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Jéssica Sales libera mais R$ 1,9 milhão para manutenção de postos de saúde dos municípios

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A política de resultados praticada pela parlamentar acreana levou aos cofres da Saúde dos municípios mais R$ 1,9 milhões de pagamentos de emendas parlamentares ao orçamento de 2019.

Parte desse recurso, ou seja, R$ 1,16 milhão, chega aos municípios para incremento da atenção básica para a compra de materiais diversos e pagamentos de despesas gerais, como forma de oferecer aos acreanos um serviço de qualidade à saúde, através das unidades de atendimento.

O recurso para custear despesas com manutenção das unidades de Saúde foi disponibilizado por meio do Fundo Nacional de Saúde (FNS), em parcela única, às prefeituras de Cruzeiro do Sul (R$ 500 mil), Rodrigues Alves (R$ 300 mil), Marechal Thaumaturgo (R$ 200 mil) e Porto Walter (R$ 166 mil) foram beneficiadas.

O município de Rodrigues Alves, além do recurso para manutenção dos postos de Saúde, recebeu também R$ 726 mil para a construção da Unidade Básica de Saúde na comunidade Luzeiro (Zona Rural). Compromisso firmado e cumprido do resultado de muitas andanças da parlamentar.
“Saúde sempre esteve entre as prioridades do meu mandato e, neste ano de 2019, foram destinados mais de R$ 12 milhões entre pagamentos e empenhos de emendas e extras para o Acre, e claro que buscarei por mais recursos. Porque saúde é direito, é dignidade e como representante é meu dever ajudar ” – disse a parlamentar.

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Rio Branco está entre as capitais que mais perderam postos de trabalho em 2019

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Rio Branco está entre as oito capitais que fecharam vagas com carteira no ano passado. A capital do Acre encerrou 2019 com –223 vagas no mercado de trabalho. Em dezembro, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, diz que em Rio Branco o número de demitidos foi maior que o de admitidos: 455 vagas foram encerradas naquele mês.

Mas Rio de Janeiro lidera o ranking das oito que mais demitiram em 2019 com 6.640 postos encerrados; Teresina: -2.617; Natal: -1.904; João Pessoa: -976; Maceió: -186 Belém: -43, e Porto Alegre: -10.

As demais capitais registraram abertura de postos de trabalho. Além de São Paulo (80.831), as que mais abriram foram Belo Horizonte (22.703) e Curitiba (19.325).

No Estado do Acre, ao contrário de Rio Branco o município de Cruzeiro do Sul teve saldo positivo em 2019. Foram 462 vagas na soma do ano inteiro em novas contratações com carteira assinada.

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Sindicato diz que Paulo Cézar quer fazer dos policiais penais “bois de piranha”

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O Coronel Paulo Cézar, que estava ausente do Acre, acompanhando o tratamento de um dos filhos voltou ao estado e tem pela frente o desafio de construir estratégias mais eficazes no combate à onda de violência que se espalhou pelo estado.

As boas vindas de Paulo César já foi com uma nota de repúdio da Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário do Acre (ASSPEN).

A entidade afirma que repudia a insinuação de que policiais penais podem ter facilitado a fuga em massa do 26 detentos do presídio Francisco de Oliveira Conde, ocorrida na semana passada. “Preocupado em dar uma resposta pra sociedade, o coronel Paulo César tenta fazer dos corajosos Policiais Penais “boi de piranha”, sendo que a verdadeira culpa é do ESTADO que não consegue controlar a violência nas ruas de Rio Branco e fecha os olhos pro problema no sistema penitenciário”, diz a nota.

A ASSPEN acusa o governo de não oferecer as condições necessárias para o trabalho dos policiais penais. “Só quem conhece a realidade do controle da segurança e vigilância de 1.500 presos condenados, são nossos policiais que trabalham sem quaisquer condições, numa unidade prisional aonde faltam algemas, rádios HT, iluminação, cadeados, viaturas e principalmente mais servidores”.

Leia a nota na íntegra:

NOTA DE REPÚDIO.

“O que esperar de um gestor que prometeu, ao assumir, resolver o problema da INSEGURANÇA PÚBLICA em 10 dias?”

A ASSPEN-AC, entidade representativa dos POLICIAIS PENAIS, vem a público REPUDIAR as declarações prestadas, pelo Secretário de Segurança Pública Sr. Paulo César .

Muito nos surpreende a postura do gestor da pasta quando insinua que os Policiais Penais possam ter facilitado a fuga em massa do pavilhão “L” do Chapão. Ao invés de gerir essa crise, Paulo César prefere inclusive, atacar os movimentos legítimos que fazemos enquanto representantes classistas na defesa da categoria.

Vale destacar, que quem ocupava os postos da muralha do Chapão eram Policiais Militares, mas nem por isso essa ASSPEN dúvida do íntegro trabalho desses profissionais e pais de família, como fez o secretário ao se referir a nós.

Preocupado em dar uma resposta pra sociedade, o coronel Paulo César tenta fazer dos corajosos Policiais Penais “boi de piranha”, sendo que a verdadeira culpa é do ESTADO que não consegue controlar a violência nas ruas de Rio Branco e fecha os olhos pro problema no sistema penitenciário.

Só quem conhece a realidade do controle da segurança e vigilância de 1.500 presos condenados, são nossos policiais que trabalham sem quaisquer condições, numa unidade prisional aonde faltam algemas, rádios HT, iluminação, cadeados, viaturas e principalmente mais servidores.

Falar que o Estado tem o controle das penitenciárias na televisão é fácil, já a implementação de uma política prisional efetiva nem tanto. Se hoje ainda não houveram incidentes maiores no Chapão, atribuímos aos Policiais Penais que com larga experiência carregam a cadeia nas costas, mesmo sem qualquer apoio ou pronunciamento da atual direção do IAPEN, em sua defesa.

Rio Branco-Acre, 23 de janeiro de 2020.

PP. Eden Alves Azevedo , Presidente da ASSPEN

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