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Para secretário, Samu estava sem policiamento por esquecimento do sistema de segurança

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Após dias turbulentos ocasionados pela criminalidade em Rio Branco, o secretário de Segurança Pública do Acre, Coronel Paulo Cézar, garante que a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) localizada no bairro Sobral já funcionará com o policiamento reforçado esta semana. Segundo o gestor, diligências estão sendo realizadas pela polícia para localizar os suspeitos de tentarem um assalto na sala de emergência da unidade.

Uma reunião entre representantes da Segurança Pública e da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) nesta quinta-feira, 5, já entrou com as tratativas para o “retomar o policiamento nas Unidades de Pronto Atendimento, na capital e no interior”, afirmou Paulo Cézar em entrevista ao Jornal do Acre, da Rede Amazônica.

De acordo com o Coronel, o protocolo de policiamento da segurança já estabelecia rondas junto ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas por algum motivo, não estava sendo praticado. “Por esquecimento dos integrantes do sistema, foi deixado de lado, que é o deslocamento simultâneo [da polícia] com agentes do Samu em áreas periférica de Rio Branco”, disse.

Paulo Cézar garante que a secretaria já está empenhada na recuperação e ampliação do sistema integrado de operação de segurança para retomar os atendimentos do Samu via Ciosp. “E assim evitar que fatos como esse sejam registrados novamente”, diz o Coronel. Esse processo está previsto para entrar em funcionamento em fevereiro de 2020. A ideia, segundo o secretário, é “trazer para este espaço [Ciosp] para termos um controle mais efetivo”.

A partir desta quinta-feira, a UPA da Sobral já estará atendendo com a segurança interna reforçada de mais dois vigilantes.

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Destaque 4

Governo determina que agentes de segurança cedidos para órgãos voltem aos locais de origem

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Com a necessidade cada vez mais urgente de dá uma resposta à sociedade no enfrentamento a violência, o governo vai aumentar o efetivo das forças de segurança.

A solução imediata adotada é buscar todos os agentes socioeducativos, bombeiros militares, policiais penais, civis e militares que estão “emprestados” para outros órgãos ou poderes que voltem para seus locais de origem.

O quantitativo não é pequeno. Segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública cerca de 240 servidores estão nessa condição.
Do montante, se destacam os policiais militares. Com a decisão, o PM vai receber de volta um reforço de 153 policiais que estavam cedidos e que voltam às ruas de Rio Branco e do interior.

“Diante da necessidade, solicitamos a compreensão no sentido de adotar medidas que viabilizem o retorno de servidores aos seus órgãos de origem e, com isso, fortalecermos o trabalho da segurança, dando continuidade a uma prestação de serviço público essencial e de excelência”, destaca o secretário de segurança pública, Paulo Cézar.

Com informações da  Agência de Notícias do Acre

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Destaque 4

Delegacia de Mâncio Lima funciona dentro de sala de 5 metros quadrados em quartel da PM

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A falta de condições de uma estrutura para os agentes da polícia civil na delegacia de Mâncio Lima, no interior do Acre, virou alvo de denúncia. Atualmente, a Polícia Civil do município está trabalhando de forma improvisada em uma sala de 5 metros quadrados cedida pelo quartel da Polícia Militar.

No município, apenas sete agentes de polícia intercalam suas escalas para atender a população.

Segundo informações, a delegacia não possui celas para manter os acusados de cometer crimes presos, onde são levados para Cruzeiro do Sul que fica a pouco mais de 33 km de distância. Os agentes têm que dividir o espaço com as armas, drogas e outros produtos apreendidos durante as investigações.

Indignado, o deputado estadual Roberto Duarte (MDB) que passava no local em agenda de fiscalização, falou em suas redes sociais que é dessa forma que a Segurança Pública do Acre trata as polícias que deveriam ser fortalecidas para combater o crime organizado.

Para Duarte, chegou o momento de o Estado parar de transferir suas responsabilidades para o Governo Federal.

“Chega de terceirizar a responsabilidade da segurança pública que é responsabilidade do Estado para o Governo Federal. É hora de assumir os erros e buscar os acertos antes que seja tarde”, disparou.

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