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Membros do PCC expulsam família de jovem morto e queimam casa com tudo dentro

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A casa onde residia o jovem José Maurício, de 22 anos, vulgo “pastor” morto com três tiros, na noite desta sexta-feira (7) dentro de sua residência na frente da filha de 2 anos e sua esposa, na rua João Ribeiro no bairro Taquari, no Segundo Distrito de Rio Branco, foi incendiada no final da manhã deste sábado (8) por membros da facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

O fato aconteceu depois, que Kieslley Mateus de Queiroz, de 19 anos, matou José Maurício. O pai da vítima, o senhor Raimundo Nonato, de 59 anos, ao ver o filho morto, tomou posse de um terçado e desferiu vários golpes no assassino de seu filho que mesmo ferido conseguiu fugir em uma motocicleta pedir ajuda, e ser conduzido por uma ambulância do Samu em estado de saúde grave ao Pronto Socorro de Rio Branco.

De acordo com informações de moradores, vários membros da facção chegaram na residência e expulsaram todos os familiares de José Maurício e mandaram que fugissem rapidamente. Os criminosos adentraram a casa jogaram gasolina e a queimaram com todos os pertences, móveis, eletrodomésticos e documentos. Após a ação os faccionários fugiram do local.

Depois que os membros da facção abandonaram o local, moradores temendo que o fogo se alastrasse até as suas residências que são de madeiras, acionaram o Corpo de Bombeiros.

Duas viaturas chegou até a região e apenas terminou de apagar as chamas que já havia consumido toda a residência do falecido José Maurício e o do seu pai Raimundo Nonato que se encontra no Pronto Socorro de Rio Branco, após ser ferido ainda na noite desta sexta-feira, tentando defender seu filho.

A reportagem do ac24horas procurou saber com moradores a motivação da morte de José Maurício, eles relataram que o jovem era membro da organização criminosa PCC e estaria traindo a facção, passando informações a membros do Comando Vermelho e servindo de olheiro para a facção rival.

“O que a gente soube aqui, era que o “pastor” estava traindo o PCC passando informações e sendo olheiro do CV. A facção não perdoa e a punição para quem trai a facção é a morte, o Conselho se reuniu e foi decidido isso”, disse um morador.

O caso já está sendo investigado pela Polícia Civil, toda a família de José Maurício e do seu pai Raimundo Nonato, tiveram que sair do bairro Taquari com medo de mais retaliação por parte da organização criminosa.

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Delegado responsável pelo caso Jonhliane Paiva vai pedir prisão de Ícaro Pinto

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Os familiares e amigos de Jonhliane Paiva de Souza, morta na última quinta-feira, 6, quando foi atropelada pelo fisioterapeuta Ícaro José da Silva Pinto, 33, que disputava um racha na Avenida Antônio da Rocha Viana, mostraram toda a sua indignação em um protesto realizada nesta quarta-feira, 12, em frente à Assembleia Legislativa.

Em uma das frases estampadas nos cartazes, os manifestantes chamam Ícaro de assassino e relembram que o mesmo fugiu do local do acidente.

Familiares de Jonhliane, acompanhadas de uma advogada, conversaram com o delegado Alex Danny, responsável pelo caso.

“Estamos bem confiantes que seja feita justiça. Tem muita coisa que não podemos passar à pedido do próprio delegado. Ele nos deixou bem tranquilos e estamos com muita fé que a justiça vai ser feita”, diz Sandra Nascimento, prima da vítima.

O ac24horas apurou que o delegado responsável pelo caso já está com o pedido de prisão de Ícaro pronto e tem grandes chances de enviar ao judiciário ainda esta semana.

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Acre 01

Empresas Revemar, maior grupo de concessionárias Renault, chega a Rio Branco

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Num cenário em que a classe empresarial se viu e ainda se vê abalada em meio à recessão provocada pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), o Acre se destaca como o Estado que avança na corrida pela retomada do setor econômico, ao mesmo tempo em que as contaminações de Covid-19 apontam queda nas estatísticas. Prova disso é a chegada a Rio Branco de um novo grupo atuante em diversas áreas, como agropecuária e, principalmente, concessionária de veículos. Trata-se das Empresas Revemar, um grupo empresarial vindo do Pará e que existe há mais de 30 anos no mercado, com várias unidades de negócios instaladas nas regiões Norte e Nordeste do país.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 12, junto ao grupo Honda Star Motos, em Rio Branco. “Tivemos a presença do proprietário do Grupo Revemar, que é um grupo que atua na área de agropecuária, na área de concessionárias de veículos leves e pesados, Massey Ferguson, Honda, Renault, é o maior grupo de concessionárias Renault do país”, explica Marcelo Dias, proprietário da Star Motos, concessionária Honda na capital acreana. A garantia é de muito mais investimentos no Acre com a chegada do grupo Revemar.

