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Católicos comparecem em massa na última Missa de 2019, na Catedral de Rio Branco

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Na última noite de 2019, terça-feira (31), foi realizada a tradicional Missa de Ano Novo, na Catedral Nossa Senhora de Nazaré, em Rio Branco. Católicos lotaram a última missa do ano que foi ministrada pelo Bispo Dom Joaquim Pertinez.

Na catedral, as orações e louvores começaram às 19h. A missa reuniu mais de mil pessoas e contou com a procissão do menino Jesus até o altar da Catedral feita pelos jovens da Igreja.

Durante a ministração do Evangelho de Cristo, o Bispo Dom Joaquim falou sobre o amor e a gratidão, convidando os participantes da missa a orarem e agradecerem a Deus pelo ano de 2019.

O Bispo começou a sua fala aos fiéis ressaltando que não existem caminhos sozinhos no mundo, e que Jesus Cristo está sempre andando com todos mesmo com as provações que todos os fiéis enfrentam.

“Não existe caminhos sem provações, sempre iremos encontrar obstáculos, mas tudo isso é para ser superado. Portanto, não existe vitórias sem batalhas. Jesus está sempre andando conosco”, disse.

O Bispo dedicou também um tempo da missa para falar de gratidão e que os fiéis devem agradecer as pessoas que ajudaram na caminhada: colegas, famílias e amigos.

Encerrando sua fala, Dom Joaquim pediu a todos os fiéis um coração cheio de paz em 2020, principalmente nas famílias com esse momento de tanta violência.

“É importante ter um coração de paz e limpo nas nossas famílias e, em momento de tanta violência de pai contra filho, marido contra esposa. Jesus veio ao mundo através de uma família e Ele é chamado de príncipe da paz e devemos levar a palavra dele para as nossas famílias e as comunidades”, afirmou.

Por fim, os fiéis se encaminharam ao Altar da Catedral com plaquinhas dizendo: paz, amor, felicidade, prosperidade, esperança e caridade.

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Acre 01

Mulher que vinha de Rondônia ao Acre morre atropelada por ônibus na balsa do rio Madeira

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Uma mulher morreu nesta sexta-feira, 24, depois de ser atropelada por um ônibus da Eucatur na saída da balsa que liga Rondônia ao Acre, no rio Madeira. Em nota divulgada, a empresa de transporte diz que está apurando as causas do acidente e que as informações ainda são “inconsistentes”.

Segundo a própria Eucatur, a passageira viajava para Rio Branco (AC) acompanhada de familiares. No processo de travessia da balsa, em Porto Velho, o ônibus acabou passando por cima da mulher. A mulher morreu na hora.

Informações divulgadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), às 9h55, dizem que foram duas passageiras atropeladas pelo ônibus, sendo que uma morreu na hora e a outra ficou ferida. Os nomes das vítimas não foram divulgados.

A Eucatur diz ter enviado uma equipe ao local do acidente para levantar informações sobre a causa do atropelamento. A empresa ressaltou estar prestando toda assistência necessária aos familiares das vítimas.

Em nota, a Eucatur reiterou que os demais passageiros do ônibus foram realocados em outro veículo e seguiram viagem. A balsa segue operando regularmente no rio Madeira, informou a polícia.

G1/Rondônia

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Acre 01

Segurança Pública descarta que ação de igreja tenha facilitado fuga de presos do Pavilhão L

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A fuga de 26 detentos do presídio estadual Francisco D’Oliveira Conde, na última segunda-feira, em Rio Branco, ocorreu no Pavilhão L, mesmo local que, no início deste mês de janeiro, sediou três dias de um evento evangélico denominado “Encontro com Deus”. Foi a primeira vez que o presídio permitiu uma ação parecida, reunindo centenas de reeducandos e seus familiares. Dias depois, aconteceu a fuga. Foi o suficiente para algumas pessoas, inclusive do próprio sistema de segurança pública do Acre, cogitarem que a ação religiosa pode ter influenciado no caos.

Diversas hipóteses foram levantadas apontando que as atividades – repletas de músicas, orações e ministrações, podem ter omitido sons e favorecido os presos, que teriam aproveitado o momento de barulho intenso para quebrar a parede sem serem descobertos. Nessa quinta-feira, 24, o secretário de segurança pública, coronel Paulo Cézar Santos, descartou qualquer uma dessas hipóteses.

Segundo o gestor, as igrejas são, hoje, grandes parceiras no processo de desconstrução da juventude que envereda pelo mundo do crime. “Não podemos penalizar a atuação de uma igreja nesse momento. Temos diversas igrejas realizando um trabalho importante para o sistema”, diz Paulo Cézar.

O secretário lembra que o caminho do crime leva a morte ou à cadeia, por isso “nossa grande parceira hoje é a igreja, independente de denominação religiosa, que vem exercendo um papel fundamental em todas as vertentes”, garante.

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