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Quinta será de tempo fechado com chuvas no decorrer do dia em algumas regiões do Acre

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No Acre, a previsão do tempo para esta quinta-feira (02) será de tempo fechado, chuvoso e extremamente instável, com temperatura amena. Ocorrem chuvas intensas a qualquer momento. Probabilidade muito alta de chuvas fortes, em vários pontos de qualquer município, principalmente no leste e no sul do estado.

A umidade do ar mínima, na parte da tarde, varia entre 75 e 95%, no leste e no sul do estado, e entre 70 e 90%, nas demais áreas.

A temperatura na capital acreana e em Senador Guiomard, Bujari e Porto Acre, mínima, varia de 21 e 23ºC, e a máxima, entre e 26 e 28ºC.

Sena Madureira e Manuel Urbano, mínima, 21 e 23ºC, e máxima, entre 26 e 28ºC. Brasileia, Epitaciolândia, Assis Brasil, Xapuri e Capixaba, mínima, entre 20 e 22ºC, e máxima, 25 e 27ºC.

Já em Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Rodrigues Alves e Porto Walter, a mínima, entre 22 e 24ºC, e máxima, entre 28 e 30ºC. Marechal Thaumaturgo e Jordão, a mínima, entre 21 e 23ºC, e máxima, entre 27 e 29ºC.

Em Tarauacá, Feijó e Santa Rosa do Purus, a mínima, entre 20 e 22ºC, e máxima, entre 28 e 30ºC. Acrelândia e Plácido de Castro, a mínima, entre 21 e 23ºC, e máxima, entre 26 e 28ºC.

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Cotidiano

Caminhoneiros, camponeses e indígenas bloqueiam pontes e estradas que dão acesso à Cobija

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Nesta quarta-feira (22) um movimento de pequenos produtores de castanhas decidiram bloquear a ponte Wilson Pinheiro, que liga a cidade de Brasileia à Cobija, capital de Pando.

O motivo do bloqueio seria preço da lata de castanha que será reduzido por volta de 40%. A redução do preço irá afetar os pequenos produtores do país vizinho.

Segundo informações, o bloqueio começou devido a vários protesto no lado boliviano que vêm ocorrendo a mais de dez dias. De acordo com as informações, o movimento começou bloqueando alguns pontos de estradas no interior do estado de Pando e Riberalta.

Já no lado de Epitaciolândia, a ponte da Internacional que é o principal acesso de caminhões de grande porte, produtos alimentícios e outros, também está bloqueada, devido um impasse entre a categoria dos caminhoneiros dos dois países e, segundo eles, a causa é a burocracia boliviana

Quem também decidiu aderir ao movimento foi a categoria de transporte urbano por meios de vans, que está exigindo mais melhorias por parte do governo.

De acordo com informações, o acesso ao lado boliviano e brasileiro, ocorre somente a pé.

No lado do comércio boliviano, as compras reduziram devido o pouco fluxo de turistas que estão apreensivos, temendo uma radicalização total com o bloqueio total das pontes.

Com informações do Alto Acre

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Cotidiano

Produtor de Xapuri é atingido por ouriço de castanha na cabeça e vai parar na UTI do PS

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Um acidente de trabalho ocorrido na última quarta-feira, 22, levou o jovem produtor rural Evandro Lima da Silva, 18 anos, residente na colocação Santa Luzia, seringal Nazaré, no município de Xapuri, a uma unidade de tratamento intensivo do Pronto Socorro de Rio Branco depois de ser atingido na cabeça por um ouriço de castanha.

Evandro fazia a coleta de castanha na propriedade da família, na companhia de seu pai, quando o acidente aconteceu. O impacto do invólucro onde ficam as castanhas foi tão forte que o trabalhador perdeu instantaneamente a consciência. Socorrido, ele foi levado ás pressas ao hospital de Xapuri, de onde foi transferido para Rio Branco em estado grave.

No Pronto Socorro da capital, a vítima deu entrada com quadro de traumatismo craniano e foi submetido a procedimento cirúrgico de emergência devido à gravidade dos ferimentos produzidos pelo choque. De acordo com informações da família, a cirurgia foi bem sucedida e Evandro permanece na UTI em quadro estável, sem risco iminente de morte.

Acidentes com ouriços de castanha não são muito comuns, mas tem havido ocorrências na Amazônia quando a coleta do produto é feita na época em que a castanha ainda está caindo. Comumente, esse trabalho é feito apenas quando as castanheiras não estão mais carregadas.

Uma das orientações da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para a boa prática da coleta da castanha é de que a colheita seja feita depois do pico de queda dos ouriços, que chegam a pesar cerca de 800 gramas.

“Isso evitará acidentes com o extrativista, devido à queda dos frutos, e também que o produto fique por muito tempo em contato com o solo em condições inapropriadas de umidade, além de favorecer a regeneração da espécie por meio da dispersão de frutos e sementes pelos animais”, diz um folder da empresa sobre o assunto.

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