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Balseiros dificultam navegação de catraias e deixam bairro novamente sem água

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Definitivamente, o fim de ano em 2019 não será plenamente positivo para os moradores do bairro Sibéria, localizado no outro lado do Rio Acre, em Xapuri.

Depois de passar o Natal sem água, em razão de um rompimento na rede do Departamento de Água e Saneamento (Depasa), que passa sob o rio, a comunidade está novamente sem abastecimento.

Segundo o relato de moradores nas redes sociais, a tubulação foi mais uma vez rompida pelos balseiros, que chegaram com uma nova subida do nível do rio, que elevou dois metros – 6,12m para 8,12m – nas últimas 24 horas.

O fornecimento de água fora restabelecido na última sexta-feira, 27, depois uma verdadeira operação realizada pelo Depasa para refazer a rede, no entanto, não foram colocados pesos para que a tubulação afundasse.

Na flor da água, os canos começaram a acumular os balseiros e não suportaram o peso, rompendo-se mais uma vez.

O acúmulo de balseiros – troncos de árvores e restos de vegetação arrastados pela enchente – também está dificultando e levando riscos à navegação das catraias entre as duas margens do rio.

Nesta segunda-feira, 30, uma embarcação com passageiros chegou a ser prensada pelos entulhos contra uma das margens, segundo postagem feita pelo vereador Sebastião Teles, morador do bairro.

Outro vereador, Joseni Oliveira, também morador da comunidade, fez críticas à direção do Depasa no município e atribuiu a situação à “falta de competência e de respeito do órgão para com a população”.

O gerente do escritório do Depasa em Xapuri, Marcos Mansour, afirmou à reportagem do ac24horas que “providências já estão sendo tomadas”.

No último rompimento ocorrido, o bairro Sibéria ficou quase 20 dias sem o fornecimento de água tratada.




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Acre tem que reduzir despesas em 6% para adequação à Lei de Responsabilidade Fiscal

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O Acre está representado na reunião desta terça-feira (28) do Conselho Fazendário (Consefaz) que debate temas como Pacto Federativo, Federalismo Fiscal, Fundos Públicos e as PEC’s (nº 185,186 e 188) – projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional.

A secretária de Fazenda, Semírames Dias, busca repactuar a dívida do governo do Estado com a União, para equacionar o problema da redução das despesas com a folha de pagamento que já ultrapassa o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

O Acre gasta com os servidores ativos e inativos a bagatela de 55,17% da sua receita corrente líquida com a folha de pagamento e o governador Gladson Cameli precisará reduzir as despesas em pelo menos 6% do limite prudencial estipulado em torno de 49%, conforme recomendação da legislação atual.

(CN/A Tribuna)




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Lei institui exame para constatar predisposição a trombose antes de tomar anticoncepcional

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O governo do Acre sancionou o projeto da deputada estadual Meire Serafim (MDB) que determina que as mulheres acreanas passem por exame para constatar predisposição a trombose antes de tomar anticoncepcional. O objetivo é detectar e combater a trombofilia antes da prescrição médica do anticoncepcional.

A Lei, de Nº 3.611/2020, foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) neste mês de janeiro de 2020 e diz que o poder Executivo deve criar mecanismos de monitoramento e avaliação de políticas e estratégias e meios de prevenção, cuidados para garantir a efetivação da lei.

A ideia para criação da Lei, segundo a parlamentar surgiu em meio a “inúmeros casos de trombose em mulheres estão sendo relacionados ao uso de anticoncepcional”. Segundo Meire, não havia uma prática pelos médicos de solicitarem exame para detectar a trombofilia antes de prescreverem contraceptivos hormonais às mulheres. “Trata-se de um simples procedimento que, certamente, pode salvar muitas vidas”, explica.

A Lei visa fazer com que todas as prescrições de anticoncepcionais femininos por médicos no Estado do Acre sejam, obrigatoriamente, precedidas de exames para a detecção de trombofilia.

Como justificativa, a deputada afirma que a intenção é “diminuir os casos de tromboembolismo decorrentes do uso de anticoncepcionais femininos”. A Trombofilia é uma predisposição para desenvolver trombose, causada por defeitos na coagulação do sangue, que favorecem a formação de coágulos (trombos). A doença não pode ser hereditária ou adquirida.

 




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