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Datafolha: 43% não confiam nas declarações de Jair Bolsonaro

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Uma parcela de 80% da população diz ao menos desconfiar das declarações do presidente Jair Bolsonaro, aponta a mais recente pesquisa do Datafolha.

Segundo levantamento nacional realizado na última quinta-feira (5) e sexta-feira (6), 43% dos entrevistados disseram que nunca confiam em afirmações do presidente, e 37% declararam confiar às vezes. Já os que dizem confiar sempre são 19% dos entrevistados —1% não soube responder.

A pesquisa ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

O resultado da avaliação do presidente será publicado neste domingo (8) na Folha.

Desde o meio do ano, Bolsonaro incorporou à sua rotina manifestações quase diárias a jornalistas, especialmente em frente ao Palácio da Alvorada, o que aumentou a repercussão de suas declarações.

Foi em um desses episódios, por exemplo, em que fez comentários que contribuíram para uma crise diplomática relacionada às queimadas na Amazônia.

Em novembro, levantamento feito pela Folha mostrou que o presidente dá ao menos uma declaração falsa ou imprecisa a cada quatro dias. Os dados estão reunidos no Bolsonômetro, ferramenta que reúne afirmações do presidente checadas e contextualizadas pela Folha desde o início do mandato.

Na pesquisa desta semana, o Datafolha também questionou os entrevistados sobre como veem as atitudes de Bolsonaro, considerando o cargo que ele ocupa.

Um total de 28% disse que em nenhuma situação ele se comporta como um presidente deveria se comportar, enquanto outros 28% afirmaram que, na maioria das vezes, ele se comporta de acordo com o cargo que ocupa.

Para 25%, em algumas situações ele se comporta adequadamente, mas, na maioria, não. Outros 14% afirmaram que as atitudes são adequadas em “todas as ocasiões”.

Os números são mais favoráveis ao presidente entre entrevistados com 60 anos ou mais ou que tenham renda familiar mensal entre cinco e dez salários mínimos. A aprovação a Bolsonaro nesse item cai entre moradores da região Nordeste.

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Acre

Renê Fontes ataca diretor do IAPEN nas redes sociais: “falsa mídia”

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Foto: Notícias da Hora/Internet

Renê Fontes diz que as coisas não estão bem no IAPEN e que Lucas Gomes sustenta falsa mídia para satisfazer seu ego

Levando em conta o ditado popular de quem bate esquece, mas quem apanha guarda mágoa até o fim da vida, Renê Fontes parece não ter engolido o que chamou de perseguição por parte do diretor presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN), Lucas Gomes, durante o período em que foi chefe de departamento do órgão.

Lucas desarquivou um processo disciplinar onde Renê era acusado de tentar adentrar uma unidade prisional com um aparelho celular dentro de uma TV, com apoio de outro agente, em Rio Branco. Renê acabou absolvido da acusação.

Renê, que teve mais de 2 mil votos para deputado estadual nas últimas eleições, foi exonerado do IAPEN, mas ganhou cargo semelhante para fazer articulação política no governo, ao que parece, não esqueceu o passado e aproveitou a notícia da fuga de 26 presos da penitenciária Francisco de Oliveira Conde na madrugada desta segunda-feira, 20, para atacar a gestão de Lucas Gomes.

Em uma postagem no Facebook, Renê disse que as coisas não estão bem, que há por parte do IAPEN uma briga desnecessária, um grande descontentamento da categoria e uma luta por falsa mídia para sustentar o mega ego de Lucas Gomes.

Confira o “fogo amigo” de Renê.

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Acre

Aviação do Acre teve 45 acidentes e incidentes de 2011 a 2019

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O Acre registrou 45 incidentes, acidentes e incidentes graves na aviação entre 2011 e 2019. A maioria dos casos, os incidentes, somaram 28 registros no período. O último registro ocorreu em Feijó no dia 23 de dezembro de 2019, mas não há detalhes sobre o caso –isso porque o caso do helicóptero Harpia 01 não estava catalogado no Painel de Dados -criado pela Aeronáutica Brasileira para dar transparência aos acidentes na aviação- até este domingo, 19 de janeiro. O Harpia se envolveu em acidente neste sábado (18) tocado na hélice por um caminhão em Rio Branco.

Em 2018 ocorreu o maior número de fatalidades na aviação acreana e no ano de 2012 ocorreu a maior parte dos incidentes graves: foram 12 registros.

As falhas de motor em voo são os maiores problemas: seis casos com essa característica foram considerados ´acidentes´. Os estouros de pneu foram o segundo incidente mais comum, com 7 casos. Falhas no trem de pouso foram o quarto problema com mais casos.

Rio Branco foi o lugar com maior número de ocorrências: 23 incidentes, 3 acidentes e 1 incidente grave. Do total de 11 acidentes, 2 ocorreram em Feijó.

O avião PA34, bimotor, são os que mais se envolveram em ocorrências no período, seguido do PA32, monomotor.

Do total de ocorrências, seis ainda estão ativas, sob investigação, incluindo um caso de 2011 em Senador Guiomard. A maioria, no entanto, está finalizada e com recomendações já implementadas.

“A atividade de investigação de um acidente aeronáutico é um processo dinâmico e pode demandar anos até a publicação do Relatório Final, por isso, existe a possibilidade de os dados aqui tabulados sofrerem alterações durante o curso das investigações”, explica a Anac.

O órgão que mais emitiu recomendações foi a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Segundo levantamento, o Brasil registrou no ano passado o menor número de acidentes com aviões e helicópteros desde 2010. Em 2019, foram 142 acidentes, com 58 mortes. Em 2010, ocorrem 129 acidentes e 55 mortes, segundo o painel criado pelo Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, ligado ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.

O acidente com o Harpia no Acre repercutiu muito. O portal especializado em aviação militar, o Cavok, fez a seguinte observação acerca das circunstâncias que levaram o caminhão a tocar a aeronave: “num primeiro momento, não se identifica nenhum cordão de isolamento da área e o que se observa é o trânsito fluindo normalmente”.

O Cenipa é o órgão brasileiro responsável pela investigação de acidentes aeronáuticos e pela consequente divulgação dos dados referentes à essas ocorrências.

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