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Videomaker mostra o sonho de crianças acreanas que escreveram cartas para o Papai Noel

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Essa semana o ac24horas foi até a sede dos Correios, em Rio Branco, para ver de perto a quantidade de cartas endereçadas ao Papai Noel. São milhares, quase incontáveis. Os pedidos são os mais variados que vão desde uma casa nova a um simples sacolão.

O videomaker  Kennedy Santos, foi até alguns endereços de cartas destinadas ao bom velhinho não apenas para mostrar o que desejam, mas também ajudar a divulgar seus desejos.

Alguns pedidos são simples e até curiosos. Em uma dessas histórias, uma criança que apenas uma sandália de borracha. Ela mora numa casa simples da periferia de Rio Branco.

Vamos mostrar também a história da pequena Ana, que nasceu surda, e há anos vive a expectativa de uma solução duradoura para um problema crônico que a impede de uma vida normal na escola. O roteiro poderia ser corriqueiro, se a carta não tivesse sido escrita pelo próprio irmão, que abriu mão de seu pedido pessoal ao Papai Noel.

Mas nada se compara ao pedido das professoras de uma escola rural, em prol da pequena Tayla, que com uma deficiência não consegue se firmar na escola e nem em casa por falta de uma cadeira de rodas apropriadas às limitações físicas impostas por uma doença crônica.

Assista esse vídeo na íntegra e se emocione:

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Destaque 2

Acre tem situação crítica por tratar apenas 18,78% do esgoto

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O percentual do esgoto tratado em relação à água consumida no Acre é de 18,78%. O índice é inferior ao do Rio de Janeiro, onde apenas 31,33% do esgoto gerado é tratado. A falta de tratamento de esgoto é apontada como o principal fator da crise no abastecimento de água que afeta a região metropolitana do Rio de Janeiro.

Um levantamento da ABCON – associação das concessões privadas de saneamento -, com base nos números do SNIS 2019 (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), revela que, além do Acre, mais seis estados estão abaixo da linha de 20% de esgoto tratado: Alagoas, Maranhão, Piauí, Amapá, Pará e Rondônia.

Estados com menos de 20% de tratamento de esgoto:

Acre – 18,78%

Alagoas – 16,18%

Amapá – 14,8%

Maranhão – 13,45%

Pará – 8,02%

Piauí – 13,79%

Rondônia – 9,55%

Índice de esgoto tratado referido à água consumida. Fonte: SNIS 2018 (divulgado em dezembro de 2019)

Novo marco legal vai acelerar investimentos no setor – Para a ABCON, a aprovação do novo marco legal para o saneamento, que está em discussão no Senado (PL 4162/19), será fundamental para acelerar os investimentos no setor e ampliar a cobertura de tratamento de esgoto.

“O Brasil precisa de R$ 30 bilhões por ano para universalizar os serviços de água e esgoto, mas só investimos, na média, pouco mais de R$ 10 bilhões. É esse o nó que o novo marco do saneamento deverá desatar”, comenta o diretor executivo da ABCON, Percy Soares Neto.

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Destaque 2

Mesmo com operação Fecha Fronteira, homicídios disparam no início do ano no Acre

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O governo do Acre, por meio dos órgãos que compõem o sistema de segurança pública do estado, deve apresentar nos próximos dias novas estratégias de enfrentamento ao crime.

A violência tem sido uma infeliz rotina diária para quem mora, principalmente, em Rio Branco.

No início do ano, o governo anunciou uma grande ação que prometia coibir o roubo de veículos e a incidência de crimes contra a vida. A Operação Fecha Fronteiras, de tempo indeterminado, acontece em 11 pontos estratégicos de Rio Branco e também nos acessos a fronteira do Acre com estados e países vizinhos.

A sensação é de que nada adiantou. Os assassinatos cresceram de forma assustadora no início do ano. Tanto que do dia primeiro de janeiro até este sábado, 18, com a chacina ocorrida na Transacreana, já se contabilizam no Acre, 30 assassinatos. É um índice alarmante de 1,66 execução por dia. A capital acreana concentra mais de 80% dos assassinatos.

Nas redes sociais, os internautas têm apontado alguns motivos para que a operação não esteja ajudando na diminuição dos crimes em Rio Branco. Uma delas seria que apesar das barreiras existirem, há pouca fiscalização. “Eu moro perto de um desses pontos de fiscalização e fiquei observando. A barreira tá lá, mas os policiais não fiscalizam nenhum veículo. Ficam conversando ou no celular, sem abordar, como vão descobrir se dentro do veículo há uma arma?”, afirma o morador que prefere não ser identificado.

A falta de fiscalização prometida também acontece nas fronteiras. Relatos dão conta de que a operação não está presente em todos os acessos a fronteira. O jornalista Jairo Barbosa publicou em uma rede social, fotos que mostram que em 200 quilômetros de estrada que liga o Acre ao Amazonas não há uma única viatura policial.

As fotos mostram o posto de Fiscalização IDAF/SEFAZ sem a presença policial.

O ac24horas conversou com o Coronel Ricardo Brandão, secretário adjunto de segurança pública do Acre, admite que há uma preocupação com os policias e o uso do celular durante o trabalho. “Ontem mesmo me reuni com os responsáveis pela coordenação operacional do Gefron e pedi providência de postura em relação a esse tipo de situação”, afirmou.

Mesmo com o grande número de assassinatos, Brandão afirma que a avaliação é positiva, mas admite que as forças de segurança não estão conseguindo evitar os crimes e que há uma urgente necessidade de novas estratégias que realmente deem resultado.

“A avaliação que fazemos é positiva, já que tivemos uma diminuição considerável no roubo de contra o patrimônio, principalmente de veículos. No entanto, no tocante dos crimes contra a vida, relacionados a briga de organizações criminosas, a operação não surtiu o efeito esperado. Nessa próxima semana, estamos reunindo todo o Sistema de Segurança Pública para o lançamento do plano de metas 2020 e ativação de outras estratégias para o combate mais direcionado aso crimes contra pessoas envolvendo as organizações criminosas” afirma Brandão.

O secretário adjunto confirma que não há Operação Fecha Fronteira na BR-317, que liga o Acre ao Amazonas. “Realmente na estratégia inicial a operação foi direcionada para fechar a fronteira com Rondônia e com a Bolívia. Para Boca do Acre não temos perna suficiente. Tivemos uma conversa com a PRF, já que é uma estrada federal, e ao longo dos próximos dias vamos traçar estratégias conjuntas para compartilhar essa responsabilidade e ampliar nossa capacidade de atuação”, destaca.

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