A empresa atua ao longo do território nacional nos segmentos de distribuição de automóveis, caminhões, motocicletas, máquinas e implementos agrícolas, pneus, siderurgia, indústria de cimento, locação de veículos e agropecuária. Uma reunião de apresentação dos representantes marcou o início de uma jornada que pretende deverá colher elevados e satisfatórios resultados. “Em breve nós teremos a reabertura da concessionária Renault na cidade. É um momento de muita alegria, pois num cenário onde se escuta tanta notícia ruim, empresas fechando, gente sendo demitida, o problema da Covid-19, a gente vê que tem empresários ainda com bons olhos para o nosso Estado e que estão vindo aqui investir, acreditar, gerar emprego e riqueza”, completa Dias.

Missão Renault no Acre

O encontro contou com ainda com a presença do presidente da Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa). Para o presidente do Grupo Revemar, o empresário Winston Diamantino, a missão mais importante hoje é refazer a história da Renault no Acre, de uma maneira que atenda da melhor qualidade o cliente. “Nós recebemos uma missão da Renault. Nós já somos Renault em outros estados e recebemos a missão de retornar ao Acre. A Renault já esteve aqui no passado, e estamos com a missão de fazer um bom serviço”, explica Diamantino.

De acordo com o presidente das Empresas Revemar, no primeiro momento, não se pensa nem em rentabilidade, mas exclusivamente em atender e atender bem o cliente. “Esse é o objetivo. A Renault é uma marca muito forte já no Brasil e a única capital que ainda não tinha era aqui [Rio Branco]. Esse é um dos motivos para estarmos aqui”. O outro motivo, segundo Winston, é de que o Estado tem atualmente uma perspectiva de crescimento muito forte e bastante acentuada em relação à outros estados brasileiros.

“Antes havia aquele mito de que o Acre era um estado de fim de linha, e isso não existe mais. É um estado em que o agronegócio está presente, há muita pecuária e também é um eixo para o pacífico”, diz o proprietário. Tudo isso se torna um eixo logístico muito favorável. “As estradas de ferrovia estão chegando perto. Essa região Norte, com Acre, Rondônia e até Mato Grosso, no centro-oeste, vai virar um bicho”, comemora o presidente da Revemar.

As tratativas para a instalação do grupo começaram há pouco mais de 120 dias e a previsão de funcionamento da empresa na capital acreana é para o próximo mês de novembro.

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Vídeo mostra bando do CV atacando Cidade do Povo a tiros; três pessoas ficaram feridas

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Um vídeo compartilhado nas redes sociais no início da tarde desta segunda-feira, 10, mostra membros da facção criminosa Comando Vermelho fortemente armados invadindo o Conjunto Habitacional Cidade do Povo e efetuando vários disparos em direção às residências e a uma quadra de esportes.

O ataque dos criminosos aconteceu na noite desse domingo, 9, na quadra 9 do Conjunto Habitacional. Os bando saiu de uma área de mata localizada na divisa da Cidade do Povo e o Residencial Rosalinda e efetuaram vários tiros, tendo como alvo adultos e crianças que estavam tomando refrigerante.

Na ação dos criminosos, é possível ver seis homens correndo efetuando vários tiros e gritando a gíria usada pela organização criminosa: “é o trem porra”, bem como proferindo palavras de baixo calão.

Três pessoas, identificadas como Delmiro da Silva Pires, de 24 anos, Fernando Pires, de 25 anos, e um adolescente de 16 anos, foram feridos com os disparos das armas de fogo.

O vídeo já está com a Polícia Civil, que iniciou as investigações em busca de identificar e prender os membros da organização criminosa.

Segundo a Polícia, a motivação do crime seria a guerra entre facções por disputa de território e domínio do tráfico de drogas.

Veja o vídeo:

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Bando do CV invade Cidade do Povo, atira contra moradores e crianças e fere três pessoas

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Membros da organização criminosa Comando Vermelho invadiram o Conjunto Habitacional Cidade do Povo, em Rio Branco, na noite desse domingo, 9, e feriram pessoas a tiros. Delmiro da Silva Pires, de 24 anos, Fernando Pires, de 25 anos, e um adolescente de 16 anos foram as vítimas.

De acordo com informações de populares, cerca de 10 homens da facção, fortemente armados, saíram de dentro de uma área de mata localizada na divisa da Cidade do Povo e o Residencial Rosalinda. Os criminosos seguiram até uma quadra de esporte e renderam vários moradores que estavam tomando refrigerante após um jogo de futebol, entre as vítimas havia crianças. Os criminosos ainda teriam dado ordem para ninguém correr.

Mesmo assim, moradores correram e foi então que os membros da facção começaram a efetuar vários tiros na região. Três pessoas ficaram feridas na ação dos criminosos, que fugiram pelo mesmo local que entraram na Cidade do Povo.

As vítimas foram atingidas pelos disparos na região das nádegas, costas e no pé. As três foram socorridas por terceiros e encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade do Povo, e em seguida conduzidas por uma ambulância ao pronto-socorro de Rio Branco, todos em estado de saúde estável.

A Polícia Militar foi acionada e após colher as características dos membros da facção, fizeram patrulhamento nas regiões do conjunto habitacional e no Rosalinda, mas ninguém foi preso. As tentativas de homicídios serão investigadas pelos agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A polícia acredita que a motivação do crime pode ter sido causada pela guerra entre facções por disputa de território e domínio do tráfico de drogas.

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