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Inauguração do Into, que seria em dezembro, é adiada para 2020

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Há poucos meses o governo do Acre comemorava a aproximação de dezembro, pois seria o mês em que o Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into) finalmente seria inaugurado por completo em Rio Branco. Porém, um problema detectado na reta final dos serviços impede que a obra seja entregue neste mês. A infraestrutura está praticamente pronta, segundo o governador Gladson Cameli (Progressistas), mas agora faltam os equipamentos hospitalares.

Foi o próprio governador quem deu a notícia nessa segunda-feira (2). Ainda não tem data definida para a entrega, mas sabe-se que será em 2020. “Não vai dar para inaugurar o Into por falta de aparelhos. As obras estão completas, mas faltam alguns equipamentos”, disse Cameli durante entrevista ao programa ‘Fale com o Governador’, na rádio Aldeia FM.

. O problema pode ser ainda mais grave: ninguém sabe, ainda, onde estariam alguns equipamentos que pertencem ao Into. Isso porque durante o período de obras teriam sido emprestados a outras unidades da capital, com formalização entre gestores da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre). Mas Gladson foi enfático: “eu quero os equipamentos lá [no Into]”.

O governador destacou que até poderia inaugurar as instalações do Into este mês, mas que não seria de acordo com os princípios de sua gestão, pois a unidade não teria como entrar em funcionamento imediatamente devido à falta do material necessário.

A obra realizada pelo Estado na unidade corresponde a investimento de R$4,5 milhões, e faz parte das promessas de Gladson à frente do governo. O Into está localizado na AC-01, em frente à rotatória do Tucumã, bem próximo a Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre). Recentemente, a unidade passou por serviços na parte elétrica, hidrossanitária, forros e ajustes nas paredes já na fase de pinturas.

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Acre

Dupla em motocicleta atira contra homem na Cidade do Povo

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A guerra entre facções não cessa e mais uma tentativa de homicídio foi registrada na capital. Raimundo Queiroz dos Santos, 31 anos, foi ferido com dois tiros em via pública no início da tarde deste sábado (14). O crime aconteceu na quadra “8B”, no Conjunto Habitacional Cidade do Povo.

De acordo com informações da polícia, Raimundo estava caminhando na rua, quando dois homens não identificados se aproximaram numa motocicleta e o garupa de posse de uma arma de fogo efetuou vários tiros. Queiroz foi atingido com dois tiros, um no peito e outro no abdômen. Mesmo ferida, a vítima ainda conseguiu correr e caiu num terreno de uma residência e pediu ajuda.

Populares acionaram a ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que prestou os primeiros socorros e conduziu o paciente ao Pronto Socorro de Rio Branco em estado de saúde grave.

Policiais Militares estiveram no local, e após colher as características do dos autores saíram em busca de prendê-los, mas ninguém foi encontrado. O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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Acre

Cai número de motoristas com carteiras suspensas no Acre

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No Acre, o número de motoristas que tiveram a CNH, Carteira Nacional de Habilitação, suspensa este ano foi cerca de 26% menor que no ano passado.

Até novembro deste ano, foram 460 documentos suspensos, enquanto em 2018, foram 619.

A quantidade de CNHs cassadas se manteve estável, com 92 casos em 2018 e 91, neste ano.

O presidente do Detran do Acre, Luiz Fernando Duarte, atribui a redução a uma ação de prevenção e fiscalização do órgão.

A diminuição do número de radares na capital acreana também pode ter afetado a punição aos infratores.

Segundo Luiz Fernando Duarte, o Detran do Acre retirou os radares porque a competência para essa fiscalização seria da prefeitura de Rio Branco.

A assessoria da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Rio Branco informou que não há previsão de instalação de novos radares na cidade.

A suspensão da CNH ocorre quando o condutor acumula 20 pontos ou mais na carteira.

O documento pode ficar suspenso de 6 meses a um ano.

Já a cassação da CNH impede o condutor de dirigir por 2 anos.

É necessária a realização de novos exames para habilitação.

A cassação ocorre quando o condutor é flagrado dirigindo com a carteira suspensa e quando há reincidência em infrações gravíssimas.

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