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Sisu 2019: inscrições acontecem de 21 a 24 de janeiro 

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Para concorrer é preciso ter feito o Enem 2019

De 21 a 24 de janeiro será possível fazer as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O calendário do processo seletivo do primeiro semestre de 2020 foi divulgado pelo Ministério da Educação (MEC), no Diário Oficial da União. Para concorrer, os candidatos precisam ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 e obtido nota acima de zero na redação. Todo o procedimento deverá ser feito pela internet, na página do Sisu

Ao efetuar a inscrição, o candidato deverá escolher até duas opções de cursos ofertados pelas instituições participantes. Ao final, o sistema seleciona os mais bem classificados em cada curso, de acordo com as notas no Enem e eventuais ponderações, como pesos atribuídos às notas ou bônus. O resultado da seleção será divulgado no dia 28 de janeiro e a matrícula dos selecionados deverá ser feita de 29 de janeiro a 4 de fevereiro. 

*Matéria produzida com informações do Inep 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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Cotidiano

Hospital de Xapuri tem tumulto depois de PM aposentado morrer a caminho de Rio Branco

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Um policial militar da reserva remunerada identificado como Sebastião Oliveira da Silva (Pingo), de 59 anos, morreu dentro de uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), no começo da noite desta segunda-feira, 27, na BR-317, quando era transferido em estado grave do hospital Epaminondas Jácome, de Xapuri, para o Pronto Socorro de Rio Branco.

As circunstâncias da morte do militar causaram um grande tumulto em frente o hospital Epaminondas Jácome, quando a viatura retornou com o corpo, pois revoltada e acusando a unidade de saúde de negligência, uma sobrinha do policial tentou agredir a médica que acompanhava o paciente. A Polícia Militar precisou ser chamada para controlar a situação.

A profissional não chegou a ser agredida fisicamente em razão da interferência dos socorristas do Samu e de terceiros que se encontravam em frente ao hospital. Ainda na BR-317, onde Sebastião foi a óbito, nas imediações da fazenda Paraná, a 30 quilômetros de Xapuri, a viatura sofreu tentativa de depredação, segundo informações dos profissionais que faziam o transporte.

Familiares acusam de negligência os médicos que atenderam o paciente em razão da suposta demora que houve para que ele fosse transferido para Rio Branco. Um dos médicos, Erasmo Vidal, nega que tenha havido negligência. Segundo ele, o paciente não foi transferido antes porque não tinha condições clínicas para viajar e que todos os esforços foram feitos para ele sobreviver.

“O paciente deu entrada na unidade de saúde com um quadro de etilismo crônico associado a diabetes, provavelmente falha renal, pois ele não tinha diurese, ou seja, a situação dele era bem grave e por isso a regulação do Samu não libera o transporte antes da estabilização do paciente. O que estava ao nosso alcance, com certeza foi feito”, explicou.

Um sobrinho de policial militar disse à reportagem que seu tio deu entrada no hospital de Xapuri pela primeira vez na noite do último sábado, quando teria sido medicado e depois fugido da unidade de saúde durante a madrugada. No domingo pela manhã, ele foi encontrado desacordado por uma vizinha e novamente levado ao hospital, onde foi novamente atendido e medicado.

No intervalo de domingo para esta segunda-feira, 27, o paciente foi submetido a vários exames e permaneceu hospitalizado, chegando a apresentar uma aparente melhora até o quadro voltar a se agravar por volta das 16 horas. A transferência para Rio Branco foi autorizada no começo da noite.

Tentamos manter contato com a médica Marizete Oliveira dos Santos, que acompanhava o paciente na ambulância, mas fomos informados por funcionários do hospital de que, muito abalada com a situação e com as agressões verbais e quase físicas que sofreu, ela não estaria em condições de conversar com a reportagem.

No fechamento desta matéria, a situação no hospital já era tranquila e estavam sendo tomados os procedimentos para a liberação do corpo do militar aposentado, que será velado na capela do cemitério municipal São José, onde será sepultado ainda nesta terça-feira, 28, segundo informações dos familiares.

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Destaque 3

Saúde repassa R$ 130 mil a quatro municípios do Acre para enfrentamento de doenças

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O Acre está recebendo R$ 130 mil do Ministério da Saúde para enfrentamento às doenças transmitidas por vetores, como a malária, a leishmaniose e a doença de chagas, que ainda fazem muitas vítimas.

Os municípios contemplados foram Cruzeiro do Sul (R$ 80 mil), Feijó (R$ 30 mil), Mâncio Lima (R$10 mil) e Mâncio Lima (R$ 10 mil).

Os locais foram escolhidos por apresentarem maior número de casos das doenças nos últimos anos. Com o recurso extra, os estados e municípios poderão reforçar as ações de vigilância para prevenção, controle e eliminação dessas doenças.

No País, o Ministério da Saúde repassou, no fim de dezembro de 2019, R$ 35,5 milhões em recursos extras para 434 municípios de 24 estados brasileiros.

Os 434 municípios contemplados com os recursos extras da Portaria nº 3.775, de 24 de dezembro de 2019 estão nos estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Sergipe, São Paulo, Tocantins, Distrito Federal e Espírito Santo.

Para malária, foram considerados municípios prioritários, aqueles que apresentaram 80% da carga da doença, de acordo com os dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Malária (Sivep-Malária) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) no ano de 2019 (janeiro a outubro).

Os locais prioritários para Leishmaniose visceral foram definidos de acordo com o índice que leva em conta diferentes variáveis, como número de casos e taxa de incidência; gerado pelo Sistema de Informação Leishmanioses nas Américas (SisLeish) da OPAS/OMS.

Para a Doença de Chagas, foram considerados municípios prioritários, levando em conta uma análise de vários critérios, incluindo internação e mortalidade, além de vulnerabilidade para a transmissão vetorial domiciliar e incidência de casos agudos. Em 2018, 380 casos agudos da doença foram confirmados no país. Ainda, foi levada em consideração a estimativa de população do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018, aplicada aos municípios.

Saiba mais: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=26/12/2019&jornal=515&pagina=62&totalArquivos=149

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