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Com críticas a Bolsonaro, parada gay arrasta mais de 10 mil pessoas às ruas de Rio Branco

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Nem mesmo o atraso no início da festa impediu o sucesso de público na 14 edição da Parada Do Orgulho LGBT em Rio Branco neste domingo (15). O evento, que começou a concentrar pessoas antes das 15 horas, entrou pela noite reunindo homens, mulheres é famílias inteiras em prol do respeito e tolerância à diversidade de gênero. Mais de 10 mil pessoas compareceram à festa.

A organização comemorou o feito, mesmo com o empecilho também ocasionado por um suposto “bolsominion”. Isso porque segundo informações, um intolerante teria atrasado o percurso do trio elétrico após o veículo ter enroscado numa fiação elétrica, antes de chegar ao local do evento. O homem teria impedido o veículo de sair do bairro antes de da fiação ser restabelecida. Tal informação foi dita no microfone, em cima do trio elétrico.

Durante a caminhada, em vários momentos foi possível ouvir críticas ao presidente Jair Bolsonaro ao som do canto gay-pop, Pablo Vittar.

O trio chegou ao Novo Mercado Velho reunindo as demais famílias presente à festa LGBT. Todos assistiram aos shows musicais apresentado num palco montado às margens do Rio Acre.

Para a organização, “uma iniciativa que valoriza o respeito e propaga a união entre todos da sociedade, sem levar em consideração a opção sexual do outro”.

Maria Cecília participa da festa há três anos. Para a estudante do curso de Letras de 21 anos, se envolver no mundo LGBT traz à tona a importância de garantir o direito de todos que compõem a sociedade. “Só em festas como essa nós vemos que todos tem que ter seu espaço é seus direitos garantidos, pois os LGBT’s também são uma comunidade que faz parte do mundo”, afirma a jovem.

Este ano, a Parada do Orgulho Gay também recebeu alimentos não perecíveis durante a festa para serem doados a instituições de caridade. A festa encerra às 21 horas.

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Visitas íntimas são suspensas no FOC para evitar novas fugas

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O Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) decidiu suspender as visitas íntimas no complexo penitenciário de Rio Branco nesta quarta-feira, 22, enquanto realiza uma série de procedimentos nos estabelecimentos prisionais.

Após a fuga de 26 detentos do Pavilhão L do Francisco D’Oliveira Conde, o Iapen realiza ações que visam garantir a segurança e impedir novas fugas. “Revistas constantes e verificação de estrutura vêm acontecendo no interior de todos os presídios do estado”, informou o órgão por meio de uma nota pública.

De acordo com o Iapen, a suspensão ainda tem objetivo de garantir a segurança e a integridade física de servidores e visitantes. “Todo o efetivo de policiais penais se encontra empregado na situação até o final desta semana e nas buscas pelos foragidos”, garante o presidente do Iapen, Lucas Gomes.

Se tudo ocorrer dentro da normalidade, as visitas devem retornar já no próximo final de semana. O Iapen assegura que a suspensão das visitas foi informada ao Poder Judiciário.

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Destaque 2

Mesmo com operação Fecha Fronteira, homicídios disparam no início do ano no Acre

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O governo do Acre, por meio dos órgãos que compõem o sistema de segurança pública do estado, deve apresentar nos próximos dias novas estratégias de enfrentamento ao crime.

A violência tem sido uma infeliz rotina diária para quem mora, principalmente, em Rio Branco.

No início do ano, o governo anunciou uma grande ação que prometia coibir o roubo de veículos e a incidência de crimes contra a vida. A Operação Fecha Fronteiras, de tempo indeterminado, acontece em 11 pontos estratégicos de Rio Branco e também nos acessos a fronteira do Acre com estados e países vizinhos.

A sensação é de que nada adiantou. Os assassinatos cresceram de forma assustadora no início do ano. Tanto que do dia primeiro de janeiro até este sábado, 18, com a chacina ocorrida na Transacreana, já se contabilizam no Acre, 30 assassinatos. É um índice alarmante de 1,66 execução por dia. A capital acreana concentra mais de 80% dos assassinatos.

Nas redes sociais, os internautas têm apontado alguns motivos para que a operação não esteja ajudando na diminuição dos crimes em Rio Branco. Uma delas seria que apesar das barreiras existirem, há pouca fiscalização. “Eu moro perto de um desses pontos de fiscalização e fiquei observando. A barreira tá lá, mas os policiais não fiscalizam nenhum veículo. Ficam conversando ou no celular, sem abordar, como vão descobrir se dentro do veículo há uma arma?”, afirma o morador que prefere não ser identificado.

A falta de fiscalização prometida também acontece nas fronteiras. Relatos dão conta de que a operação não está presente em todos os acessos a fronteira. O jornalista Jairo Barbosa publicou em uma rede social, fotos que mostram que em 200 quilômetros de estrada que liga o Acre ao Amazonas não há uma única viatura policial.

As fotos mostram o posto de Fiscalização IDAF/SEFAZ sem a presença policial.

O ac24horas conversou com o Coronel Ricardo Brandão, secretário adjunto de segurança pública do Acre, admite que há uma preocupação com os policias e o uso do celular durante o trabalho. “Ontem mesmo me reuni com os responsáveis pela coordenação operacional do Gefron e pedi providência de postura em relação a esse tipo de situação”, afirmou.

Mesmo com o grande número de assassinatos, Brandão afirma que a avaliação é positiva, mas admite que as forças de segurança não estão conseguindo evitar os crimes e que há uma urgente necessidade de novas estratégias que realmente deem resultado.

“A avaliação que fazemos é positiva, já que tivemos uma diminuição considerável no roubo de contra o patrimônio, principalmente de veículos. No entanto, no tocante dos crimes contra a vida, relacionados a briga de organizações criminosas, a operação não surtiu o efeito esperado. Nessa próxima semana, estamos reunindo todo o Sistema de Segurança Pública para o lançamento do plano de metas 2020 e ativação de outras estratégias para o combate mais direcionado aso crimes contra pessoas envolvendo as organizações criminosas” afirma Brandão.

O secretário adjunto confirma que não há Operação Fecha Fronteira na BR-317, que liga o Acre ao Amazonas. “Realmente na estratégia inicial a operação foi direcionada para fechar a fronteira com Rondônia e com a Bolívia. Para Boca do Acre não temos perna suficiente. Tivemos uma conversa com a PRF, já que é uma estrada federal, e ao longo dos próximos dias vamos traçar estratégias conjuntas para compartilhar essa responsabilidade e ampliar nossa capacidade de atuação”, destaca.

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