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“2019 foi um ano de muitos erros, mas também de muitos acertos”, diz Gladson Cameli

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O governador Gladson Cameli (Progressista) participou do programa Boa Conversa, apresentado pelos jornalistas Luís Carlos Moreira Jorge e Astério Moreira deste ac24horas. Apesar de agradecido, se diz insatisfeito e angustiado com os problemas na Saúde e Segurança que parecem não ter solução apesar de todos os esforços e investimentos do governo. Ele disse que no começo da gestão criticava sua equipe. “Não faço mais, mas eles vão ter que se entender porque eu não aguento mais está administrando conflitos internos quando tem muita coisa a ser feita pelo Acre”, desabafa..

No plano político revelou que já agendou para início de janeiro uma conversa com toda a Executiva do MDB. “A partir do dia dez vou fazer política”. Sua intenção é respeitar a decisão de todos os partidos que compõem o governo que lançarem candidatos. “Se não for possível no primeiro, no segundo junta todo mundo”. Sobre o vice-governador Rocha afirmou ter um sentimento de gratidão. “Agradeço ao Rocha porque me ajuda muito no governo, todos os passos que ele dá na política conversa comigo, me informa. “Se alguém estiver pensando que vou me desentender com o Rocha está muito enganado”. Falou da vinda de recursos e que será um ano de grandes investimentos. Em relação ao senador Petecão disse que é um grande amigo. Veja a entrevista completa.

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Extra Total 2

Membros do CV são denunciados por comercializar mais de 600 quilos de drogas no Acre e RN

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IMAGEM ILUSTRATIVA

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou, nesta segunda-feira (27), 22 integrantes de organização criminosa (Orcrim) de tráfico internacional de drogas, ligada à facção carioca Comando Vermelho, com núcleos de atuação no Acre e no Rio Grande do Norte. Entre 2017 e 2019, o grupo foi responsável pela comercialização de mais de 500 kg de cocaína e 120 kg de maconha.

De acordo com o MPF, os réus “se associaram para o fim de praticar, de forma reiterada e profissional o tráfico ilícito de entorpecentes em âmbito transnacional, com desenvolvimento de organização criminosa estruturalmente ordenada”. A cocaína era trazida da Bolívia e entrava no Brasil através do Acre. Já a maconha era levada para a região Norte, a partir do RN. A Orcrim também executava as tarefas de transporte, armazenamento, coleta, transformação química e distribuição das drogas. Parte do grupo é acusada, ainda, de ocultação e simulação dos valores obtidos com o tráfico.

Segundo a Polícia Federal (PF), com a “interceptação e realizando diversos cruzamentos de dados, fica clara a existência de um grupo voltado para o tráfico de drogas que abastece o estado do Rio Grande do Norte.” Também ficou evidente que a organização buscava a aquisição ilegal de armas de fogo e que seus integrantes utilizavam documentos falsos para dificultar a identificação.

Os denunciados, com diferentes funções e graus de participação, devem responder pelos crimes de tráfico transnacional de entorpecentes, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de ativos. O processo tramita na Justiça Federal sob o número 0800395-02.2020.4.05.8400.

Os réus são: Gilson Limeira da Silva (“Mossoró”), Alailson Farias da Costa, Alyson David da Silva, Rayane Karine Araújo dos Santos, José Francisco Leandresson Silva de Almeida, Kennedy de Oliveira Rodrigues, Raimundo Rosalves Bezerra Filho, Raimundo Nonato Filho da Silva (“Caboquinho”), Tiago Antônio Novais Almeida, Diogo Souza de Oliveira, Dorion Maia de Souza (“Doró”), Francisco Cosmo Maia de Souza, Samara Camurça de Souza, Breno de Araújo Almeida, Daniel Melo da Silva, Alessandro de Souza Silva, Marcos Antônio Alves da Silva, Antoniomar da Silva Ribeiro (“Gauchinho”), Edivaldo da Cruz Barbosa (“Jucá”), Rosildo Alves Jenuíno (“Rossi”), Francisco Diógenes de Almeida (“Chocolate”) e Pedro Bezerra de Oliveira.

