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Primeiro bebê acreano a nascer em 2020 se chama Israel

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Pesando 3,4 quilos, o primeiro bebê acreano nascido em 2020 se chama Israel e nasceu às 3h44 desta quarta-feira, dia 1 de janeiro, na maternidade Barbara Heliodora, em Rio Branco. Filho do analista de Recursos Humanos, Adson Damasceno, de 33 anos, e da Dona de Casa,. Rosikelly Santos, de 31, a criança é o terceiro filho do casal.

Moradores do bairro Rosalinda, no Segundo Distrito de Rio Branco, os pais afirmaram ao ac24horas que a criança não estava programada para hoje, mas essa não foi a principal surpresa do casal: eles esperavam uma menina.

Segundo os pais, todos os exames feitos durante a gravidez atestavam que o bebê seria uma menina, tanto que todo o enxoval foi comprado da cor rosa. Se fosse menina, a neném se chamaria Aimêe.

O pai afirmou a reportagem que passou a virada do ano com sua esposa na Igreja Quadrangular localizada no bairro Belo Jardim e até então estava tudo bem quando Rosikelly começou a sentir fortes contrações. Ela deu entrada na maternidade por volta das 2h da madrugada.

“Cara é uma loucura! Fizemos três ultrassons e deu menina. Comprei todo o enxoval rosa e agora veio a surpresa que é um menino, é uma benção de Deus” disse o pai emocionado, que num primeiro momento não sabia que nome colocar no filho.

O videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, acompanhou todos os detalhes do parto de Israel. Ainda nesta quarta-feira, 1, a reportagem em vídeo deve ser disponibilizada no jornal. Quem tiver interesse em colaborar com a família, o telefone do pai Adson é o 68 99962-8308.

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Polícia Civil do Acre cria Força Tarefa e prende 38 criminosos

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Em resposta a sociedade acreana, o Delegado de Polícia Civil, Henrique Ferreira, pressionado por apresentar ações eficazes no combate a onda de violência que tomou conta de Rio Branco, concedeu uma entrevista coletiva, na manhã desta quarta-feira (22) para falar sobre a Operação “Sinapse”.

A operação que começou na madrugada desta quarta-feira (22) por volta das 4h, na capital e também em Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Porto Acre e Bujari, conseguiu realizar cerca de 38 mandados de prisão.

A entrevista coletiva foi comandada pelo Diretor-Geral da Polícia Civil (PC), José Henrique Ferreira, explicou que a Operação “Sinapse” vem sendo trabalhada há seis meses através de investigações sobre pessoas ligadas a organizações criminosas.

“Essa operação, já vem sendo trabalhada há seis meses. Essa operação é pontual, ela trata de investigar pessoas ligadas a organizações criminosas e hoje a Polícia Civil (PC), conseguiu efetuar a prisão de 38 pessoas. Muitas, ligadas a lideranças de organizações criminosas. Dessas 38 prisões efetuadas, 17 já estão no presídio e vão responder por novos crimes. Outros 20 presos na operação estavam soltas em Rio Branco, praticando crimes. Uma das prisões foi efetuada em Sena Madureira”, afirmou.

Um dos presos na operação portava um revólver calibre 38 e munição.

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Destaque 2

Mesmo com operação Fecha Fronteira, homicídios disparam no início do ano no Acre

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O governo do Acre, por meio dos órgãos que compõem o sistema de segurança pública do estado, deve apresentar nos próximos dias novas estratégias de enfrentamento ao crime.

A violência tem sido uma infeliz rotina diária para quem mora, principalmente, em Rio Branco.

No início do ano, o governo anunciou uma grande ação que prometia coibir o roubo de veículos e a incidência de crimes contra a vida. A Operação Fecha Fronteiras, de tempo indeterminado, acontece em 11 pontos estratégicos de Rio Branco e também nos acessos a fronteira do Acre com estados e países vizinhos.

A sensação é de que nada adiantou. Os assassinatos cresceram de forma assustadora no início do ano. Tanto que do dia primeiro de janeiro até este sábado, 18, com a chacina ocorrida na Transacreana, já se contabilizam no Acre, 30 assassinatos. É um índice alarmante de 1,66 execução por dia. A capital acreana concentra mais de 80% dos assassinatos.

Nas redes sociais, os internautas têm apontado alguns motivos para que a operação não esteja ajudando na diminuição dos crimes em Rio Branco. Uma delas seria que apesar das barreiras existirem, há pouca fiscalização. “Eu moro perto de um desses pontos de fiscalização e fiquei observando. A barreira tá lá, mas os policiais não fiscalizam nenhum veículo. Ficam conversando ou no celular, sem abordar, como vão descobrir se dentro do veículo há uma arma?”, afirma o morador que prefere não ser identificado.

A falta de fiscalização prometida também acontece nas fronteiras. Relatos dão conta de que a operação não está presente em todos os acessos a fronteira. O jornalista Jairo Barbosa publicou em uma rede social, fotos que mostram que em 200 quilômetros de estrada que liga o Acre ao Amazonas não há uma única viatura policial.

As fotos mostram o posto de Fiscalização IDAF/SEFAZ sem a presença policial.

O ac24horas conversou com o Coronel Ricardo Brandão, secretário adjunto de segurança pública do Acre, admite que há uma preocupação com os policias e o uso do celular durante o trabalho. “Ontem mesmo me reuni com os responsáveis pela coordenação operacional do Gefron e pedi providência de postura em relação a esse tipo de situação”, afirmou.

Mesmo com o grande número de assassinatos, Brandão afirma que a avaliação é positiva, mas admite que as forças de segurança não estão conseguindo evitar os crimes e que há uma urgente necessidade de novas estratégias que realmente deem resultado.

“A avaliação que fazemos é positiva, já que tivemos uma diminuição considerável no roubo de contra o patrimônio, principalmente de veículos. No entanto, no tocante dos crimes contra a vida, relacionados a briga de organizações criminosas, a operação não surtiu o efeito esperado. Nessa próxima semana, estamos reunindo todo o Sistema de Segurança Pública para o lançamento do plano de metas 2020 e ativação de outras estratégias para o combate mais direcionado aso crimes contra pessoas envolvendo as organizações criminosas” afirma Brandão.

O secretário adjunto confirma que não há Operação Fecha Fronteira na BR-317, que liga o Acre ao Amazonas. “Realmente na estratégia inicial a operação foi direcionada para fechar a fronteira com Rondônia e com a Bolívia. Para Boca do Acre não temos perna suficiente. Tivemos uma conversa com a PRF, já que é uma estrada federal, e ao longo dos próximos dias vamos traçar estratégias conjuntas para compartilhar essa responsabilidade e ampliar nossa capacidade de atuação”, destaca.

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