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Após ser exonerado da Seinfra, Thiago Caetano faz desabafo sobre “falsos amigos”

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O ex-titular da Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, a Seinfra, fez uma publicação por meio de seu perfil no Facebook tratando de sua exoneração da pasta. Thiago Caetano afirma que essa sexta-feira, 27, dia em que o governo oficializou no Diário Oficial do Estado (DOE) sua retirada da Seinfra, foi um dos dias que mais aprendeu na vida.

A publicação sugere que sua saída da Seinfra pode não ter sido tão amigável assim. “Aprendi que quando estamos no chão, caído, muitos aproveitam para pisar, para tentar ficar um pouco maior, nem que seja um palmo do chão… Aprendi que muitas vezes, para aqueles que estendemos a mão, quando ninguém mais estendeu, são os primeiros a tentar nos empurrar e encolher seus braços”, escreveu o ex-secretário.

Segundo Caetano, não está fácil de encontrar “caráter e lealdade”. “Mas aprendi também que, em tempos de crises, é quando descobrimos os verdadeiros amigos e pessoas com quem podemos contar… Aprendi que mais vale um punhado de amigos leais, que uma multidão de falsos amigos”.

Após o desabafo, Caetano agradeceu quem fez parte de sua equipe enquanto esteve à frente da Seinfra e que defenderam seu trabalho de alguma forma. “Gratidão e Lealdade são características que valorizo muito”, finalizou.

Thiago ainda destacou as principais ações que realizou enquanto secretário durante 11 meses. Ele cita 12 obras, incluindo a conclusão do Pronto Socorro; restauração da AC-040, conclusão da UPA de Cruzeiro do Sul, entre outras.

“E não vou nem comentar sobre outras grandes conquistas como as dezenas de projetos realizados, do pioneirismo na implantação do SEI, da inovação ao criar o Manual de Gestão e Procedimentos da Seinfra, das oficinas, cursos profissionalizantes, entrega de casas, de centenas de Títulos Definitivos”, lamentou.

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Acre 01

Videomaker do ac24horas mostra os bastidores da Festa de São Sebastião, em Xapuri

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Em mais um ano, a Festa de São Sebastião movimentou a economia e o turismo da cidade de Xapuri, também conhecida como ‘A Princesinha do Acre’. O videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, mostra todos os bastidores e acontecimentos mais marcantes da procissão que fechou os festejos e celebrações da 18ª edição do Novenário do Santo Padroeiro, no vídeo deste domingo (26).

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Este ano, o slogan da festa foi “O esplendor da fé no coração de Xapuri”. O município, distante 188 quilômetros da capital acreana, Rio Branco, reuniu cerca de 15 mil pessoas, segundo a paróquia de Xapuri, que acompanharam o cortejo com a imagem do mártir cristão pelas principais ruas da cidade.

As celebrações do último dia 20 de janeiro retratam a devoção e fé dos fiéis, que chegara de todos os lados à cidade. O cortejo principal percorreu cerca de cinco quilômetros e retornou a igreja de São Sebastião, onde os romeiros foram abençoados pelo pároco Francisco das Chagas Monteiro. A festa religiosa foi encerrada com queima de fogos e muita música.

Assista:

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Acre 01

Socorro Neri realizará consulta pública para debater a tarifa do transporte coletivo

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A prefeita Socorro Neri propõe a realização de uma audiência pública para debater a tarifa do transporte coletivo em Rio Branco. “Nos próximos dias realizaremos uma consulta pública para ampliar essa discussão com as instituições e sociedade”, disse a prefeita.

Ela diz que a Prefeitura está monitorando, “com preocupação”, a situação do sistema de transporte coletivo. “Situação que não é exclusiva da nossa capital”, diz, lembrando que o entendimento de quem estuda o assunto é de que o transporte coletivo precisa ser política de Estado, com financiamento público. Hoje quem financia o transporte coletivo são os próprios usuários.

Ao ac24horas ela recordou que em Rio Branco, desde 2013, a prefeitura subvenciona a tarifa dos estudantes que vem sendo mantida a R$1. E, alerta ela, já chegou a subvencionar trinta centavos na tarifa geral, utilizando débitos das empresas com tributos municipais. A última revisão da tarifa ocorreu em julho de 2018.

“Desde então o transporte coletivo tem tido uma queda muito acentuada no número de passageiros, coisa de mais de dois milhões no último ano”, conta, completando que “as razões dessa queda no número de usuários são de todos conhecidas: estagnação econômica com a retração do setor da construção civil e concorrência de outros modais de transporte público”.

Já é praticamente consensual dos envolvidos na questão que a debandada de passageiros pode aumentar a depender do reajuste tarifário. “Nas discussões que temos realizado com o sindicato dos trabalhadores e o sindicato das empresas, temos chegado ao entendimento de que os usuários não teriam condições de absorver o aumento, o que poderia contribuiria para o aumento da evasão de passageiros”, conta Socorro Neri.

E ela pergunta: “que medidas tomar para buscar o equilíbrio do sistema sem onerar o usuário? Não há solução simples para uma questão complexa e socialmente relevante como essa. Ninguém discute a importância de manter os ônibus circulando porque são eles que atendem os nossos estudantes e os cidadãos que, por lei, têm direito à gratuidade (idosos, pessoas com deficiência, dentre outros segmentos), além das rotas que não são atrativas para outros modais”.

No momento o que vem sendo é a análise das possibilidades de amenizar o possível desequilíbrio sem repassar o custo direto ao usuário, “pelas razões mencionadas acima, e sem desoneração, em razão dos impedimentos da Lei de Responsabilidade Fiscal – por estarmos no último ano da gestão, e da legislação eleitoral”.

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