Diálogos

A investigação teve início a partir da apreensão de aparelhos telefônicos na Penitenciária Estadual de Parnamirim/RN, em 2017. A PF passou a monitorar as atividades do grupo. Entre as provas da investigação estão 10 períodos de interceptação telefônica, autorizados pela 2a Vara da Justiça Federal no RN, entre 2017 e 2019. Mesmo com a apreensão de drogas e prisão de integrantes, a organização permaneceu ativa.

A PF relatou que “termos dissimulados como ‘mistura’, ‘branco’, ‘malote’ e por vezes até termos explícitos como ‘droga’ são constantes usados” pelos investigados. Os diálogos monitorados revelaram toda a operação criminosa, como a articulação para aquisição de imóveis e veículos, além dos serviços de adaptação de fundos falsos e assoalhos para o esconderijo das drogas, chamado de “mocó”. Também foi possível conhecer a rotina e logística da Orcrim, como a constante troca de números de telefone, negociações de preços e discussões sobre a “qualidade” das drogas.

Operação

Em 13 de março de 2018, policiais rodoviários federais apreenderam ônibus pertencente à Orcrim, na BR 364, em Mato Grosso, com quase 245 kg de cocaína embaixo do assoalho. Já em 5 de junho do mesmo ano, o líder do grupo, Gilson Limeira da Silva (conhecido como “Mossoró”) foi preso em flagrante com 10 kg de droga, quatro veículos e cerca de R$ 100 mil em espécie. Ainda assim, a denúncia ressalta que “a facção criminosa continuou atuando e escalou outros agentes para continuar o processo de tráfico internacional de entorpecentes.”

Em 29 de junho, a PF monitorou a chegada na Região Metropolitana de Natal de carreta do grupo com 277 kg de cocaína em fundo falso. A droga seria descarregada em um sítio em São José de Mipibu.

Advogada

Entre os denunciados, está a advogada Rayane Karine Araújo dos Santos. O MPF ressalta que ela “utilizava a sua condição de advogada para servir de ‘menina de recado’ entre membros de facções criminosas, contribuindo para a continuidade das atividades ilícitas (…) não se resumindo a realizar aconselhamento jurídico, o que seria típico da atividade da advocacia.” Ligações interceptadas registraram seu pleno envolvimento com as atividades da Orcrim. Após a prisão do líder, ela passou informações sobre a distribuição do carregamento de droga em trânsito. Rayane também alertou membros sobre as operações da PF, orientando-os a “sumir”.

Atuação

O MPF tem competência para atuar em crimes de tráfico de drogas com caráter transnacional e casos conexos, junto à Justiça Federal. Só no último ano, 31 procedimentos sobre o tema foram autuados no RN. De 2015 a 2019, a média é de mais de 28 novos procedimentos por ano.

Em dezembro, o MPF já havia apresentado denúncia contra outro grupo criminoso formado por cinco homens, que foram presos em flagrante, em Parnamirim (RN), com mais de uma tonelada de cocaína.

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Na rede

Policiais penais frustram tentativa de fuga no presídio Manoel Neri

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Seis presos do Complexo Penitenciário Manoel Neri em Cruzeiro do Sul, tentaram fugir do local no final de semana, mas o início do buraco no teto de uma cela foi descoberto pelos Policiais Penais durante revista no fim da tarde de sexta-feira, 24.

Os presos que planejaram a fuga são do Bloco 02 e pertencem a uma facção criminosa.

O diretor do Complexo, Missael Melo, conta que o teto é uma laje e que os presos usaram ferro para iniciar o buraco. “A princípio os presos começaram o buraco com o ferro que fica no eixo do ventilador, com esse eixo eles tiram mais ferros da parede. A fuga foi evitada por conta da intensificação das revistas estruturais realizadas pelos polícias penais”, conclui o diretor afirmando que em Cruzeiro do Sul os presos não fazem greve de fome, como a que acontece no presídio na capital.

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