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Prêmio de Jornalismo do MPAC chega a sua 10ª edição valorizando informação

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Uma década transformando cidadania em notícia, esse foi o tema escolhido para celebrar os dez anos do já consagrado Prêmio de Jornalismo do Ministério Público do Estado do Acre.

Os trabalhos vencedores nas seis categorias premiadas serão conhecidos em cerimônia que ocorrerá no dia 13 de dezembro de 2019, às 20 horas nos altos do Palácio do Comércio, em Rio Branco.

O prêmio visa reconhecer, valorizar e incentivar os profissionais da imprensa acreana. Foram inscritos trabalhos nas categorias de jornalismo impresso, telejornalismo, radiojornalismo, webjornalismo, fotojornalismo e destaque acadêmico. Eles foram avaliados por uma respeitada comissão julgadora formada por cinco integrantes. Os vencedores serão agraciados com troféu personalizado e premiação em dinheiro, a maior já registrada nos dez anos em que o concurso foi instituído.

A procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, lembra que a iniciativa já foi reconhecida pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) como referência em relacionamento com a imprensa e destaca a função social de seus profissionais pelo compromisso com o jornalismo ético e com a credibilidade.

“O prêmio é um reconhecimento do MP acreano aos valorosos profissionais da imprensa, que têm contribuído ao longo desses dez anos para difundir a atuação do Ministério Público perante a sociedade. A todos nosso reconhecimento e gratidão”, disse a procuradora-geral.

Kátia Rejane fez questão de agradecer aos parceiros pelo resultado alcançado este ano. “Não fazemos nada sozinhos, temos a honra de celebrar a décima edição do Prêmio de Jornalismo do MP com uma excelente premiação e uma cerimônia que está sendo preparada com muito carinho. Esta edição está sendo 100% patrocinada por nossos parceiros e já é a maior premiação distribuída, só temos a agradecer”, completou.

O presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Acre (Sinjac), Victor Augusto de Farias, reconheceu que, além de valorizar e incentivar a categoria, o prêmio é um momento de celebração e confraternização já esperado pelos profissionais.

“Sinto-me honrado, pois, ao longo dos meus oito anos à frente do sindicato, o MP continua valorizando os profissionais e acadêmicos. Estabelecemos uma relação de parceria e de muito respeito”, declarou o presidente do Sinjac.

Workshop

O jornalista convidado deste ano é Daniel Adjuto, um dos nomes da nova geração do jornalismo brasileiro. Ele já teve passagem no SBT como repórter e apresentador e recentemente foi contratado pela CNN Brasil.

Adjuto vai ministrar em Rio Branco o workshop “Pós-Verdade: Como sobreviver à era das Fake News”, marcado para o dia 12 de dezembro, às 15 horas, no auditório do MPAC. O evento é voltado aos profissionais de imprensa, estudantes e público em geral. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo endereço eventos.mpac.mp.br.

O tema traz à luz uma problemática atual que vem preocupando autoridades, instituições e o jornalismo profissional. Com o advento das novas mídias, a disseminação de notícias falsas traz enormes desafios à ética e à qualidade de conteúdo. Por isso o MPAC promove este debate com a sociedade e com os profissionais da área para produzir reflexões e mecanismos de combate a esse fenômeno da era digital.

Parcerias

O Prêmio de Jornalismo é promovido pelo MPAC, Associação do Ministério Público do Acre (Ampac) e Associação dos Servidores do Ministério Público (Assempac), em parceria com a Assembleia Legislativa, Sistema Público de Comunicação, Câmara de Vereadores de Rio Branco, Fieac, Fecomércio, Acisa, Via Verde Shopping, Sicoob Acre, Unimed, Arasuper, Labnorte, Rabel Viagens e Turismo, Top Mídia, Biau Som, Folha do Acre, Notícias da Hora, O Alto Acre.

Andréia Oliveira – Agência de Notícias do MPAC

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Destaque 3

Saúde repassa R$ 130 mil a quatro municípios do Acre para enfrentamento de doenças

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O Acre está recebendo R$ 130 mil do Ministério da Saúde para enfrentamento às doenças transmitidas por vetores, como a malária, a leishmaniose e a doença de chagas, que ainda fazem muitas vítimas.

Os municípios contemplados foram Cruzeiro do Sul (R$ 80 mil), Feijó (R$ 30 mil), Mâncio Lima (R$10 mil) e Mâncio Lima (R$ 10 mil).

