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Ministério da Defesa anuncia Operação Gota no Vale do Juruá no começo de 2020

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O Ministério da Defesa (MD) apoia campanha para garantir que comunidades de áreas de difícil acesso da região Norte possam receber as vacinas do calendário básico do Ministério da Saúde -e já tem pronto o calendário para o começo de 2020: mais seis missões da Operação Gota estão programadas para serem realizadas entre os meses de janeiro e março, incluindo no Alto do Rio Juruá, no Acre.

A previsão é de que ocorram etapas nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas no Alto do Rio Purus e no Médio Rio Solimões, no Vale do Javari e no Alto do Rio Negro, no estado do Amazonas; e em Santarém e na localidade de Oriximiná, no estado do Pará.

Iniciada em novembro deste ano, a ação de vacinação já atendeu populações ribeirinhas do Médio Rio Purus (AM) e de localidades isoladas próximas à cidade de Altamira (PA). A atual fase da ação ocorre, até o dia 22 de dezembro, em áreas rurais e ribeirinhas do município do Oiapoque e do Distrito Sanitário Indígena do Amapá, ambos localizados no estado do Amapá.

Essa é a terceira fase da Operação Gota que ocorre neste ano. As duas primeiras etapas foram realizadas em novembro e imunizaram mais de mil pessoas. Na atual fase, existe a previsão de que cerca de 600 doses sejam aplicadas.

São colocados à disposição do Ministério da Saúde os meios, que são helicópteros e aeronaves, para fazer o transporte, não só das equipes e das vacinas, mas também de todo o apoio logístico necessário para a Operação.

Além do apoio da Aeronáutica, com o emprego de cerca de 200 militares e de seis aeronaves, a Operação Gota conta com as parcerias das secretarias estaduais e municipais de Saúde e dos Distritos Sanitários Indígenas (DSEIs) das localidades envolvidas nas atividades de imunização.

Há 26 anos a Operação Gota contribui para a qualidade de vida das populações ribeirinhas, rurais e indígenas da Amazônia. A ação teve início em 1993, após informação de surtos de sarampo em populações indígenas nas regiões do Purus, Juruá e Solimões.

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Cotidiano

Preso que engoliu celular pode passar por cirurgia para retirada do aparelho

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Um dos presos pegos com um celular no estômago durante revista por scanner corporal na Unidade Penitenciária Evaristo de Moraes, em Sena Madureira, passou a noite com o aparelho dentro do corpo e teve de ser transferido para Rio Branco. Nesta quinta-feira, 23, ele deve ser avaliado por uma equipe médica para decidir se ele deverá passar por cirurgia para retirada do aparelho.

Em entrevista ao G1 Acre, o diretor da unidade, Denis Araújo, explicou que o outro detento conseguiu expelir o aparelho através do vômito. A situação se torna inusitada porque geralmente os presos costumam envolver o celular em algum material, que facilita a remoção. Mas nestes dois casos, os aparelhos foram ingeridos sem nenhum tipo de proteção.

Para os agentes penais, os aparelhos conseguiram adentrar o presídio após serem jogados sobre os muros da unidade, localizada na região urbana da cidade. O reeducando que conseguiu “vomitar” o celular vai sofrer punição de dez dias e um procedimento administrativo vai ser instaurado para apurar o caso.

O outro que foi transferido para avaliação médica em Rio Branco ficará de sanção, ainda deve ser aberto uma sindicância e ele pode pegar até mais 20 dias de corretivo – onde fica isolado e perde o direito a visitas e banho de sol.

Com informações do G1/Acre

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Cotidiano

Caminhoneiros e camponeses bloqueiam pontes e estradas que dão acesso à Cobija

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Nesta quarta-feira (22) um movimento de pequenos produtores de castanhas decidiram bloquear a ponte Wilson Pinheiro, que liga a cidade de Brasileia à Cobija, capital de Pando.

O motivo do bloqueio seria preço da lata de castanha que será reduzido por volta de 40%. A redução do preço irá afetar os pequenos produtores do país vizinho.

Segundo informações, o bloqueio começou devido a vários protesto no lado boliviano que vêm ocorrendo a mais de dez dias. De acordo com as informações, o movimento começou bloqueando alguns pontos de estradas no interior do estado de Pando e Riberalta.

Já no lado de Epitaciolândia, a ponte da Internacional que é o principal acesso de caminhões de grande porte, produtos alimentícios e outros, também está bloqueada, devido um impasse entre a categoria dos caminhoneiros dos dois países e, segundo eles, a causa é a burocracia boliviana

Quem também decidiu aderir ao movimento foi a categoria de transporte urbano por meios de vans, que está exigindo mais melhorias por parte do governo.

De acordo com informações, o acesso ao lado boliviano e brasileiro, ocorre somente a pé.

No lado do comércio boliviano, as compras reduziram devido o pouco fluxo de turistas que estão apreensivos, temendo uma radicalização total com o bloqueio total das pontes.

Com informações do Alto Acre

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