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Ensino Médio do Colégio Acreano será retirado em 2021

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Alunos que irão cursar o 1º ano do Ensino Médio ano que vem continuarão na escola

A nota pública divulgada na tarde desta segunda-feira, 02, encaminhada pela Secretaria Estadual de Educação (SEE), foi derrubada após uma reunião ocorrida entre o governador Gladson Cameli, o departamento de gestão da SEE e o titular da pasta, Mauro Sérgio Cruz. O governo exigiu que as mudanças não ocorram em 2020. Com isso, os 180 alunos do 9º ano que teriam de ser remanejados para outras escolas no ano que vem, continuarão a estudar no Colégio Acreano.

A regra agora vale para até 2021, ou seja, o Colégio Acreano deixará, sim, de ofertar o Ensino Médio, mas a partir de 2021 e não no próximo ano, como previa a SEE. As mudanças que serão impostas daqui a dois anos serão as mesmas que foram divulgadas, a referida escola passará por reformulações gradativas em poucos anos deixará de abrir novas vagas para o Ensino Médio.

Os estudantes que já estão estarão cursando o 1º, 2º e o 3º ano permanecerão na escola, até que as novas regras sejam impostas, previstas para começar em 2021.
Sobre a mudança

A secretaria afirma que a Lei 13.415/2017, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), estabelece mudanças no currículo do Ensino Médio, tais como o aumento da carga horária mínima diária e anual e itinerários formativos que aprofundam conhecimentos em áreas específicas, conforme escolha dos próprios alunos.

“Com as mudanças que deverão acontecer no Ensino Médio, não será possível manter escolas mistas (com ensino fundamental e médio juntos). Assim, para que a implementação desse novo currículo aconteça, atendendo as determinações das legislações aprovadas, a SEE vem desenvolvendo uma série de ações que estão sendo adotadas gradualmente até 2022, ano em que o Novo Ensino Médio será obrigatório em todo o país”.

Segundo o secretário, a organização da rede é uma dessas ações e que desde o início do ano a equipe da secretaria tem dialogado com as equipes gestoras.

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Acre

Municípios do Acre tem PIB apoiado pela administração pública

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FOTO: PEDRO DEVANIR

O IBGE divulgou nesta sexta-feira (13) o estudo “Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios 2017”, informando que, naquele ano, para 49,2% dos municípios brasileiros, algum desses itens da Administração: defesa, educação e saúde públicas e seguridade social era a principal atividade econômica.

No Acre, Roraima, Amapá, Piauí, Paraíba e Distrito Federal esse percentual ultrapassou 90,0%. Já São Paulo teve apenas 9,3% de seus municípios com essa característica.

Um desses itens: administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social teve elevada participação na economia dos municípios de menores PIBs. Nos municípios do Norte e Nordeste, os serviços da administração pública tiveram maior peso em suas economias.

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Acre

FIEAC agradece apoio para avanço das obras da ponte do Madeira

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A grande mobilização feita pela Federação das Indústrias do Acre (FIEAC) e por diversas outras instituições com relação ao atraso nas obras da ponte sobre o rio Madeira tem surtido efeitos positivos. Após a divulgação do relatório da segunda visita técnica e de reunião de lideranças da indústria com parlamentares em busca de apoio, o senador Márcio Bittar (MDB) obteve, junto ao Dnit, a garantia de que a União já assegurou mais recursos para conclusão da obra.

De acordo com o parlamentar, o Dnit informou que o governo federal já garantiu mais R$ 15 milhões para a ponte. “Então fica faltando somente R$ 7 milhões. Mas já fiz um ofício solicitando e, no primeiro semestre do ano que vem, com apoio dos demais, vamos conseguir liberar”, afirma Bittar.

A notícia foi recebida com otimismo pela sociedade acreana e pelo presidente da FIEAC, José Adriano. O empresário faz questão de agradecer o senador pelo empenho em favor da obra, que é considerada essencial para o desenvolvimento do Estado. “Recebemos com muita satisfação o apoio do senador Márcio Bittar, que tem feito um mandato muito propositivo, demonstrando seu compromisso e disposição em colaborar com o setor produtivo e com a sociedade acreana”, acrescenta.

José Adriano ressalta, entretanto, que seguirá monitorando de perto o andamento das obras, pois os projetos para que o aditivo seja liberado pelo Dnit ainda precisam ser aprovados. “A expectativa é de que o Dnit libere semana que vem o projeto da cabeceira do lado do Acre. Mas a empresa responsável pela obra ainda depende de aprovação do Dnit para os dois projetos do lado rondoniense, cuja expectativa é de isso aconteça na primeira quinzena de janeiro, possibilitando assim que a ponte seja entregue em 2020. Vamos continuar acompanhando todos esses trâmites para que não ocorram novos atrasos”, assinalou o presidente da FIEAC.

Assessoria FIEAC

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