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Energisa completa um ano no Acre sob acusação de roubo contra os consumidores

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A Energisa completa neste sábado, 7, um ano de sua chegada ao Acre, após assumir o controle da Eletrobras Distribuição Acre (antiga Eletroacre – Companhia de Eletricidade do Acre), arrematada em leilão realizado pelo BNDES, em agosto de 2018.

Não foi um começo tranquilo para a empresa que tem 114 anos de história e que atende 7,8 milhões de clientes no Brasil, com uma receita líquida de cerca de R$ 16 milhões e gerando, direta ou indiretamente, quase 20 mil empregos no país.

Foi um ano de protestos e acusações de roubo contra os consumidores, por conta dos aumentos nos valores das faturas mensais, o que resultou na criação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa do Acre, medida seguida por outros estados onde a empresa atua.

Apesar da turbulência que perdurou por quase todo o ano, a empresa avaliou como positivo o primeiro período de 12 meses à frente da distribuição de energia elétrica no estado, apresentando investimentos que foram feitos para a melhoria da qualidade do serviço e para a expansão do acesso à energia nos municípios acreanos.

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Acre 01

Candidatos a prefeitura de Rio Branco assinam Termo de Compromisso contra desinformação

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Foto: ac24horas/Sérgio Vale 

Os sete candidatos a prefeitura de Rio Branco assinaram na manhã desta terça-feira, 29, o termo de compromisso elaborado pela justiça eleitoral em combate à desinformação (fake news) durante as eleições 2020. O documento, que contou com a anuência da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Ministério Público e Tribunal Regional Eleitoral, foi rubricado por Socorro Neri (PSB), Minoru Kinpara (PSDB), Roberto Duarte (MDB), Tião Bocalom (Progressistas), Jarbas Soster (Avante), Jamyl Asfury (PSC) e Daniel Zen (PT) em ato realizado na Sede da PF, em Rio Branco.

De acordo com o conteúdo, os candidatos, partidos ou coligações, ao tempo que reafirmam o compromisso com a democracia, os princípios republicanos e o Estado de democrático de direito, comprometem-se em comunhão de esforços entre si e com a justiça eleitoral, zelar pela lisura do processo eleitoral, observando as regras e limites estabelecidos na legislação, bem como orientar e fiscalizar a atuação de seus colaboradores, filiados e militância, de forma a garantir eleição municipal segura, hígida e paritária para todos os agentes envolvidos.

Além disso, os prefeituráveis se comprometem a abster-se de reproduzir, replicar ou estimular a disseminação, por qualquer canal de comunicação, sobretudo na internet e nos aplicativos de mensagens, de notícias e conteúdos falsos, manipulados ou que, manifestados fora do contexto, imputem a qualquer pessoa a prática de ilícitos. Além disso, os candidatos terão que promover durante os atos de campanha a conscientização dos eleitores e da sociedade em geral sobre a relevância do combate a desinformação.

Veja o documento aqui.  

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Na rede

Zequinha e Adônis comemoram resultado de pesquisa e Fagner duvida dos números

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O resultado da primeira pesquisa eleitoral de Cruzeiro do Sul, realizada pelo Real Time Big Data, divulgada nessa segunda-feira, 28, na pela Gazeta, caiu como uma bomba em Cruzeiro do Sul: uma candidatura tradicional não teve bom desempenho, há surpresa na preferência do eleitorado e o apoio de nomes fortes da atual política faz a diferença.

Zequinha em primeiro lugar, com 25 % de preferência do eleitorado, o estreante na política, Sargento Adônis, em segundo com 21% de aceitação e Fagner Sales em terceiro com 17 % dos votos da pesquisa, foi o cenário do levantamento feito na segunda maior cidade do Acre.

Zequinha Lima (PP), afirmou ter recebido com naturalidade o resultado da pesquisa, tendo em vista a chapa forte, o arco de alianças feito. “Temos o apoio do governador, de 2 dos 3 senadores, do prefeito Clodoaldo, deputado estadual Nicolau Junior e outros. Nossa chapa remete à ética e mostra a grande aceitação pelo nosso nome. E a pesquisa é uma grande motivação para este início de campanha”.

O segundo colocado, Fagner Sales (MDB) disse que os números causaram surpresa e pôs em dúvida o resultado. “Não acredito em pesquisa feita por telefone, porque não ouviram o pessoal da zona rural e os ribeirinhos. Nossa pesquisa interna é bem diferente desta, mas as urnas mostrarão a verdade”.

Já o Sargento Adônis Souza (PSL), reconhece que os números causaram uma surpresa, mas acredita que o resultado confirma que a população anseia “pelo novo”.

“A população já conhece os outros candidatos e não quer mais esse modelo político. Nosso nome é a novidade e vai crescer mais ainda na zona urbana e em consequência na zona rural e creio na vitória”, concluiu.

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Destaque 7

Passageiro contesta laudo de incêndio em ônibus na BR-364: “começou pela roda”

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A empresa Petroacre divulgou nesta última segunda-feira, 28, que um laudo pericial, assinado pelo engenheiro mecânico Marcelo Jorge Torre, aponta como causa provável do incêndio que destruiu um ônibus na BR-364 no dia 22 de setembro, a explosão de uma ou mais baterias de celulares que estavam acondicionadas na mala de um passageiro.

