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Representantes da indústria acreana sugerem renegociação de dívidas com a prefeitura

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No início da tarde desta sexta-feira, 30, a prefeita Socorro Neri recebeu o diretor presidente da Federação das Indústrias do Acre (Fieac), José Adriano, acompanhado de alguns integrantes da diretoria da instituição e presidentes de sindicatos.

O grupo apresentou uma série de reivindicações de alguns setores importantes da Indústria da capital acreana. Entre os pedidos esteve a renegociação de dívidas junto ao fisco municipal, como parte do Programa de Auxílio a Regularização Fiscal (Parf), que foi aprovado pela Câmara e deve entrar em vigor na próxima semana.

Os empresários também falaram sobre a Lei da Liberdade Econômica e alguns problemas de infraestrutura no Distrito e Parque Industrial. Além disso, o grupo solicitou modificação no modelo de credenciamento nas compras municipais e isenção do IPTU do Distrito Industrial.

“Não queremos proteger empresário, queremos proteger empregos. Viemos em busca de um entendimento em comum com a prefeita e saímos com a certeza de que ela terá um novo olhar sobre o nosso setor. O bom diálogo sempre abre portas”, disse José Adriano.

Socorro Neri recebeu as reivindicações do grupo e se comprometeu em trabalhar para solucionar as mais urgentes. “Nós entendemos o quanto a iniciativa privada é importante para o movimento da nossa economia. É um setor que tem gerado emprego e renda e nós queremos caminhar alinhados. Estarei reunindo a minha equipe para que a gente consiga encontrar caminhos para na média do possível, e agindo conforme a lei, possamos atender essas reivindicações”, esclareceu a prefeita.

O diretor da Fieac e presidente do Sindicato das Indústrias de Olarias do Estado do Acre (Sindoac), Márcio Agiolf, encerrou a reunião agradecendo a prefeita. “Gostaríamos de agradecer a senhora pela sinceridade, por ter recebido nossas questões e estar tratando com seriedade”, finalizou.

 

 

 

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Acre 01

Criminosos invadem residência e executam membro do CV com 14 tiros, no Calafate

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Ray Alan Pereira Freitas, de 19 anos, foi executado a tiros no início da tarde desta quinta-feira, 13, em uma residência localizada na rua das Flores, situada no Conjunto Aroeira, região do bairro Calafate. Segundo a polícia, ele seria membro da organização criminosa Comando Vermelho.

Ainda de acordo com informações da polícia, a vítima estava em casa, se preparando para tomar banho, quando dois homens, que também seriam membros de uma facção, chegaram numa motocicleta. Um deles desceu da moto, invadiu a casa e efetuou 14 disparos de arma de fogo. Alan foi ferido com 9 tiros na região das costas e pernas.

Após a ação, os suspeitos fugiram do local. Uma ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada por familiares, mas os paramédicos constataram o óbito da vítima.

A área foi isolada pela Polícia Militar para os trabalhos de perícia. Na região, nenhum morador quis se pronunciar a respeito do homicídio. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para o exame cadavérico. Agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) já iniciaram as investigações. A polícia acredita que a morte de Ray Alan pode estar relacionada à guerra entre facções.

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Acre 01

Mesmo pedindo desculpas aos gays, pastor Nelson é alvo de representação do MPF

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O pastor e servidor do governo do Acre Nelson Freitas de Correia, conhecido como Nelson da Vitória, em referência a sua autoescola, acaba de receber duas representações do Ministério Público Federal (MPF) devido às publicações feitas por ele em seu perfil numa rede social. As declarações podem ser enquadradas por crime de racismo e improbidade.

A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) enviou à promotoria especializada em Direitos Humanos e à promotoria especializada na proteção do patrimônio público do Ministério Público do Acre (MPAC), representação cível e criminal contra ele, que ocupa cargo público na Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para Mulheres (SEASDHM).

