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Datafolha: Moro com aprovação de 53% acima de Bolsonaro

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (9) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra os índices de aprovação de ministros do governo do presidente Jair Bolsonaro. Pelo levantamento, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, continua com a aprovação (soma dos entrevistados que o avaliam como “ótimo” ou “bom”) maior que a de Bolsonaro.

O instituto indica que Moro é conhecido por 93% dos entrevistados, a taxa mais alta entre os ministros. E, dentre os que afirmam conhecê-lo, Moro foi avaliado como ótimo ou bom por 53%, como regular por 23%, e como ruim ou péssimo por 21%; 3% não responderam.

A pesquisa foi feita nos dias 5 e 6 de dezembro e, no dia 8, o jornal já havia divulgado a avaliação de Bolsonaro: 30% consideram o governo do presidente ótimo ou bom; 32%, regular; e 36%, ruim ou péssimo; 1% não responderam.

Na pesquisa, os entrevistados eram perguntados se conheciam os nomes de alguns ministros do governo Bolsonaro que seriam citados, mesmo que fosse só de ouvir falar. Em seguida, eram questionados como avaliam o desempenho deles, com base em tudo o que sabiam ou tinham ouvido dizer.

O segundo ministro mais conhecido, com 80%, é Paulo Guedes (Economia). Mas o segundo ministro mais bem avaliado agora é Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), com 43%. Na pesquisa anterior, feita em agosto, era Guedes.

Aprovação de ministros

Taxa de ótimo e bom, em %, levando em conta quem diz conhecer o ministro.

Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública): 53%

Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos): 43%

Paulo Guedes (Economia): 39%

Abraham Weintraub (Educação): 34%

Ernesto Araújo (Relações Exteriores): 33%

Tarcísio Freitas (Infraestrutura): 31%

Ricardo Salles (Meio Ambiente): 27%

(Observação: para efeito de comparação entre Bolsonaro e Moro, a “Folha de S.Paulo” levou em conta os percentuais de aprovação entre os entrevistados que dizem conhecer o ministro.)

Ministros mais conhecidos

Quem diz conhecer o ministro, em % em relação ao total de entrevistados

Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública): 93%

Paulo Guedes (Economia): 80%

Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos): 55%

Ricardo Salles (Meio Ambiente): 51%

Tarcísio Freitas (Infraestrutura): 38%

Ernesto Araújo (Relações Exteriores): 37%

Abraham Weintraub (Educação): 32%

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

Entrevistados: 2.948 pessoas em 176 municípios

Quando a pesquisa foi feita: 5 e 6 de dezembro

Nível de confiança: 95%

Contratante da pesquisa: “Folha de S.Paulo”

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Destaque 6

Lei anticrime entra nesta quinta (23) em vigor; veja o que muda

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Começa a vigorar nesta quinta-feira (23) a Lei 13.964/2019, conhecida como pacote anticrime, aprovada pelo Congresso e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 24 de dezembro do ano passado.

Houve 25 vetos à matéria aprovada pelo Congresso. O pacote reúne parte da proposta apresentada no início deste ano pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e trechos do texto elaborado pela comissão de juristas coordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Entre os pontos que foram vetados estão o aumento de pena para condenados por crimes contra a honra cometidos pela internet e o aumento de pena para homicídios cometidos com arma de fogo de uso restrito, que poderia envolver agentes da segurança pública.

Nessa quarta-feira (22), o vice-presidente do STF, ministro Luiz Fux, decidiu suspender a aplicação do mecanismo do juiz de garantias pela Justiça, até o plenário da Corte julgar o mérito da ação, o que não tem data para ocorrer.

O que muda:

Tempo de prisão

Como é: o tempo máximo de cumprimento da pena restritiva de liberdade era de 30 anos.

Como vai ficar: a pessoa condenada poderá ficar presa por até 40 anos. Se a sentença passar desse período, as penas devem ser unificadas.

Legítima defesa

Como é: o policial poderia agir apenas na iminência de que o criminoso fosse atentar contra a vida da vítima;

Como vai ficar: o agente da lei pode agir caso entenda que a vida da vítima de um sequestro, por exemplo, está em risco.

Prisão preventiva

Como é: é decretada no curso da investigação ou processo, e não tem período de término.

Como vai ficar: permanece sem um prazo máximo, mas deve ser revisada a cada 90 dias. E deve ser fundamentada em fatos recentes.

Material genético

Como era: o suspeito ou condenado não era obrigado a ceder material para o banco genético;

Como fica: a não aceitação da coleta de material passa a constituir falta grave, o que pode gerar punições, como dificuldade para progredir de regime;

Lavagem de dinheiro

Como era: a investigação deveria se limitar à coleta de provas e depoimentos.

Como fica: nova lei permite a realização de ação controlada e da infiltração de agentes nas investigações do crime de lavagem de capitais.

Acordo de não persecução

Como é: não tem previsão legal; Como será: acusado por crimes com pena inicial menor que quatro anos poderá fazer acordo, confessando o crime em troca de benefícios.

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Destaque 6

Governo anuncia investimentos nas aldeias indígenas do Acre

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FOTO: INTERNET

O Governo do Acre anunciou nesta quinta-feira (23) os investimentos que devem ser feitos nas comunidades indígenas ao longo deste ano, a começar pelos projetos que devem atender a 145 agentes agroflorestais indígenas, grupo que faz a interlocução entre as aldeias e o poder público.

O Governo do Estado também prevê a realização do pagamento de cerca de R$ 400 mil a 14 organizações indígenas contempladas no edital de incentivo aos festivais nas aldeias.

O maior investimento deve ocorrer no plano de gestão de gestão territorial das terras indígenas. A previsão é que sejam aplicados R$ 8 milhões que se destina a 35 povos indígenas começando por cinco reservas que segundo o Governo do Estado nunca foram contempladas com algo semelhante.

(Aldeia FM)

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