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Após ter lotérica arrombada, empresário é avisado que não há perito para investigar

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O proprietário de uma lotérica localizada no município de Sena Madureira foi surpreendido ao ter seu estabelecimento arrombado por bandidos. O caso aconteceu no final de semana passada, durante a madrugada de domingo, dia 8. Os criminosos quebraram uma parte da parede da lotérica. Ocorre que, ao se deslocar até a delegacia para fazer um Boletim de Ocorrências, os proprietários foram informados de que, possivelmente, não haveria investigação para solucionar o caso e localizar os suspeitos.

“Minha filha que administra a lotérica foi na delegacia fazer o B.O. Ficamos surpresos quando ouvimos do delegado de polícia que eles nem tinha perito, nem investigador para acompanhar o caso. O que nos deixou revoltados”, disse o proprietário ao ac24horas, que prefere não se identificar.

O empresário fez um relato de desabafo nas redes sociais diante da informação negativa da polícia civil para com a prisão dos suspeitos de terem cometido o crime. Ele diz que é funcionário de um banco no município e que também possui um pequeno comércio na região. “Ou seja, pago tanto imposto que, a cada dois anos, dá muito bem para comprar uma viatura dessas [se referindo a uma viatura policial]. O que pago de imposto é muito alto”, salienta.

O ac24horas procurou a Polícia Civil do Estado, por meio de sua assessoria, e foi informado pelo Delegado Geral de Polícia que pode ter havido um “erro de comunicação”. Segundo a segurança pública, “apesar de não ter perito em Sena Madureira, ainda, ou uma base da perícia criminal, sempre que os peritos são acionados, eles atendem, tanto a região do Baixo Acre, como Alto Acre e Purus”.

O Delegado Geral de Polícia acredita que o que houve na informação repassada ao empresário foi, de fato, um erro de comunicação. “Sempre que os peritos são acionados, eles vão ao local fazer esse tipo de trabalho”, explica.

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Cotidiano

Monitorado que traficava drogas em casa volta para o presídio em Rio Branco

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Um monitorado que traficava drogas na própria residência, situada no bairro Boa União, em Rio Branco, recebeu voz de prisão de policiais penais da Unidade de Monitoramento Eletrônico de Presos (Umep) do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen). O fato aconteceu na tarde desta quarta-feira, 12, após denúncia encaminhada pela Polícia Civil.

Após denúncia, uma guarnição da Umep se dirigiu até o endereço do monitorado para realizar a fiscalização. Ao chegar ao local, os policias perceberam o nervosismo do preso e pediu para fazer uma busca no interior da casa. A guarnição encontrou uma sacola contendo uma caixa com 13 papelotes de maconha, 24 papelotes de cocaína, dez frasco plástico contendo rapé, uma balança de precisão e um celular, além de R$ 120,00.

Diante do flagrante, o monitorado recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde foi colocado à disposição da Justiça.

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Cotidiano

Campanha para ajudar índios e ribeirinhos no Amônia já arrecadou mais de R$ 382 mil

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Lançada há pouco mais de um mês, a campanha Ashaninka Pelos Povos da Floresta arrecadou R$382,9 mil, recurso de financiamento coletivo via internet destinado a estimular a produção de alimentos nas comunidades vizinhas à Terra Indígena Kampa do Rio Amônia, no Acre.

A campanha prevê arrecadar R$ 1 milhão para distribuir alimentos, ferramentas de plantio e materiais de pesca para 1,8 mil famílias da região, incluindo indígenas e não-indígenas. Não há prazo para o término da campanha: ela só acaba com o fim da pandemia.

Além de aumentar a segurança alimentar dos seus vizinhos, os Ashaninka querem também evitar a ida das pessoas a Marechal Thaumaturgo, a cidade mais próxima, onde vivem 18 mil pessoas e já há mais de uma centena de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus.

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Cotidiano

Temido membro de facção acusado de roubos em série na capital é preso pela Polícia Civil

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A Polícia Civil por meio dos investigadores da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE) deu cumprimento a um mandado judicial e prendeu na manhã desta quarta-feira, 12, Mesaque Oliveira da Silva, 19 anos, acusado de roubos em série ocorridos em Rio Branco. A prisão aconteceu em uma residência localizada no bairro Montanhês.

Segundo a polícia, Mesaque Silva é um criminoso de alta periculosidade e sempre assaltava as vítimas com uso de arma de fogo e usava uma de suas características, a violência. Contra Silva, existia dois mandados de prisão por crimes de roubo e um mandado de internação de crimes praticados quando menor de 18 anos.

Os investigadores também identificaram dois comparsas de Mesaque Silva e apreenderam ainda o veículo usado pelos membros da organização criminosa nos roubos.

“É uma pessoa de alta periculosidade e acusado de vários roubos ocorridos em Rio Banco. Um sujeito extremamente violento e que inclusive já foi reconhecido em alguns crimes investigados por essa especializada”, comentou o delegado Leonardo Santa Bárbara, coordenador da DCORE.

Mesaque Silva foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Rio Branco Dr. Francisco D’Oliveira Conde onde aguardará decisão da Justiça.

Com informações da Assessoria da Polícia Civil

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Cotidiano

Em operação no presídio, policiais apreendem armas artesanais, celulares e carregadores

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No presídio de Sena Madureira, policiais penais deflagraram nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (12), uma operação que teve foco em três blocos ocupados por faccionados. O resultado superou a expectativa e contabilizou apreensão de 28 armas artesanais – sendo pedaços de grade em formato de facas e terçados, além de 2 celulares e carregadores de bateria.

De acordo com a coordenação de segurança, mais de 30 policiais participaram da operação, a maioria de forma voluntária, nos blocos 5, 7 e 9 da unidade prisional Evaristo de Moraes. “Até então tudo parecia normal, mas investigação dos próprios policiais descobriu que existia estoque de armas escondidas. Não deu outra, a revista localizou dezenas de armas e celulares”, disse um policial.

De acordo com as informações, 31 internos responsabilizados pelos objetos foram conduzidos a cela de sanção disciplinar e responderão a sindicância interna. Eles também não receberão visitas da família até o fim da sanção.

Via Radar Notícias

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