Nas duas representações, o procurador regional dos Direitos do Cidadão Lucas Costa Almeida Dias demonstra que Nelson da Vitória faz uso de suas redes sociais para disseminar intolerância e discurso de ódio contra pessoas transgêneras.

O MPF ressalta que por atuar em órgão que tem como principal finalidade defender os direitos humanos, é inadmissível que o servidor adote discurso de ódio voltado à intolerância das pessoas transgêneras. “(….) racismo e discurso de ódio não estão protegidos pela liberdade de expressão, conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal, pois a liberdade de expressão não é absoluta e deve ser exercida de acordo com os limites da Constituição Federal”, diz.

A Procuradoria também representa para que Nelson da Vitória seja condenado ao pagamento de danos morais coletivos, em razão das ofensas prolatadas, e para que seja requisitada a instauração de procedimento administrativo disciplinar no âmbito administrativo. Os casos devem ser avaliados pelos promotores de Justiça do MPAC.

Fonte: Ascom/MPF

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Acre 01

Vídeo mostra bando do CV atacando Cidade do Povo a tiros; três pessoas ficaram feridas

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Um vídeo compartilhado nas redes sociais no início da tarde desta segunda-feira, 10, mostra membros da facção criminosa Comando Vermelho fortemente armados invadindo o Conjunto Habitacional Cidade do Povo e efetuando vários disparos em direção às residências e a uma quadra de esportes.

O ataque dos criminosos aconteceu na noite desse domingo, 9, na quadra 9 do Conjunto Habitacional. Os bando saiu de uma área de mata localizada na divisa da Cidade do Povo e o Residencial Rosalinda e efetuaram vários tiros, tendo como alvo adultos e crianças que estavam tomando refrigerante.

Na ação dos criminosos, é possível ver seis homens correndo efetuando vários tiros e gritando a gíria usada pela organização criminosa: “é o trem porra”, bem como proferindo palavras de baixo calão.

Três pessoas, identificadas como Delmiro da Silva Pires, de 24 anos, Fernando Pires, de 25 anos, e um adolescente de 16 anos, foram feridos com os disparos das armas de fogo.

O vídeo já está com a Polícia Civil, que iniciou as investigações em busca de identificar e prender os membros da organização criminosa.

Segundo a Polícia, a motivação do crime seria a guerra entre facções por disputa de território e domínio do tráfico de drogas.

Veja o vídeo:

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Acre 01

Bando do CV invade Cidade do Povo, atira contra moradores e crianças e fere três pessoas

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Membros da organização criminosa Comando Vermelho invadiram o Conjunto Habitacional Cidade do Povo, em Rio Branco, na noite desse domingo, 9, e feriram pessoas a tiros. Delmiro da Silva Pires, de 24 anos, Fernando Pires, de 25 anos, e um adolescente de 16 anos foram as vítimas.

De acordo com informações de populares, cerca de 10 homens da facção, fortemente armados, saíram de dentro de uma área de mata localizada na divisa da Cidade do Povo e o Residencial Rosalinda. Os criminosos seguiram até uma quadra de esporte e renderam vários moradores que estavam tomando refrigerante após um jogo de futebol, entre as vítimas havia crianças. Os criminosos ainda teriam dado ordem para ninguém correr.

Mesmo assim, moradores correram e foi então que os membros da facção começaram a efetuar vários tiros na região. Três pessoas ficaram feridas na ação dos criminosos, que fugiram pelo mesmo local que entraram na Cidade do Povo.

As vítimas foram atingidas pelos disparos na região das nádegas, costas e no pé. As três foram socorridas por terceiros e encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade do Povo, e em seguida conduzidas por uma ambulância ao pronto-socorro de Rio Branco, todos em estado de saúde estável.

A Polícia Militar foi acionada e após colher as características dos membros da facção, fizeram patrulhamento nas regiões do conjunto habitacional e no Rosalinda, mas ninguém foi preso. As tentativas de homicídios serão investigadas pelos agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A polícia acredita que a motivação do crime pode ter sido causada pela guerra entre facções por disputa de território e domínio do tráfico de drogas.

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