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Vanda Milani vai defender uso sustentável dos recursos naturais na COP-25 em Madri

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A deputada Vanda Milani (Solidariedade) vai integrar a missão oficial de parlamentares brasileiros que vão participar da Conferência sobre Mudanças Climáticas(COP-25) a ser realizada de 2 a 13 de dezembro em Madri (Espanha). Na capital espanhola, a parlamentar acreana vai participar de painéis com a presença de governadores da Amazônia Legal (como o governador Gladson Cameli), secretários, representantes da cooperação internacional, investidores, iniciativa privada, bem como atores da sociedade civil e do mundo acadêmico.

Vanda Milani lembrou que o meio ambiente e a utilização sustentável dos recursos naturais sempre foi uma de suas principais bandeiras de atuação parlamentar. Ela é membro efetiva e atuante da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados.

“Defendo um meio ambiente com o uso responsável e equilibrado das riquezas naturais, mas que tenha com fim maior o bem estar e a qualidade de vida do nosso homem, o principal interessado e maior guardião da preservação da floresta e defensor do uso sustentado dos recursos naturais”, esclareceu.

Eventos

A parlamentar vai participar de painéis juntamente com a comitiva acreana como a implementação de estratégias inovadoras para o desenvolvimento de baixas emissões nas regiões de floresta tropicais, a facilitação de parcerias com estados e regiões de florestas tropicais, o futuro da Amazônia brasileira e financiamento para adaptação e resultados em áreas rurais.

“Quero levar ainda nossa experiência com o meio rural e os povos da floresta, que enfrentam enormes dificuldades e problemas para garantir a própria sobrevivência e o sustento da família, uma situação bem diferente da imagem vendida pelos ecologistas de plantão que não conhecem a realidade amazônica”, concluiu.

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Pesquisador da UFAC diz que calor excessivo no Acre é causado pela falta de chuvas

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Pode perguntar para qualquer acreano, depois da segurança pública, a maior queixa do morador de Rio Branco é o calor.

Mesmo, obviamente, não se tratando de nenhum levantamento, não seria de se admirar caso uma pesquisa fosse feita e desse esse resultado. Em qualquer conversa de esquina na capital acreana, o calor excessivo dos últimos dias é motivo de queixa.

As altas temperaturas, além da sensação de desconforto, podem se transformar em um problema de saúde. Por isso, é preciso evitar longo tempo de exposição ao sol e abusar da ingestão de líquidos. Ficar hidratado é extremamente importante para não ficar doente.

Os termômetros têm marcado máxima que chegam a 35 graus, com sensação térmica acima de 40 graus, o que faz lembrar a temperatura dos meses de agosto e setembro.

Segundo o pesquisar e professor da UFAC, Alejandro Fonseca, o forte calor é provocado pela ausência de chuvas para o período, fenômeno chamado de veranico.

“Estamos sob o efeito de uma anomalia negativa das chuvas. Significa que tem chovido bem abaixo do esperado para este mês de janeiro. Com a falta de nuvens e de chuva, obviamente o sol tem predominado e as temperaturas estão mais altas, durante as tardes. É normal que em períodos das chuvas aconteça tal fenômeno de secura relativamente prolongado, chamado de veranico. Pode acontecer e está acontecendo”, afirma Alejandro.

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Destaque 4

Ex-prefeito de Feijó é condenado a devolver mais de R$ 4 milhões aos cofres públicos

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O ex-prefeito de Feijó, Hammerly da Silva Albuquerque, mais conhecido como “Mêrla PT”, foi condenado nesta segunda-feira (27) pelo Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE) por irregularidades nas tomadas de contas da Prefeitura de Feijó, referente ao exercício de 2016.

A condenação foi publicada nesta segunda-feira (27) no Diário Oficial do TCE.

O petista foi condenado pelo descumprimento do limite mínimo de 15% com gastos dos recursos próprios nas ações de serviços públicos de saúde e por descumprir o limite mínimo de 60% dos recursos oriundos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB) na remuneração dos profissionais do magistério e também pelo descumprimento mínimo de 25% em gastos com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE).

O órgão decidiu por condenar, Hammerley da Silva Albuquerque, a devolução aos cofres da municipalidade o valor de R$ 4.145.982,89 no prazo de 30 dias em razão ao saldo a ser transferido que não foi comprovado, as quais não foi demonstrada a regularidade.

O TCE decidiu por pagamento de multa no valor de R$ 400 mil correspondente a 10% do total a ser devolvido.

Por fim, o órgão decidiu pelo encaminhamento de cópia dos presentes autos ao Ministério Público Estadual (MPE/AC) e a Câmara Municipal de Feijó, para que tome conhecimento e tomar as medidas que achem necessária.

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