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Servidores denunciam descontos irregulares no 13º e falta de pagamento dos plantões extras

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Quem não está nada satisfeito com o pagamento neste final de ano são os servidores da saúde, já que os bolsos estão bem menos cheios do que se esperava. Os motivos são dois, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac).

O primeiro é em relação ao décimo terceiro salário, que metade foi pago em julho e a outra metade agora em dezembro. “Na primeira parcela, o governo não pagou realmente o que correspondia os 50% dos servidores. Teve servidores que tiveram desconto na insalubridade e redução no salário base. Foram descontos irregulares de 100 até 800 reais. Foram vários descontos indevidos. Segundo a própria Sesacre foi um erro e eles estão fazendo uma folha suplementar para pagar o que foi descontado de forma indevida do décimo”, afirma Adailton Cruz, presidente do Sintesac.

A outra bronca é em relação ao pagamento dos plantões extras ainda do mês de novembro, já que é normal o pagamento ser feito no mês seguinte.

A reclamação dos servidores é que esses plantões extras para boa parte representa quase 50% do que é recebido no final do mês. Ou seja, sem esse pagamento é como se um médico ou uma enfermeira só estivesse recebendo metade de seu salário habitual. “Está o maior alvoroço em todo o estado, principalmente em relação a essas horas extras. É metade do salário. O governo afirma que houve um erro e a promessa é que saia até esta terça-feira, 31. Vamos continuar acompanhando”, afirma Adailton.

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Acre 01

Presidiário em condicional é perseguido por faccionados e executado com seis tiros

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Mais um homicídio com características de execução foi registrado na Capital. O presidiário monitorado por tornozeleira eletrônica Mateus Figueiredo dos Santos, de 21 anos, foi morto com seis tiros na tarde desta segunda-feira (27). O crime aconteceu na rua Osvaldo Miranda,  no Conjunto Laélia Alcântara, na região do bairro Calafate, em Rio Branco.

De acordo com informações da polícia repassadas a reportagem do ac24horas, Mateus estava em sua residência quando dois homens não identificados, membros de uma facção, chegaram numa motocicleta, desceram, o chamaram na frente da casa. Quando o jovem saiu, um dos criminosos em posse de uma arma de fogo começou a atirar, Mateus correu para dentro de casa, pulou a janela e em seguida pulou a cerca de madeira. O jovem foi perseguido na rua por cerca de 100 metros e foi atingido com seis tiros na região das costas, braço, peito e no pescoço e caiu dentro de uma casa de oração. Após a ação os bandidos fugiram tomando rumo ignorado.

A área foi isolada pela Polícia Militar para os trabalhos dos peritos em criminalística, em seguida colheram as características dos autores do crime, fizeram rondas na região em busca de prendê-los, mas ninguém foi encontrado.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

O caso segue sob investigação dos Agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Segundo informações de familiares já havia se desligado da organização e estava frequentando uma igreja no bairro.

A polícia acredita que a motivação do crime é a guerra entre facções.

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Acre 01

Detentos de seis pavilhões da FOC iniciam greve de fome contra atitudes tomadas pelo IAPEN

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Uma carta enviada à redação do ac24horas feita por presos que estão no presídio Francisco D’Oliveira Conde denuncia o que eles chamam de humilhação e perseguição por parte do IAPEN após a fuga em massa de 26 detentos da unidade prisional.

“Por causa dessa fuga nós vem (sic) sofrendo opressão, abuso de poder e constantes humilhações por parte dos agentes. Cortaram o nosso banho de sol, visita íntima e tiraram todas as televisões dos pavilhões”, diz um trecho da carta.

Os presos denunciam ainda que estão recebendo comida estragada e que os agentes estariam se negando a trocar a alimentação. “no dia 23, algumas marmitas vieram estragadas, azedas e os agentes não quiseram trocar. Neste domingo, o café da manhã veio todo azedo”.

Como forma de protesto, agentes que estão de plantão nesta segunda-feira, 27, no Francisco D’Oliveira Conde e o próprio IAPEN, confirmaram que detentos de seis pavilhões rejeitaram o café da manhã e deram início a uma greve de fome.

Os presos dos pavilhões B, C, D, E, O e P entraram em greve de fome. A expectativa é que o movimento também chegue ao chapão, como é denominado onde estão os pavilhões J, K e L. Este último foi onde aconteceu a fuga dos 26 presos.

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