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Barco naufraga no Rio Môa com mercadoria que seria distribuída no Juruá

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Outra embarcação naufragou no Acre. Desta vez, o caso aconteceu no Rio Môa, próximo ao município Mâncio Lima, na região do Vale do Juruá, nessa segunda-feira (23). O barco estava carregado de mercadoria e acabou naufragando. Uma equipe do Corpo de Bombeiros só conseguiu chegar ao local do incidente nesta terça-feira, 24, quando receberam a notícia.

Por sorte, não houve registro de vítimas, apenas perdas materiais. O porta-voz do Corpo de Bombeiros no Acre, Major Cláudio Falcão, afirmou ao G1/Acre que ainda não se sabe o que pode ter motivado o naufrágio.

Os Bombeiros irão fazer um levantamento do que pode ter causado o acidente. O Major alerta que nesta época o nível do rio está bem elevado, o que pode provocar riscos de acidente com troncos de árvores ou correnteza.

Informações repassadas aos militares dos Bombeiros atestam que o barco estava somente com mercadorias, que teriam sido adquiridas em Cruzeiro do Sul para ser distribuída em outras cidades do Juruá.

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Cidades

TCE condena Zezinho Barbary a pagar multa por irregularidade em tomada de preços

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE) condenou o prefeito de Porto Walter, Zezinho Barbary e o presidente da Comissão de Licitação do município, Cleomacio Francisco da Silva, ao pagamento de multa de R$ 3.570 cada. O valor deverá ser depositado no prazo e 30 dias nos cofres públicos.

A auditoria do TCE constatou irregularidades na Tomada de Preços nº 001/2019, para contratação de serviços de engenharia, assessoria em convênio e em contratos.

Os conselheiros determinaram que nas próximas edições de chamamento público, o gestor adote medidas administrativas necessárias para que sejam corrigidas as irregularidades apontadas nesta decisão e que, em caso de reincidência poderá haver responsabilização criminal.

O TCE encaminhou cópia da decisão da Corte ao Ministério Público do Acre “para conhecimento e adoção das providências que entender necessárias, em razão do apurado”.

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Cidades

Xapuri se despede de seu Zé Lulu, um dos moradores mais tradicionais da cidade

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José Alves da Veiga, o seu Zé Lulu, 93 anos completados no último dia 4 de agosto, era uma dos moradores mais antigos e tradicionais de Xapuri, cidade onde chegou aos 10 anos, em 1937, quando seus pais se mudaram do município de Boca do Acre, no Amazonas, onde ele nasceu, para o Acre.

Zé Lulu foi um dos pioneiros do bairro Braga Sobrinho, comunidade tradicional conhecida na cidade como “Bairro da Bolívia”. Devoto de São Sebastião, era dos participantes mais fervorosos da maior festa religiosa de Xapuri, da qual começou a participar aos 15 anos de idade – dizia ter recebido muitas graças do santo padroeiro.

O idoso morreu na noite desta quinta-feira, 6, e foi sepultado cerca de uma hora depois, no cemitério São José, com a presença de poucos familiares. Ele tinha testado positivo para o novo coronavírus depois de apresentar agravamento de outros problemas de saúde que enfrentava.

O ac24horas conversou com Maria do Socorro Rocha da Veiga, a Boneca, uma das 6 mulheres entre os 10 filhos que ele teve do casamento com dona Maria Rocha – ele deixou também 30 netos, 25 bisnetos e 4 tetranetos. A filha disse que o pai estava muito debilitado pelos vários problemas de saúde e que a covid-19 foi apenas mais um fator a contribuir com a sua morte.

“Ele havia testado positivo para o coronavírus, mas não consideramos que a covid-19 tenha sido a causa determinante de sua morte, pois de acordo com os médicos ele apresentava problemas muito graves de saúde e seu estado era de muita fragilidade nos últimos dias”, ponderou.

Foram muitas as mensagens de homenagens e condolências postadas nas redes sociais na noite desta quinta-feira, 6. O advogado José Everaldo Pereira, amigo e vizinho de Zé Lulu, expressou por meio de sua página no Facebook, a importância que o pioneiro da comunidade teve para a cidade.

“Recebemos com muita tristeza a notícia do falecimento do nosso grande Zé Lulu, um dos fundadores e timoneiros da Bairro da Bolívia. Avô carinhoso, esposo dedicado, pai zeloso, amigo leal e cidadão da mais alta linhagem. Deixa um legado de honradez e civilidade visto em poucos”, comentou.

Sepultamento noturno e falta de estrutura

O sepultamento de José Alves da Veiga foi realizado poucas horas depois do falecimento, cumprindo as normas do Ministério da Saúde. No entanto, a família relatou problemas durante o enterro, o primeiro realizado no período da noite durante a pandemia, entre os quais a falta de orientação por parte dos setores de Vigilância Sanitária e Epidemiológica.

