou a ligar para o número 190. Não houve registro formal do fato por outras pessoas, nem como vítima nem como testemunha.

6. A Sejusp solicitará um delegado da Polícia Civil para apurar os fatos, bem como empreender todos os esforços possíveis para dar uma resposta às vítimas e à sociedade. Vale ressaltar que para uma ocorrência ser caracterizada como arrastão, é comum as vítimas registrarem o ocorrido, o que não aconteceu. Em casos desta natureza, o Ciosp deveria receber inúmeras ligações, o que não ocorreu.

Paulo Cézar Santos
Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública




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Mesmo com operação Fecha Fronteira, homicídios disparam no início do ano no Acre

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O governo do Acre, por meio dos órgãos que compõem o sistema de segurança pública do estado, deve apresentar nos próximos dias novas estratégias de enfrentamento ao crime.

A violência tem sido uma infeliz rotina diária para quem mora, principalmente, em Rio Branco.

No início do ano, o governo anunciou uma grande ação que prometia coibir o roubo de veículos e a incidência de crimes contra a vida. A Operação Fecha Fronteiras, de tempo indeterminado, acontece em 11 pontos estratégicos de Rio Branco e também nos acessos a fronteira do Acre com estados e países vizinhos.

A sensação é de que nada adiantou. Os assassinatos cresceram de forma assustadora no início do ano. Tanto que do dia primeiro de janeiro até este sábado, 18, com a chacina ocorrida na Transacreana, já se contabilizam no Acre, 30 assassinatos. É um índice alarmante de 1,66 execução por dia. A capital acreana concentra mais de 80% dos assassinatos.

Nas redes sociais, os internautas têm apontado alguns motivos para que a operação não esteja ajudando na diminuição dos crimes em Rio Branco. Uma delas seria que apesar das barreiras existirem, há pouca fiscalização. “Eu moro perto de um desses pontos de fiscalização e fiquei observando. A barreira tá lá, mas os policiais não fiscalizam nenhum veículo. Ficam conversando ou no celular, sem abordar, como vão descobrir se dentro do veículo há uma arma?”, afirma o morador que prefere não ser identificado.

A falta de fiscalização prometida também acontece nas fronteiras. Relatos dão conta de que a operação não está presente em todos os acessos a fronteira. O jornalista Jairo Barbosa publicou em uma rede social, fotos que mostram que em 200 quilômetros de estrada que liga o Acre ao Amazonas não há uma única viatura policial.

As fotos mostram o posto de Fiscalização IDAF/SEFAZ sem a presença policial.

O ac24horas conversou com o Coronel Ricardo Brandão, secretário adjunto de segurança pública do Acre, admite que há uma preocupação com os policias e o uso do celular durante o trabalho. “Ontem mesmo me reuni com os responsáveis pela coordenação operacional do Gefron e pedi providência de postura em relação a esse tipo de situação”, afirmou.

Mesmo com o grande número de assassinatos, Brandão afirma que a avaliação é positiva, mas admite que as forças de segurança não estão conseguindo evitar os crimes e que há uma urgente necessidade de novas estratégias que realmente deem resultado.

“A avaliação que fazemos é positiva, já que tivemos uma diminuição considerável no roubo de contra o patrimônio, principalmente de veículos. No entanto, no tocante dos crimes contra a vida, relacionados a briga de organizações criminosas, a operação não surtiu o efeito esperado. Nessa próxima semana, estamos reunindo todo o Sistema de Segurança Pública para o lançamento do plano de metas 2020 e ativação de outras estratégias para o combate mais direcionado aso crimes contra pessoas envolvendo as organizações criminosas” afirma Brandão.

O secretário adjunto confirma que não há Operação Fecha Fronteira na BR-317, que liga o Acre ao Amazonas. “Realmente na estratégia inicial a operação foi direcionada para fechar a fronteira com Rondônia e com a Bolívia. Para Boca do Acre não temos perna suficiente. Tivemos uma conversa com a PRF, já que é uma estrada federal, e ao longo dos próximos dias vamos traçar estratégias conjuntas para compartilhar essa responsabilidade e ampliar nossa capacidade de atuação”, destaca.




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