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Saiba o que fazer para acalmar o seu pet na hora dos fogos no Acre

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As festividades de fim de ano estão chegando e com ela as comemorações com fogos de artifício. Você que tem a companhia de um pet, sabe muito bem que esses dias podem ser de preocupação. Isso porque cães e gatos possuem a audição mais aguçada que a dos humanos e, consequentemente, são mais sensíveis ao barulho.

O ac24horas entrevistou o médico veterinário da Villa Pet Shop, Pedro Augusto, 28 anos, que recomendou aos donos de pets para que fiquem atentos a sinais de medo, ansiedade, inquietação. Ele disse que os sons e as luzes das queimas de fogos, seja pelo simples medo do barulho ensurdecedor, ou agitação do ambiente, os animais podem apresentar sinais clínicos de doenças pré existentes, no caso de animais com síndrome epiléptica podem convulsionar, ou animais cardiopatas, com arritmias cardíacas.

Augusto passou algumas instruções aos donos de pets que não tem como evitar a queima de fogos. “Não deixe seu animal sozinho, preso ou acorrentado, coloque-o por perto criando um ambiente para que ele se sinta seguro. Se existir risco de fuga, ou more em lugares altos, como prédios, feche portas e janelas para que o animal não se desespere e tente escapar e corra o risco de se acidentar. Acalme-o brincando, ou dando algum petisco para que se distraia”, afirmou

Por fim, o veterinário alertou para caso o animal precise de algum cuidado especial, ou sofra de doenças que gerem risco a sua saúde, ele recomendou a procura de um veterinário para saber se é necessário uso de medicações relaxantes e tranquilizantes, sempre evitando a medicação por conta própria, para que não haja efeitos colaterais indesejados.

Queima de Fogos na Gameleira!

A boa notícia ficou por conta da Prefeitura de Rio Branco que anunciou na última quinta-feira (26) que os fogos utilizados, na Gameleira, esse ano irão fazer menos barulho e terá mais efeitos de luz. A boa notícia agrada, em especial, os donos de animais. A queima deve durar por volta de 15 minutos.

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Acre

Área desmatada dobra no Acre entre agosto e dezembro de 2019

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Acre contribuiu com 2% do desflorestamento na Amazônia em dezembro de 2019 desmatando e degradando 3 km². Já entre os meses de agosto de 2018 e igual período de 2019 o desmatamento cresceu 100%. Foram derrubados 119 km² no período agosto-dezembro 2018 e no ano seguinte, nesse mesmo tempo, 238 km².

Os dados são do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Na Amazônia a área derrubada entre agosto e dezembro 2019 representa 67% a mais do que o que foi registrado, pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), plataforma usada pelo Imazon, em 2018 –ano que teve 1.706 km² desmatados.

Entre agosto e dezembro de 2019, 2.852 km² de florestas foram derrubados na Amazônia. A maior parte das matas perdidas no último mês do ano passado foi no Pará: 47% de 227 km².

O Imazon classifica desmatamento como o corte raso, que é a remoção completa da vegetação florestal. Geralmente, é a formação de áreas de pasto. Já a degradação é caracterizada pela extração das árvores, que costumam abastecer o mercado da madeira. Outros exemplos de degradação são os incêndios florestais — controlados ou não, em áreas privadas — mas que acabam atingindo a floresta e se alastrando.

 

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Acre

Alunos da Escola da Floresta cobram conclusão de cursos

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A exemplo do que aconteceu com os estudantes da Escola Técnica em Saúde Maria Moreira da Rocha, onde centenas deles foram atraídos com a promessa de fazer o ensino médio e um curso técnico profissionalizante ao mesmo tempo e viram a expectativa se transformar em frustração com a paralisação dos cursos técnicos, os estudantes da Escola da Floresta, antigo Colégio Agrícola, vivem situação semelhante.

Os estudantes contam que a proposta de integração entre o nível médio e curso técnico funcionou nos dois primeiros anos, até 2018.

No ano seguinte, quando começou a nova gestão estadual, ano que seria o último para a conclusão dos cursos de Técnico em Floresta e Técnico em Agroecologia, veio a surpresa: os alunos não tiveram um dia sequer de aula da qualificação técnica.

Resultado é que os estudantes terminaram o ensino médio, mas, por falta de um ano, não conseguiram concluir o ensino técnico e não estão saindo da escola com uma profissão, como era o sonho da maioria.

“Tinha estudante que vinha do quilômetro 100, pegava dois ônibus para chegar na escola. Eu conheço um aluno que andava 20 quilômetros, já que boa parte é da zona rural”, afirma a estudante Amanda Maia.

A estudante conta ainda que governo fez diversas promessas de início das aulas e chegou a apresentar aos alunos um edital para a contratação dos professores. “Eles enganaram a gente. Nos três primeiros meses de aula, disseram que iam mandar os professores dos cursos técnicos e nunca mandaram. Como nós fizemos pressão, eles entregaram uma cópia de um edital dizendo que iam contratar os professores. Estamos esperando até hoje”, diz Amanda.

Além da frustração do sonho, não concluir o curso técnico implica perder oportunidades. O IDAF lançou há poucos dias um concurso para contratação de técnicos em defesa agropecuária e florestal. Como não terminaram os curso, os estudantes não podem concorrer as vagas.

O ac24horas consultou o Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica do Acre (IEPTEC). Ana Abreu, do departamento pedagógico do instituto, foi designada pelo presidente do órgão, Francineudo Costa, para falar sobre o assunto. “Nós estamos no processo de desmembramento das turmas do integrado junto com o Conselho Estadual de Educação e acompanhamento do Ministério Público. O conselho já autorizou e agora vai determinar quem é a escola guardiã que vai certificar os alunos”, diz.

A resposta nem de longe atende aos anseios dos estudantes. A certificação é uma obrigação, já que foi concluído o ensino médio. A grande dúvida é o que vai acontecer com os dois anos de curso profissionalizante. Os estudantes terão a oportunidade de terminar a qualificação técnica? existe alguma movimentação do Ieptec para resolver essa situação? são questionamentos que os jovens cobram uma resposta, mas que ainda não foram respondidos pelo governo.

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