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Skank é a droga da vez: mais um carregamento saído do Acre é retido

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São cada vez mais comuns as apreensões de skank, a supermaconha, no Acre ou envolvendo pessoas do Acre. Levantamento realizado pelo ac24horas mostra que, em 2019, já são mais de 110 quilos dessa droga retirados do mercado pelas polícias Civil, Rodoviária Federal, Militar e Federal dentro ou fora do Estado. O dado não é oficial e pode ser maior.

Só neste mês de dezembro foram três apreensões, uma pela Federal outra pela PRF –todas fora do Acre. Esta última ocorreu em Vilhena, nesta quarta-feira (25). Um carro de passeio foi abordado pela PRF na fronteira entre Rondônia e Mato Grosso durante a Operação Rodovida.

Ao revistarem o interior do carro, os PRFs encontraram 3,075 kg de skunk além de relógios e bebidas alcoólicas. “Quando questionados sobre a origem e destino do entorpecente, os detidos disseram que foi a droga foi adquirida no município de Brasiléia e que seria transportada até Itajaí, em Santa Catarina”, informou a PRF.

A química Líria Alves, da equipe Brasil Escola, explica detalhadamente o que é skank: é uma droga mais potente que a maconha, ambas são retiradas da espécie cannabis sativa e, por esse motivo, possuem em suas composições o mesmo princípio ativo -o THC (Tetra-hidro-canabinol).

A diferença é proveniente do cultivo da planta em laboratório. O preparo da Cannabis sativa para obtenção do Skank é feito em estufas com tecnologia hidropônica. Segundo estudos, no skank há um índice de THC sete vezes maior que na maconha. A porcentagem chega até 17,5%, sendo que na maconha é de 2,5%. Sendo assim, a quantidade necessária para entorpecer o indivíduo é bem menor.

A droga começa a ser absorvida pelo fígado até que o composto THC alcance o cérebro e o aparelho reprodutor. A espécie Skank é mais entorpecente que a maconha, seu uso leva a alterações da serotonina e da dopamina no organismo, e fazem o indivíduo ter dificuldades de concentração por provocar danos aos neurônios. Provoca também lapsos de memória e afeta a coordenação motora.

Em geral, os efeitos da droga skank são semelhantes aos da maconha: excitação, aumento de apetite por doces, olhos vermelhos, pupilas dilatadas, alucinações e distúrbios na percepção de tempo e espaço.

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Cotidiano

Casal é preso com cocaína durante abordagem da polícia no bairro Vitória

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Uma ação dos Policiais Militares do Tático do 3° Batalhão resultou na prisão de um casal e na apreensão entorpecentes na noite desta quarta-feira, 30. A prisão aconteceu na rua São Raimundo, no Bairro Vitória em Rio Branco.

A polícia estava fazendo um patrulhamento de rotina na região quando avistou o casal em ação suspeita em uma motocicleta CB300, de cor vermelha, placa NXR-9352.

Foi feita a abordagem e durante a revista pessoal foi encontrado em posse do casal 9 sacos pequeno aparentando ser cocaína de em uma bolsa, totalizando 900 gramas da droga.

Diante do fatos foi dada voz de prisão e os criminosos foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes (Defla) para os devidos procedimentos.

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Cotidiano

De 128 internações no Acre, 79 testam positivo para Covid-19 e 32 estão em UTIs

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A taxa geral de ocupação de leitos de Unidade Tratamento Intensivo (UTI) exclusivos para pacientes com a Covid-19 no Acre está em torno de 34,4%. Os dados são do boletim desta quarta-feira (30). Os dados são do Boletim de Assistência ao Enfrentamento da Covid-19, emitido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O boletim mostra a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), por especialidade do leito e por regional.

Segundo dados oficiais, das 128 internações em leitos do SUS, 79 testaram positivo para Covid-19, ou seja, a maioria das pessoas que buscam atendimento médico foram infectadas pelo vírus.

Na região do Baixo Acre, que engloba as cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Plácido de Castro e Acrelândia, das 70 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), 28 estão ocupadas registrando uma taxa de ocupação de 40%.

Já região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 20 leitos de UTI existentes, três estão ocupados, registrando 15% de ocupação. Os leitos clínicos somam 95 e 24 estão ocupados, registrando 25,3% de ocupação.

Já regional do Alto Acre, que engloba as cidades de Brasileia e Epitaciolândia, nenhum leito de enfermaria está ocupado, num total de 19 leitos disponíveis. A regional do Alto Acre é a única que não tem leitos de UTI para a Covid-19.

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Cotidiano

Universidade Federal do Acre lança editais com bolsas que vão de R$ 400 a R$ 750

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A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio da Pró-Reitora de Graduação (Prograd), está com editais de bolsas abertos para inscrições até o dia 6 de outubro.

A primeira bolsa trata da seleção de professores preceptores do Programa Institucional de Residência Pedagógica. Será concedida bolsa ao professor participante do subprojeto no valor de R$ 750 mensais.

Na mesma categoria, a Ufac abriu inscrições para a seleção de alunos bolsistas e voluntários do Programa Institucional de Residência Pedagógica, com bolsa no valor de R$ 400 mensais.

Há também o processo seletivo para composição do Quadro de Bolsistas e Cadastro de Reserva de Supervisores (as) do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid). A bolsa será de R$ 750,00 mensais.

Encerrando a Ufac lançou o processo seletivo para a Composição do Quadro de Bolsistas, Voluntários e Cadastro de Reserva para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid). Será concedida bolsa de iniciação à docência ao aluno e à aluna participante do subprojeto no valor de R$ 400,00 mensais.

Para saber mais informações, clique aqui. 

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Cotidiano

Funai e Embrapa assinam acordo para apoio técnico ao povo Poyanawa e Yawanawá

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Fundação Nacional do Índio (Funai) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) formalizaram nesta terça-feira (29) um Acordo de Cooperação Técnica para o desenvolvimento das cadeias produtivas e conservação da biodiversidade nas Terras Indígenas no Acre, Roraima, Mato Grosso, Tocantins, Bahia, Alagoas, Sergipe e Pernambuco.

No Acre são contempladas as Terras Indígenas Rio Gregório e Poyanáwa, que poderão capacitar agricultores indígenas em Sistemas Agroflorestais (SAFs), realizar o levantamento de solos e recursos genéticos locais de uso alimentar e medicinal; oficinas de boas práticas de produção de farinha; mecanismos de conservação de recursos genéticos.

O acordo vai viabilizar a realização de ações conjuntas voltadas para a implementação da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental em Terras Indígenas e dos objetivos do desenvolvimento sustentável.

As ações propostas pelo ACT já haviam sido realizadas de maneira pioneira por algumas unidades regionais da Funai em parceria com unidades da Embrapa.

“Da parte da Embrapa, vamos disponibilizar equipes técnicas, com especialidade em diferentes áreas do conhecimento, as estruturas laboratoriais para promover pesquisas a partir de demandas de cada comunidade, compartilhar conhecimentos e soluções tecnológicas adaptadas à cada realidade, com o objetivo de garantir a segurança alimentar, fortalecer cultura e potencializar as iniciativas produtivas ali encontradas”, explicou Eufran Amaral, chefe-geral da Embrapa Acre.

Com prazo de vigência de cinco anos, e renovação por igual período, o ACT possibilita a adesão de novas unidades da Funai e da Embrapa durante a vigência, com a elaboração de Planos de Trabalho específicos, conforme as demandas dos povos indígenas junto às instituições parceiras.

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