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Segurança diz que relatório do Judiciário carece de investigação

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Diante do relatório enviado pelo corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Acre, desembargador Júnior Alberto, ao governo do Acre alertando para a possibilidade de uma intervenção federal no maior presídio de Rio Branco, o Dr. Francisco D’Oliveira Conde, por suspeita de violações à integridade física dos detentos, a Segurança Pública do Estado emitiu mais uma nota de esclarecimento nesta terça-feira, 18. Desta vez, para dizer que o relatório do Poder Judiciário ainda é superficial e preliminar.

“(…) é necessário esclarecer que esta é, ainda, uma informação bem embrionária, pautada em relatos de presos e materiais apreendidos no interior do presídio e que carecem de investigação, dentro do que prevê a legislação processual pátria”, informa a secretaria.

O documento ainda alerta para o risco dos gestores do sistema prisional serem responsabilizados civil, penal e administrativamente por uma série de atos praticados que consta no relatório enviado pelo Poder Judiciário ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Sobre isso, o governo do Acre diz que “compete ao Estado deflagrar os processos investigatórios, sejam no âmbito interno, por meio da Corregedoria do Iapen, ou por meio da Polícia Judiciária, naqueles fatos que a princípio se caracterizem como crimes, a fim de levantar possíveis responsabilidades e averiguar se esses fatos realmente ocorreram”.

O presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Acre, Lucas Gomes e o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Paulo Cézar dos Santos, garantem na nota que “todos os fatos serão levados ao conhecimento do Ministério Público Estadual para que, caso verifique indícios de ocorrência de crime, promova a devida ação penal”.

O despacho de Júnior Alberto impõe a adoção de providências no sentido de fazer cumprir a garantia fundamental prevista na Constituição, além dos demais previstos na Lei de Execuções Penais. Conforme o documento, foram identificadas falhas nos pavilhões O, P, H, I, J e L da Unidade Prisional Francisco D’Oliveira Conde e o Pavilhão 7 da Unidade Antônio Amaro Alves. Além disso, o relatório revela a falta de medicamentos e presença de detentos com doenças infectocontagiosas ao lado dos demais, colocando em risco a saúde de todos.

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Acre

Com inquérito policial, jornalista rebate: “a farsa foi desmontada”

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O jornalista Rogério Wenceslau mostrou o inquérito policial que apura o caso de arrastão ocorrido no último final de semana na Estrada do Amapá, em Rio Branco. Na manhã desta quarta-feira, 29, Wenceslau tentou rebater as respostas do governo, que vinha afirmando em nota de esclarecimento que o caso denunciado pelo jornalista não aconteceu.

O jornalista reiterou que o crime aconteceu do lado de fora do restaurante Manto Verde, situado nas margens da estrada. Uma das proprietárias do estabelecimento publicou um vídeo nessa segunda-feira, garantindo que nenhum cliente se queixou de arrastão pelas localidades.

O inquérito policial garante que seis vítimas procuraram a delegacia para relatar o ocorrido. “A farsa do governo foi desmontada”, disse Rogério. Para ele, também foi vítima quando “fizeram injúria e difamação, achando que eu estava mentindo”, afirmou.

O delegado Leonardo Alves de Alvarenga é que está à frente do caso. O inquérito também confirma dois ciclistas como vítimas do arrastão, conforme Wenceslau explicou. “Às 10 horas paramos em uma sombra e neste momento pararam duas pessoas em uma Twister e realizaram o arrastão”, relatou uma das vítimas, como consta em documento.

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Acre

Balão do Google cai no meio da floresta entre o Acre e o Amazonas

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Um balão do Google foi resgatado no meio da floresta amazônica nesta terça-feira, 28, em Pauini, município do interior do Amazonas.

O equipamento caiu na região no dia 25 de dezembro de 2019, e só foi encontrado nesta terça (28) por uma equipe contratada pela empresa responsável pelo balão.

Dudé Mendes e Ângelo Marcos foram contratados e receberam as coordenadas de onde, possivelmente, o equipamento havia caído. Com a ajuda de moradores das comunidades Nazaré e Humaitá, profundos conhecedores da região, começaram a realizar buscas usando drones e GPS.

“Fizemos duas tentativas com as coordenadas que recebemos e não encontramos. Usamos drones e GPS, além de uma equipe das comunidades e fizemos um pente fino onde finalmente conseguimos encontrar o equipamento”, conta Ângelo.

O equipamento resgatado vai ser enviado para Manaus, onde deve ser recuperado.

Os balões fazem parte de um projeto do Google, chamado Loon, que tem como objetivo levar internet para áreas rurais e remotas. O projeto usa balões de alta altitude colocados na estratosfera, a uma altitude de cerca de 20 km para criar uma rede sem fio com

velocidade semelhante a de 3G das redes de telefonia móvel.

No Brasil, os primeiros lançamentos desse tipo de balão aconteceram em 2014, no estado do Piauí, e não é a primeira vez que acontecesse quedas desse tipo de equipamento.

 

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