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Energisa completa um ano no Acre sob acusação de roubo contra os consumidores

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A Energisa completa neste sábado, 7, um ano de sua chegada ao Acre, após assumir o controle da Eletrobras Distribuição Acre (antiga Eletroacre – Companhia de Eletricidade do Acre), arrematada em leilão realizado pelo BNDES, em agosto de 2018.

Não foi um começo tranquilo para a empresa que tem 114 anos de história e que atende 7,8 milhões de clientes no Brasil, com uma receita líquida de cerca de R$ 16 milhões e gerando, direta ou indiretamente, quase 20 mil empregos no país.

Foi um ano de protestos e acusações de roubo contra os consumidores, por conta dos aumentos nos valores das faturas mensais, o que resultou na criação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa do Acre, medida seguida por outros estados onde a empresa atua.

Apesar da turbulência que perdurou por quase todo o ano, a empresa avaliou como positivo o primeiro período de 12 meses à frente da distribuição de energia elétrica no estado, apresentando investimentos que foram feitos para a melhoria da qualidade do serviço e para a expansão do acesso à energia nos municípios acreanos.

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Acre 01

Procuradora Kátia Rejane toma posse para novo mandato à frente do Ministério Público do Acre

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A procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, toma posse para novo mandato durante o biênio 2020-2022, em sessão solene do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), marcada para a próxima sexta-feira (31), no auditório do Centro Universitário Uninorte.

Na mesma cerimônia, o órgão colegiado reconduz ao cargo o corregedor-geral Celso Jerônimo de Souza, e serão empossados também os procuradores de Justiça Danilo Lovisaro do Nascimento, Álvaro Luiz Araújo Pereira e João Marques Pires como membros titulares do Conselho Superior, órgão que zela pelos princípios institucionais.

Além da Procuradoria-Geral de Justiça, a administração superior do MP acreano compreende a Corregedoria-Geral, o Conselho Superior e o Colégio de Procuradores, órgãos responsáveis por atuar e deliberar em assuntos administrativos, funcionais e institucionais, sendo que nos dois últimos as decisões são tomadas conjuntamente.

No final de 2019, com quase 70% dos votos dos membros do MP acreano, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues foi reconduzida ao cargo de chefe da instituição e nomeada pelo governador do estado, Gladson Cameli, para mais um mandato de dois anos.

A cerimônia de posse no Centro Universitário Uninorte começa a partir das 18h30.

Jaidesson Peres- Agência de Notícias do MPAC

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Educadora brasileira mantém projeto infantil de incentivo à leitura; confira

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O Brasil ainda possui 11,3 milhões de analfabetos

De acordo com o último censo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) –- sobre as condições de analfabetismo no Brasil, apesar dos índices do analfabetismo terem melhorado, o Brasil ainda possui 11,3 milhões de analfabetos entre a população de 15 anos ou mais, o equivalente a 6,8% dessa população. O número está relacionado ao contexto analisado em 2018 e apresentou queda de 0,1% comparado a 2017, significando 121 mil analfabetos a menos.

Parte significativa desse processo, enfrentado principalmente pelas populações de regiões mais extremas do país, sobretudo no Nordeste, ocorre pela grave desigualdade social. Em muitas residências brasileiras os livros ainda são escassos. 

A formadora de docentes da rede estadual de ensino e mestranda em Ensino pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) Márcia Mendes teve acesso aos livros tardiamente. Apesar de não ter tido livros em casa, a graduada em Letras sempre foi ‘apaixonada’ pelos escritos e cresceu motivada a modificar a realidade de muitos brasileiros por meio da leitura.  “Nasci em Catu, na Bahia, morei na cidade de São Sebastião do Passé e fui de uma família muito pobre, não tínhamos livros em casa. Apenas na escola eu tinha acesso a livros que poderia, esporadicamente, levar para casa. Graças a Deus, sempre tive o estímulo dos meus pais para estudar. Até hoje eu tenho o hábito de abraçar, beijar os livros, em uma atitude bem romântica com cada um deles”, conta.

Ciente da importância da educação como mecanismo de transformação social, Márcia criou, no ano de 2017, o projeto “Um livro para chamar de meu”. Durante os eventos infantis que participa, a educadora percebeu que muitas crianças, assim como ela na infância, não tinham livros. “Eu recolho doações no trabalho, recebo de escritoras parceiras, livrarias, carrego dentro da bolsa e sigo distribuindo. Não existe um local específico. Entrego para as crianças em escolas e diversos lugares”, explica.

Convidada para realizar uma contação de histórias na rede de educação básica no mês anterior, na Escola Municipal Nova Brasília, em São Sebastião do Passé, na Bahia, Márcia Mendes irá retornar à unidade para fazer a entrega de muitos livros. 

Na oportunidade, a também escritora irá presentear as crianças com o seu mais novo título. A obra A gata que não era xadrez será lançada na abertura do semestre na Uesb. Além desta, Márcia tem outras duas obras já publicadas: Dandara, cadê você? e Quem é Amora? Em seus livros, a autora incentiva o protagonismo dos pequenos leitores. 

“Em todos os meus livros, priorizo espaço em branco para que eles possam reescrever a própria história, para que possam descobrir seu potencial criativo e de escrita”, sugere Mendes que defende uma educação mais lúdica, interativa e estimulante.  

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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