Renan, um dos netos de Zé Lulu, relatou que na chegada do corpo ao cemitério não havia coveiros aguardando o cortejo. Segundo ele, momento depois, um dos coveiros chegou sem os paramentos adequados, usando apenas luvas. Com apenas o agente funerário devidamente trajado, o neto e seu pai tiveram que ajudar no sepultamento.

Procurado, o subsecretário de Saúde de Xapuri, Daniel Lima, respondeu estar surpreso com a situação. Segundo ele, é obrigação da estrutura de saúde do município dar todo o suporte ao sepultamento após o hospital fazer o comunicado do falecimento e da causa mortis.

Depois de se informar sobre os acontecimentos relatados pela família, ele reconheceu que houve uma falha conjunta que começou com a falta de informação pela unidade hospitalar e terminou pela falta de orientação da Vigilância Epidemiológica junto aos familiares no momento do sepultamento. “Admitimos que foi uma falha que teremos que corrigir”, afirmou.

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Cidades

Prefeitura de Brasiléia entra com maquinário no ramal do km 55

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A prefeitura de Brasileia tem intensificado as ações de recuperação de ramais do município. Os trabalhos já contemplaram os Ramais dos quilômetros 52 e 59. A prefeita Fernanda Hassem tem acompanhado de perto os serviços. Na última quinta-feira (06), a equipe de obras entrou com o maquinário no ramal do Km 55 para iniciar os trabalhos de recuperação da área.

Segundo o secretário de obras Francisco Lima, os trabalhos que serão realizados é limpeza, abaulamento e saída d’água já preparando o ramal para poder receber o piçarramento. Garantindo a trafegabilidade dos moradores e escoamento de produção.

Seguindo o cronograma da prefeitura de Brasiléia, no ramal do km 55 será realizado a recuperação de 18 quilômetros. A atual administração não tem medido esforços para atender os moradores das áreas rurais. De acordo com a Prefeita Fernanda Hassem, os trabalhos de manutenção e recuperação dos ramais são importantes para garantir o desenvolvimento econômico do município e o acesso das pessoas a cidade. “Estamos trabalhando no sentido de oferecer melhores condições para que os produtores, moradores e alunos que utilizam os ramais tenham segurança e conforto para trafegar,” disse a prefeita Fernanda Hassem.

A prefeitura de Brasiléia trabalha hoje com algumas equipes nos ramais do Porto Carlos, Santa Luzia e km 84.

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Cidades

Motorista se atrapalha em travessia e vai parar dentro do rio Acre, em Xapuri

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O incidente aconteceu na tarde desta quinta-feira, 6, na travessia do rio Acre para o ramal Tabocal. De acordo com testemunhas, o motorista de um Fiat Uno, que não localizado pela reportagem, perdeu o controle do veículo na subida íngreme do barranco e foi parar dentro da água, sendo socorrido pelo operador da balsa.

Os acidentes nessa travessia têm chamado a atenção da Agência Fluvial de Boca do Acre, da Marinha do Brasil, que esteve em Xapuri no mês passado, quando a balsa que faz o transporte de passageiros e veículos naufragou com uma caminhonete pertencente à empresa que faz a recuperação do ramal.

A embarcação foi autuada e impedida de voltar a trafegar até que as deficiências fossem sanadas. O capitão-tenente Ricardo Lira, Agente Fluvial do município amazonense informou nesta quinta-feira que as melhorias foram feitas e a balsa foi autorizada a voltar a funcionar, mas sem poder fazer a travessia de carros – apenas pedestres, motos e bicicletas.

A travessia do rio Acre em Xapuri tem se tornado uma dificuldade crescente nos últimos anos. Com a expansão dos ramais e das propriedades rurais ocorrida nas últimas décadas no lado oposto à sede municipal, as tradicionais catraias deixaram de suprir a necessidade da população urbana e de produtores rurais da região.

Com o crescimento da demanda, o principal modo de ir e vir entre os dois lados da cidade passou a ser por meio de balsas, como ocorre na travessia para o bairro Sibéria e região, com uma embarcação de ferro pertencente ao governo do estado, que a opera por meio do Deracre – Departamento de Estradas e Rodagens do Acre.

Em um ponto mais acima, está a outra travessia, que não dispõe de uma embarcação adequada. É no porto da praça João Damasceno Girão, na rua 17 de novembro, conhecido como “Porto do Abdon”. Lá, a balsa de madeira que faz o transporte de veículos onde aconteceu o incidente desta quinta-feira.

A prefeitura já foi questionada sobre a dificuldade dessa travessia. A resposta foi a de que é necessária uma discussão mais ampla, com o governo do estado e os dois deputados estaduais que têm base em Xapuri, Antônio Pedro (DEM) e Manoel Moraes (PSB), considerando que o município não têm recursos para arcar com a manutenção de uma balsa para esse transporte.

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