Os locais foram escolhidos por apresentarem maior número de casos das doenças nos últimos anos. Com o recurso extra, os estados e municípios poderão reforçar as ações de vigilância para prevenção, controle e eliminação dessas doenças.

No País, o Ministério da Saúde repassou, no fim de dezembro de 2019, R$ 35,5 milhões em recursos extras para 434 municípios de 24 estados brasileiros.

Os 434 municípios contemplados com os recursos extras da Portaria nº 3.775, de 24 de dezembro de 2019 estão nos estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Sergipe, São Paulo, Tocantins, Distrito Federal e Espírito Santo.

Para malária, foram considerados municípios prioritários, aqueles que apresentaram 80% da carga da doença, de acordo com os dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Malária (Sivep-Malária) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) no ano de 2019 (janeiro a outubro).

Os locais prioritários para Leishmaniose visceral foram definidos de acordo com o índice que leva em conta diferentes variáveis, como número de casos e taxa de incidência; gerado pelo Sistema de Informação Leishmanioses nas Américas (SisLeish) da OPAS/OMS.

Para a Doença de Chagas, foram considerados municípios prioritários, levando em conta uma análise de vários critérios, incluindo internação e mortalidade, além de vulnerabilidade para a transmissão vetorial domiciliar e incidência de casos agudos. Em 2018, 380 casos agudos da doença foram confirmados no país. Ainda, foi levada em consideração a estimativa de população do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018, aplicada aos municípios.

Saiba mais: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=26/12/2019&jornal=515&pagina=62&totalArquivos=149

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Destaque 3

Vistoria no Hospital da Criança aponta problemas; MP dá prazo para Sesacre resolver

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O relatório do Corpo de Bombeiros apontou que foi detectado manuseio inadequado de resíduos hospitalares, com sacos de lixo colocados diretamente sobre o solo, em local onde foi evidenciada a presença de ratos, que ao entrarem em contato com o material podem constituir-se em vetores de contaminação e que existe a possibilidade do esgoto oriundo do Hospital da Criança está sendo lançado in natura, sem tratamento, no igarapé da Maternidade, além de indícios que apontam para eventual vazamento na tubulação ao fundos do complexo hospitalar.

O promotor de justiça, Alekine Lopes dos Santos, da Promotoria Especializadas de Habitação e Urbanismo, do Ministério Público do Acre (MPAC) expediu uma recomendação ao Governo do Estado e a Secretária de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) acerca das condições do Hospital da Crianças.

A recomendação foi publicada na manhã desta segunda-feira (27) no Diário Oficial do MPAC.

Segundo o promotor cabe ao Estado o dever legal de adotar as cautelas necessárias à fiscalização e manutenção da segurança nas instalações do hospital com maior eficiência, garantindo, assim, a vida e a incolumidade dos funcionários e pacientes que frequentam o hospital, resultando, portanto, em dever de agir o qual não pode sofrer negligência estatal.

A vistoria realizada pelo Corpo de Bombeiros do Estado do Acre (CBMAC) aponta a existência de irregularidades relativas à prevenção contra incêndio e pânico no prédio onde funciona o Hospital da Criança, as quais põem em risco a integridade física de servidores e usuários daquele serviço público de assistência à saúde.

O relatório apontou que durante a vistoria foi constatado que a integridade das superfícies, do teto, pisos e paredes não obedecem às normas definidas, possuindo rachaduras, infiltrações, pintura descascada com presença de mofo, bem como detectados pontos onde a fiação elétrica está exposta.

Por fim, o promotor recomendou ao Governo do Estado e a Sesacre, as seguintes providências no prazo de 60 dias: apresentar Alvará Sanitário, corrigir as deficiências no acondicionamento dos resíduos hospitalares, promover as reformas estruturais necessárias para eliminação de infiltrações e mofo nas instalações do hospital, promover a adequada vedação da cisterna, a fim de evitar risco de contaminação da água, realizar reforma nas instalações elétricas dos condicionadores de ar, apresentar a respectiva licença ambiental, atestando que o lançamento do resíduos líquidos provenientes do hospital estão de acordo com as diretrizes ambientais, instalar extintores de incêndio conforme o projeto aprovado, corrigir as deficiências do sistema de hidrante, instalar iluminação de emergência conforme projeto aprovado, apresentar certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros, termo de habite-se e o alvará de funcionamento.

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