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Rio Branco terá policiamento específico para virada de ano

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O comando da Polícia Militar do Acre buscou intensificar o reforço de segurança no estado neste final de ano. Foram mais 280 militares inseridos nas ações de rua com objetivo de coibir crimes neste período de fim de ano, com a Operação Papai Noel. Além disso, a PM afirma que em Rio Branco as ações não param por conta das festividades de final de ano. “Pelo contrário, elas são intensificadas”, diz o tenente-coronel Athaualpa.

O aumento do fluxo de pessoas nos centros comerciais é uma das preocupações da PM. “Com todas essas datas, com aglomeração de pessoas, há um efetivo maior colocado nas ruas”, explica o coronel. Por esse motivo, segundo ele, a Operação Papai Noel não para com suas ações nenhum dia. “Na virada de ano, haverá policiamento específico para a região da Gameleira, na “passarela” e no bairro da Base”, afirma Athaualpa.

O policiamento irá se estender durante a festa da virada até às 3h da manhã do dia 1º de janeiro. “Independente disso, todas as unidades da capital vão manter seu efetivo para atendimento preventivo e repressivo, de modo que não paramos, ao contrario, colocamos mais efetivo focado sempre que existe aglomeração de pessoas”, salienta o coronel.

O modelo adotado pela Polícia Militar neste final de ano realiza ações até o fechamento das atividades comerciais. No dia 24 de dezembro, por exemplo, foi assim. Da mesma forma deve ocorrer no dia 31 de dezembro. Somente no dia 1º de janeiro o efetivo é reduzido, uma vez que a maior parte dos moradores estará em casa, descansando, salienta o tenente-coronel.

Operação Papai Noel

O Acre adiantou a realização da Operação este ano, com ações policiais reforçadas que iniciaram no final do mês de novembro, e devem seguir até o dia 6 de janeiro. Patrulhas ocorrem nos pontos mais movimentados que dão acesso aos bairros e centros comerciais. Há também um planejamento que atende áreas onde tem um índice de crimes mais elevado.

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Visitas íntimas são suspensas no FOC para evitar novas fugas

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O Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) decidiu suspender as visitas íntimas no complexo penitenciário de Rio Branco nesta quarta-feira, 22, enquanto realiza uma série de procedimentos nos estabelecimentos prisionais.

Após a fuga de 26 detentos do Pavilhão L do Francisco D’Oliveira Conde, o Iapen realiza ações que visam garantir a segurança e impedir novas fugas. “Revistas constantes e verificação de estrutura vêm acontecendo no interior de todos os presídios do estado”, informou o órgão por meio de uma nota pública.

De acordo com o Iapen, a suspensão ainda tem objetivo de garantir a segurança e a integridade física de servidores e visitantes. “Todo o efetivo de policiais penais se encontra empregado na situação até o final desta semana e nas buscas pelos foragidos”, garante o presidente do Iapen, Lucas Gomes.

Se tudo ocorrer dentro da normalidade, as visitas devem retornar já no próximo final de semana. O Iapen assegura que a suspensão das visitas foi informada ao Poder Judiciário.

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Destaque 5

Morre Nino, professor da UFAC e ex-craque do futebol acreano

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Morreu na noite desta segunda-feira, 20, em Goiânia, o professor da Universidade Federal do Acre (UFAC), José Aparecido Pereira dos Santos.

O nome de batismo pouca gente conhece, mas basta dizer o apelido, Nino, para saber que se trata de uma figura que faz parte da história do futebol acreano e da UFAC, especialmente o curso de educação física.

Nino estava na capital goiana em tratamento de saúde acompanhado da esposa e da filha quanto teve um infarto no hotel onde estava hospedado. Levado à hospital, não resistiu e acabou morrendo.

Nino tinha 65 anos e era natural de Santo Expedito, interior de São Paulo. Como jogador de futebol teve passagens pelo Guarani de São Paulo, onde contava com orgulho ter enfrentado o Santos de Pelé, e também jogou no Londrina do Paraná.

Chegou ao Acre em 1979 contratado pelo Rio Branco, onde foi campeão do Copão da Amazônia. No ano seguinte, foi contratado pelo Juventus onde jogou mais duas temporadas, encerrando a carreira em 1982.

Depois de pendurar as chuteiras, foi treinador do Internacional, Independência e Rio Branco.

Após largar os gramados, Nino se tornou professor do curso de Educação Física da UFAC. Com sua voz rouca e mansa e a mesma ginga que o tornou um craque nos gramados era uma figura extremamente querida da universidade.

A família não informou ainda se o corpo será transladado para Rio Branco e horários e local de velório e sepultamento.

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