Ocorre que quem passou pelo susto e estava dentro do ônibus, contesta a versão apresentada. Depois da publicação do laudo, diversos passageiros usaram as redes sociais para questionar a informação.

Um deles é Ezio Junior. Ele faz um relato da viagem e de como tudo aconteceu. “Nosso ônibus estava lotado. Foi justamente do lado que eu estava que começou a pegar fogo na roda. Eu vi tudo muito bem. A gente já vinha sentindo um cheiro de borracha queimada há algum tempo. Eu imaginei que fosse a lona de freio. Um pneu estourou. Quando o motorista desceu, viu que o ônibus tava pegando fogo, voltou correndo e avisou aos passageiros que o ônibus estava em chamas”, diz.

Ezio conta que o desespero foi grande e muita gente acabou se machucando e perdendo tudo que tinha. “Tinha gente que tava de mudança de Mâncio Lima para Rio Branco e ficou só com a roupa do corpo. Ficou todo mundo com muito medo porque começou a entrar fumaça dentro do ônibus. Algumas pessoas chutaram e conseguiram quebrar o vidro da janela. Muita gente se machucou”, afirma.

O passageiro conta ainda que o extintor de incêndio que tinha no ônibus não funcionou. “O motorista tentou apagar o fogo, mas o extintor não funcionou. Um outro ônibus que vinha atrás parou, mas aí as chamas já tinham crescido muito. Nós ficamos sozinhos, já que o motorista pegou uma carona e veio buscar outro ônibus em Rio Branco. A empresa teve descaso. Eu sou de Cruzeiro do Sul e sempre venho para capital e muitas vezes. Já passei por problemas na estrada por causa dos ônibus em péssimas condições. Eu fiquei revoltado pelo que aconteceu e pela postura da empresa em dizer que foi culpa de um celular para não ajudar as pessoas que perderam tudo o que tinham”, diz Ezio Junior.

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Extra Total

Juiz pede que candidatos denunciem interferência de facções e diz que quem contrata grupo para denigrir adversários será acionado

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Foto: ac24horas/Sérgio Vale

O juiz eleitoral Giordane Dourado, presidindo a reunião que antecedeu a assinatura do Termo de Compromisso em combate à desinformação (fake news) nas eleições, afirmou na manhã desta terça-feira, 29, na Sede da Polícia Federal, que terá uma atuação dura e enérgica contra crimes eleitorais.

O magistrado afirmou aos 7 candidatos a prefeito de Rio Branco que ficará responsável pela Propaganda e terá poder de polícia para garantir a lisura do processo eleitoral. “Peço o compromisso número 1 as candidatos, a garantia de uma eleição limpa, integra e paritária. Muitas vezes as forças da justiça são vistos como opressores. As regras eleitorais não são regras criadas pelo MP, pela polícia, são feitas pelo povo, pelo parlamento e devem ser respeitadas”, destacou.

Dourado destacou que a justiça eleitoral e a Polícia Federal estão atentos sobre a possibilidade das facções criminosas interferirem nas eleições. “Há um movimento de grupos criminosos para manipular o processos eleitoral. Seja impedindo que um candidato faça campanha ou de qualquer outra forma. As forças de segurança estão atuando. Se sentirem essa pressão por parte de facção, denunciem. Ameaçou candidato ou partido, formalize a denuncia pra gente. Contextualizando de onde vem essa denuncia e identificar a localidade de onde vem a demanda”, explicou.

Reforçando o combate a irregularidades, Giordane disse que a justiça eleitoral tem poder de polícia e quando existirem evidências, será dura contra ilicitude e destacou que uma portaria regulamentando a venda de combustíveis para evitar abusos. Ele destacou a da que os comitês eleitorais serão fiscalizados.

Dourado tirou algumas dúvidas em relação o que é vedado e permitido nas eleições. Uma delas foi sobre o uso de carro de som. “Isso não pode mais ser feito de forma isolada. Só pode ser usado numa caminhada, carreata ou passeata. Se circular aleatoriamente será acionado e apreendido”, enfatizou.

Foto: ac24horas/Sérgio Vale

Sobre a campanha na internet, o magistrado relatou que está liberada desde que não seja pago. Mas ressaltou que o impulsionamento de conteúdo está liberado desde que seja contratado diretamente com a plataforma. “Pode se fazer campanha na internet desde que não seja pago. O impulsionamento deve ser contratado diretamente com o Facebook ou qualquer outra rede . O impulsionamento não pode ser ser propaganda negativa. A legislação não proíbe campanha no WhatsApp e demais redes, mas sem disparos em massa”, frisou enfatizando que a propagação de fake news pode render uma prisão e condenação de até 8 anos em regime fechado.

O juiz também chamou atenção e afirmou que é crime contratar pessoas para ficar difamando os adversários na rede. “Quem contrata esse grupos, prática crime e responderá com o rigor da lei”, disse.

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