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Socorro assina convênio com Sudam e garante Usina de Asfalto

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No inicio da noite desta sexta-feira, 13, a prefeita de Rio Branco, Socorro Neri e Paulo Roberto Correia da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) assinaram três convênios, oriundos de emendas parlamentares do ex-senador Jorge Viana, ex-deputado federal César Messias e do deputado federal Flaviano Melo. São mais de R$ 4 milhões que serão investidos na construção de uma nova Usina de Asfalto, aquisição de Patrulha Mecanizada e Pavimentação de um trecho da Estrada Jarbas Passarinho.

“Nossa gratidão a cada um dos parlamentares que destinaram emendas tão importantes que vão possibilitar a aquisição da Usina de Asfalto e que nos auxiliam a investir na infraestrutura de Rio Branco. Meu agradecimento também ao Paulo que tem esse olhar especial, essa sensibilidade com a capital dos acreanos”, agradeceu a prefeita.

Segundo dados da Sudam, no período desde 2015 mais de R$ 170 milhões foram investidos somente no estado do Acre, e em 2020 a expectativa é que feche em R$ 1 bilhão de recursos, por meio de transferência voluntária de emenda. “O apoio que recebemos da bancada federal é muito importante. Sem ajuda deles seria impossível fazer o que estamos fazendo, não somente pelo Acre, mas toda região”, declarou Paulo Roberto.
O senador Sérgio Petecão, líder da bancada federal, também participou da assinatura. “Também quero agradecer ao Paulo que tem demonstrado muita vontade de ajudar o Acre e que nos apresenta aqui números fantásticos, como resultado desse trabalho. Por isso eu coloco minhas emendas na Sudam, por conta da celeridade e seriedade desse trabalho”, concluiu.

Estiverem presentes também os deputados estaduais Nenem Almeida e Roberto Duarte, no ato representando Flaviano Melo. “Em nome do deputado Flaviano Melo quero agradecer ao Paulo e a prefeita pela parceria. Anunciar que somente para 2021, Flaviano já garantiu a destinação de R$ 18 milhões para Rio Branco que vão beneficiar os nossos munícipes”, enfatizou Duarte.

Para Nenem Almeida a parceria com Sudam fará o estado e consequentemente a capital acreana crescerem ainda mais. “Quero parabenizar a prefeita Socorro Neri que vem fazendo um belo trabalho pela nossa cidade, e que com essas alianças a tendência é que Rio Branco se desenvolva ainda mais”, disse.

Nova Usina de Asfalto

Atualmente a Empresa Municipal de Urbanização (Emurb) trabalha com a capacidade de produção de 60 toneladas de asfalto, por hora. Com a implantação da nova Usina essa capacidade deve ser triplicada, além de representar uma expressiva economia com o custo de manutenção mais baixo, potencializando as ações da Prefeitura em Operações como a Tapa Buraco, por exemplo.




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Acre

Marcio Bittar – Adesões e traições

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Por – Senador Marcio Bittar (MDB-AC)

A convicção de valores e a coerência são virtudes raras na política, por outro lado o adesismo pusilânime, a substituição irrefletida de valores e o pragmatismo cego são abundantes. Exemplos históricos dramáticos corroboram a hipótese da prevalência dos vícios nos jogos de poder. Quantos líderes totalitários conseguiram, primeiro pela persuasão e depois pela força, conduzir maiorias e contar com o apoio de políticos, burocratas, intelectuais, empresários, sindicatos, professores, alunos, jornalistas e magistrados cegos pela proximidade e partilha das benesses do controle do Estado?

Stalin, o tirano comunista, foi um líder de multidões e contou com o apoio da elite soviética para cometer atrocidades inomináveis. Hitler, o líder máximo dos nazistas, ajudou a mudar os valores de uma nação em desespero e conduziu a Alemanha e o mundo ao inferno. São exemplos de genocidas que conseguiram a adesão torpe das maiorias, manipularam a inversão de valores das elites e forçaram seus liderados a os seguirem de forma cega, amedrontada e desavergonhada.

Guardadas as devidas proporções, assistimos o domínio do Acre por um grupo político que conduziu a sociedade ao fracasso, à inação econômica e à insegurança brutal. A destruição levou duas décadas. Aos poucos, os petistas dominaram de forma profunda as organizações da sociedade civil e as instituições do Estado.

Contaram com apoio de todos os presidentes da República desde FHC e exerceram hegemonia ideológica com a mitologia ecológica irracional denominada florestania. Contaram com o respaldo quase irrestrito de toda imprensa; houve exceções. A adesão do setor empresarial e dos produtores não faltou, pois foi conseguida por medo, blefes e criação de dificuldades.

A persuasão foi utilizada nos primeiros anos visando mudar valores tradicionais e substituí-los por um ambientalismo socialista enganador. A força das ameaças, multas, invasões de terras, perseguições e controle burocrático se impôs; era mais eficiente. Ao final de vinte anos, ficou claro o fracasso e a turma foi banida da política pelo voto popular.

Sempre estive contra essa gente. Sempre intuí e observei o mal que a turma dos petistas fazia ao Estado. Foram 20 anos de perda de oportunidades para desenvolver, crescer e gerar riquezas. Poucos enfrentaram a esquerda acreana desde o início, entretanto uma minoria jamais deixou de observar criticamente os feitos e lutar bravamente pela queda dos responsáveis pelo atraso. Tal minoria cresceu e minou as bases do poder até a completa ruptura conquistada em 2018.

Hoje, não vejo com surpresa petista, outrora ardoroso, inventar desculpas esfarrapadas para abandonar o barco e aderir pragmaticamente a novos nichos de poder, em busca de sobrevivência política. É vergonhoso, por exemplo, uma ex-presidente do partido tirar da cartola briguinhas de 2012 para se transmutar. Também, não é digno a prefeita tentar se limpar da poeira petista com tremendo desdém. É ingrata: ela só é prefeita porque aceitou jogar junto com os petistas. Se eles ainda estivessem no poder, a prefeita romperia?

É possível perdoar as pequenas e sórdidas hipocrisias em política, mas não é recomendável esquecê-las. A lembrança da história é pedagógica e se enfrentada com verdade e rigor, pode ajudar a não cometermos os mesmos e insistentes erros. Estar atento é fundamental.

 




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Acre

Área desmatada dobra no Acre entre agosto e dezembro de 2019

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Acre contribuiu com 2% do desflorestamento na Amazônia em dezembro de 2019 desmatando e degradando 3 km². Já entre os meses de agosto de 2018 e igual período de 2019 o desmatamento cresceu 100%. Foram derrubados 119 km² no período agosto-dezembro 2018 e no ano seguinte, nesse mesmo tempo, 238 km².

Os dados são do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Na Amazônia a área derrubada entre agosto e dezembro 2019 representa 67% a mais do que o que foi registrado, pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), plataforma usada pelo Imazon, em 2018 –ano que teve 1.706 km² desmatados.

Entre agosto e dezembro de 2019, 2.852 km² de florestas foram derrubados na Amazônia. A maior parte das matas perdidas no último mês do ano passado foi no Pará: 47% de 227 km².

O Imazon classifica desmatamento como o corte raso, que é a remoção completa da vegetação florestal. Geralmente, é a formação de áreas de pasto. Já a degradação é caracterizada pela extração das árvores, que costumam abastecer o mercado da madeira. Outros exemplos de degradação são os incêndios florestais — controlados ou não, em áreas privadas — mas que acabam atingindo a floresta e se alastrando.

 




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