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Presidente Jair Bolsonaro leva tombo no banheiro e vai para hospital em Brasília

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O presidente Jair Bolsonaro levou um tombo no banheiro na noite desta segunda-feira, bateu com a cabeça, e foi levado para o Hospital das Forças Armadas em Brasília, onde passsou por exames que não detectaram alterações no cérebro. Ele ficará em observação pelo menos até a manhã desta terça-feira, segundo informou o Palácio do Planalto.

Bolsonaro foi primeiramente atendido pela equipe médica da Presidência da República. Ainda segundo o Planalto, o presidente, já no hospital, foi submetido a “exame de tomografia computadorizada do crânio, que não detectou alterações”.

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, foi ao hospital para acompanhar a situação do presidente. Pouco antes das 23h, ao deixar o local, Heleno disse que não foi nada grave:

– Não é nada demais – disse o ministro.

O comboio presidencial deixou o Palácio da Alvorada em alta velocidade por volta das 21h10m. Ele foi levado de carro para o local. A ambulância que geralmente acompanha o comboio ficou para trás durante o trajeto.

No último dia 11, Bolsonaro esteve no mesmo hospital, onde passou por um procedimento dermatológico de cauterização de sinais na pele, perto da região da orelha. No dia, o próprio presidente chegou a dizer que estava invsetigando a possibilidade de um câncer de pele, mas depois retificou afirmando que o procedimento foi apenas para controle das manchas. Segundo Bolsonaro, há três meses uma biopsia confirmou que não havia lesões cancerosas no local.

No início do mandato, Bolsonaro teve de se submeter a cirurgia na área do abdome ainda em decorrência da facada sofrida em setembro do ano passado, durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Desde então, o presidente já contou ter ficado com algumas limitações de movimento por causa da recuperação.

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Prefeitos devem pressionar parlamentares até fevereiro para obtenção de emendas

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Organizações de defesa dos municípios alertam: o prazo para deputados e senadores indicarem municípios para emendas parlamentares se encerra em 4 de fevereiro. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca que, neste ano, há duas modalidades de repasse: especiais e de finalidade específica.

Até o dia 4/2 os valores e os beneficiários indicados devem ser cadastrados diretamente no Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop). “Por ser último ano de mandato dos gestores municipais, o Município pode pedir prioridade aos recursos de emendas especiais para custeio – recurso limitado a 30% do orçamento de cada parlamentar”, diz a CNM, pedindo para que os prefeitos entrem em contato o mais breve possível com o parlamentar para agilizar a indicação, sob pena de o município não ser contemplado com esses recursos.

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Destaque 3

Subcomandante diz que sargento não deveria discutir assuntos da PM nas redes sociais

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Na hierarquia militar é comum se ouvir dizer que acontece muito em algumas ocasiões, situações parecidas com a frase: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.

Parece que a frase se aplica bem ao caso do sargento Ruberval Magalhães, que relatou em uma rede social que não havia combustível para abastecer as viaturas policiais. O fato foi, inclusive, confirmado pelo próprio Comando da Polícia Militar que disse que a falta de abastecimento foi provocado problemas de estoque nos postos de combustíveis que atendem a Polícia Militar.

Mesmo não estando faltando com a verdade, o ac24horas antecipou que o sargento pode sofrer um processo administrativo.

O curioso é que o fato foi confirmado pelo próprio subcomandante da Polícia Militar do Acre, coronel Luciano Dias Fonseca, que alegou que assuntos internos devem ser tratados dentro do sigilo profissional e da ética militar. Portanto, serão adotadas as medidas administrativas devidas contra o sargento.

Agora vem um fato ainda mais curioso. Essa declaração do subcomandante não foi transcrita de um ofício ou outro documento interno da PM, mas do facebook. Isso mesmo, assim como o sargento usou a rede social para mostrar que não havia combustível, o coronel, que afirma que os assuntos devem ser tratados de forma sigilosa, também usou a rede social para avisar à Ruberval que ele sofrerá medidas administrativas.

E agora, o subcomandante também vai ser punido por levar assuntos internos da PM para a rede social?

 

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