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Deputados “metem o pau” na saúde, segurança e comunicação

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FOTO: SÉRGIO VALE

A onda de violência que vem assolando os quatro cantos do Acre foi motivo de duras críticas e cobranças ao governo para solucionar a segurança pública. O deputado Roberto Duarte (MDB) disse que o governo faz festa diária nos municípios entregando viaturas. “Cadê a tão propalada segurança que teríamos em dez dias, a tal sensação de segurança”, questionou o parlamentar. O que se tem, segundo ele, é o assalto ao SAMU que foi socorrer um pobre com câncer. Duarte disse que o governo não cumpre sua promessa de campanha de resolver a violência. “Perdeu totalmente o controle”, lamentou.

A deputada do PROS, Maria Antônia, que integra o bloco de oposição, ocupou a tribuna para cobrar providências. A população está aterrorizada com tudo o que está acontecendo. Ela também criticou a Saúde afirmando que tem comprado sondas e outros equipamentos hospitalares para pessoas doentes que lhe procuram. Para ela, o governo precisa resolver essa situação de abandono dos hospitais.

O assalto a ambulância do SAMU, na avaliação dos deputados, é inaceitável. Bem como as facções criminosas anunciarem diariamente o controle dos bairros. Segundo o deputado Jenilson Leite (PSB), o governo não está fazendo nada, muito pelo contrário, está perdendo o controle sobre a violência. “O assalto ao SAMU é simbólico para demonstrar que o Estado perdeu totalmente o controle”, frisou. Ele disse que a situação da Saúde não está diferente em nada. A crise continua com falta de profissionais, falta de apoio, de medicamentos e insumos. Ele, que é médico, lamentou a verdadeira tragédia na Saúde e Segurança.

Calegário diz que governo tem cangaceiros digitais na Comunicação

Se dizendo revoltado, indignado e agredido, o deputado Fagner Calegário (PR) denunciou o que ele chamou de “cangaceiros e bandoleiros digitais do governo”. “Eles ficam me atacando nas redes sociais contestando a denúncia que fiz de que o Estado deve aos terceirizados. “O pior é que na Secretaria de Comunicação fui reclamar e fui agredido, ofendido, chutado e desmoralizado. Esses cangaceiros digitais recebem dinheiro público para atacar um deputado que apenas quer fazer o seu trabalho”.

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Acre

Professores em manifesto fecham avenida em frente à Casa Civil

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IMAGEM ILUSTRATIVA - FOTO: SÉRGIO VALE

Dezenas de professores se reuniram na manhã desta segunda-feira, 27, para fazer um ato de protesto em frente à Casa Civil, em Rio Branco. O manifesto fechou parte da Avenida Brasil, na região central da capital acreana. A categoria usou alto-falantes para reivindicar “o que lhes é de direito”, disseram.

Eles cobram a convocação de cerca de 800 professores que fizeram o último concurso público da educação estadual. O governo afirma que já chamou mais de 200 professores até o momento. “Até os policiais que fizeram concurso, o governador prometeu chamar e até agora nada”, disse uma das manifestantes.

“Estamos ansiosos esperando a convocação”, afirmaram os professores durante o ato. Segundo a categoria, a expectativa é de que o governo convoque o restante dos candidatos até o início do próximo ano letivo, previsto para iniciar no mês de fevereiro.

Eles isolaram a avenida em forma de “cordão humano”, em frete à Casa Civil. Funcionários do Batalhão de Trânsito foram ao local orientar os condutores sobre o trânsito modificado. Ficou acordado com os manifestantes que uma equipe do governo deve se reunir ainda hoje com uma comissão representante dos professores insatisfeitos.

Fotos: Internet 

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Acre

Após críticas ao IAPEN, Renê Fontes é exonerado do governo Cameli

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O ex-candidato à deputado estadual pelo PTB, Renê Fontes, que conseguiu mais de 2 mil votos nas últimas eleições, não faz mais parte do time de Gladson Cameli, já que na edição desta segunda-feira, 27, do Diário Oficial, o governador acreano exonerou Renê do cargo de chefe de departamento da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional (SEDUR).

Até agora, nem Renê Fontes, nem o governo deram explicações sobre a exoneração.

O ex-candidato que também é policial penal fez duras críticas na semana passada ao diretor-presidente do Instituto de Administração Penitenciária, Lucas Gomes, ao afirmar em uma rede social que o gestor comprou uma briga desnecessária com o poder judiciário e que há uma insatisfação muito grande da categoria, entre outras acusações.

A exoneração foi assinada pelo deputado estadual Nicolau Júnior, presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Acre e que ocupou a função de governador em exercício nas ausências de Gladson Cameli e Major Rocha, governador e vice, respectivamente.

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