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Secretário rebate críticas de professor sobre IPTU, revelando que 78% do bairro é inadimplente

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Após o professor universitário Milton Chamarelli Filho usar suas redes sociais e falar ao ac24horas  para mostrar a situação das ruas do Loteamento Novo Horizonte, o secretário de Finanças da Prefeitura de Rio Branco, Edson Rigaud, respondeu as críticas do morador na noite dessa quinta-feira, 20, revelando dados sigilosos sobre o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, o IPTU.

Isso porque, indignado, o morador relatou que a rua onde reside carece de manutenção e o problema já vem se arrastando há quase dois anos, mesmo com os impostos pagos ao poder público. Filho comentou o desejo de que o IPTU seja bem empregado no próximo ano.

Leia também: Morador usa suas redes sociais para pedir que o IPTU seja bem empregado em 2020

Por isso, o secretário resolveu responder. Segundo Rigaud, uma boa oportunidade de refletir sobre algo preocupante. “O professor Milton tem toda razão em cobrar a adequada manutenção da infraestrutura da cidade. Entretanto, conforme nosso sistema de BI (Business Intelligence), no Loteamento Novo Horizonte a inadimplência do IPTU é de 78% (setenta e oito por cento)”.

O secretário segue dizendo que apenas o professor e mais uma pequena minoria pagam o tributo no referido bairro. “Tributo que é essencial para a realização dos serviços. IPTU precisa ser bem empregado, o Professor Milton tem toda razão, mas também precisa ser pago por todos nós contribuintes para que o Poder Público tenha recursos suficientes para atender mais e mais localidades”, finalizou.

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Rio Branco está entre as capitais que mais perderam postos de trabalho em 2019

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Rio Branco está entre as oito capitais que fecharam vagas com carteira no ano passado. A capital do Acre encerrou 2019 com –223 vagas no mercado de trabalho. Em dezembro, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, diz que em Rio Branco o número de demitidos foi maior que o de admitidos: 455 vagas foram encerradas naquele mês.

Mas Rio de Janeiro lidera o ranking das oito que mais demitiram em 2019 com 6.640 postos encerrados; Teresina: -2.617; Natal: -1.904; João Pessoa: -976; Maceió: -186 Belém: -43, e Porto Alegre: -10.

As demais capitais registraram abertura de postos de trabalho. Além de São Paulo (80.831), as que mais abriram foram Belo Horizonte (22.703) e Curitiba (19.325).

No Estado do Acre, ao contrário de Rio Branco o município de Cruzeiro do Sul teve saldo positivo em 2019. Foram 462 vagas na soma do ano inteiro em novas contratações com carteira assinada.

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Sindicato diz que Paulo Cézar quer fazer dos policiais penais “bois de piranha”

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O Coronel Paulo Cézar, que estava ausente do Acre, acompanhando o tratamento de um dos filhos voltou ao estado e tem pela frente o desafio de construir estratégias mais eficazes no combate à onda de violência que se espalhou pelo estado.

As boas vindas de Paulo César já foi com uma nota de repúdio da Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário do Acre (ASSPEN).

A entidade afirma que repudia a insinuação de que policiais penais podem ter facilitado a fuga em massa do 26 detentos do presídio Francisco de Oliveira Conde, ocorrida na semana passada. “Preocupado em dar uma resposta pra sociedade, o coronel Paulo César tenta fazer dos corajosos Policiais Penais “boi de piranha”, sendo que a verdadeira culpa é do ESTADO que não consegue controlar a violência nas ruas de Rio Branco e fecha os olhos pro problema no sistema penitenciário”, diz a nota.

A ASSPEN acusa o governo de não oferecer as condições necessárias para o trabalho dos policiais penais. “Só quem conhece a realidade do controle da segurança e vigilância de 1.500 presos condenados, são nossos policiais que trabalham sem quaisquer condições, numa unidade prisional aonde faltam algemas, rádios HT, iluminação, cadeados, viaturas e principalmente mais servidores”.

Leia a nota na íntegra:

NOTA DE REPÚDIO.

“O que esperar de um gestor que prometeu, ao assumir, resolver o problema da INSEGURANÇA PÚBLICA em 10 dias?”

A ASSPEN-AC, entidade representativa dos POLICIAIS PENAIS, vem a público REPUDIAR as declarações prestadas, pelo Secretário de Segurança Pública Sr. Paulo César .

Muito nos surpreende a postura do gestor da pasta quando insinua que os Policiais Penais possam ter facilitado a fuga em massa do pavilhão “L” do Chapão. Ao invés de gerir essa crise, Paulo César prefere inclusive, atacar os movimentos legítimos que fazemos enquanto representantes classistas na defesa da categoria.

Vale destacar, que quem ocupava os postos da muralha do Chapão eram Policiais Militares, mas nem por isso essa ASSPEN dúvida do íntegro trabalho desses profissionais e pais de família, como fez o secretário ao se referir a nós.

Preocupado em dar uma resposta pra sociedade, o coronel Paulo César tenta fazer dos corajosos Policiais Penais “boi de piranha”, sendo que a verdadeira culpa é do ESTADO que não consegue controlar a violência nas ruas de Rio Branco e fecha os olhos pro problema no sistema penitenciário.

Só quem conhece a realidade do controle da segurança e vigilância de 1.500 presos condenados, são nossos policiais que trabalham sem quaisquer condições, numa unidade prisional aonde faltam algemas, rádios HT, iluminação, cadeados, viaturas e principalmente mais servidores.

Falar que o Estado tem o controle das penitenciárias na televisão é fácil, já a implementação de uma política prisional efetiva nem tanto. Se hoje ainda não houveram incidentes maiores no Chapão, atribuímos aos Policiais Penais que com larga experiência carregam a cadeia nas costas, mesmo sem qualquer apoio ou pronunciamento da atual direção do IAPEN, em sua defesa.

Rio Branco-Acre, 23 de janeiro de 2020.

PP. Eden Alves Azevedo , Presidente da ASSPEN

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