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Carro é incendiado e Bombeiros encontram corpo carbonizado no banco de trás do veículo

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As guerras entre facção não dão trégua e mais uma pessoa foi morta em Rio Branco. O corpo de um homem, ainda não identificado, foi encontrado carbonizado dentro de um veículo na noite desta terça-feira (19) em frente a Chácara Modelo, na Estrada do Amapá, no bairro Amapá, em Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, populares que passavam pelo local ao verem o veículo gol de cor branca pegando fogo, acionaram o Corpo de Bombeiros. Uma viatura se deslocou até a região e quando terminavam de apagar as chamas, encontraram o corpo no banco de trás do carro.

Inicialmente a equipe do Corpo de Bombeiros pensou que o incêndio teria sido provocado por uma pane elétrica, foi quando perceberam que havia ocorrido um crime.

A Polícia Militar foi acionada e isolou a área para os trabalhos dos peritos em criminalística.

Na região, nenhum morador soube informar a polícia o que aconteceu, pois no local impera a lei do silêncio.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos e identificação.

Agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) já iniciaram as investigações em busca de identificar os autores do crime.

A polícia acredita que a motivação do crime é a guerra entre facções.

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Cotidiano

Vereador diz que Into se negou a compartilhar informações de amigo vítima da Covid-19

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O vereador e médico infectologista Eduardo Farias (PCdoB) usou o seu tempo na sessão desta terça-feira, 24, para criticar o protocolo de atendimento de saúde do Instituto de Traumatologia (Into), escolhido pelo governador Gladson Cameli como unidade de referência para os casos da Covid-19.

Farias contou que encaminhou o amigo Francisco Nascimento Almeida, “Chiquino Almeida”, falecido em decorrência da Covid-19, para o Into, porém, revelou que não esperava que a instituição negasse informações em relação ao estado de saúde enquanto Chiquinho estava vivo.

O parlamentar que é médico infectologista e tem atuado na linha de combate ao Covid-19 afirmou que a situação do Into é uma “caixa preta da Covid”.

“Ninguém tem informação do que acontece lá dentro, e eu digo isso porque eu fui lá. Eu dei o diagnóstico do Chiquinho, e iniciei o tratamento, porém ele evoluiu com piora, e eu recomendei vá no INTO porque lá eles vão fazer os exames que mostram a necessidade de internar e acabou realmente internado”, contou Farias.

Em outro trecho, Farias relata que foi ao Into para saber o estado de saúde do amigo e as abordagens que iriam ser utilizadas pelos profissionais de saúde, mas os próprios colegas se recusaram a ceder informações acerca do estado de saúde de Chiquinho.

“Eu fui na direção e com muita insistência veio uma colega com a imagem da arrogância, e a colega disse simplesmente na minha frente com o prontuário na mão, que não ia me mostrar o prontuário, que não ia me dar as informações. Logo depois, ela disse que eu queria “privilégios”, e eu disse que estava pedindo apenas uma ética universal entre médicos que me passasse informações de um paciente meu, e ontem eu recebi o “privilégio” de pegar o corpo do meu amigo e enterrar”, lamentou.

Farias lamentou a conduta dos profissionais de saúde e destacou que o Into possui um diálogo muito ruim com a população.

‘Eu não sei que conduta fizeram e nem como é feito o acompanhamento aos pacientes, mas eu tenho suspeitas, e a informação que me chega é que é um monte de gente recém-formada. E a maior arma de quem tem ignorância, e que não consegue discutir as coisas é se esconder. O Into não dá informações muito provavelmente porque não seguram o debate da conduta. A relação que o Into está tendo com a nossa população é muito ruim”, pontuou.

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Cotidiano

Forneck diz que Socorro e Bocalom estão mais empenhados em fake news do que propostas

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O vereador Rodrigo Forneck (PT) em sessão online nesta terça-feira, 24, fez duras críticas sobre a forma como o segundo turno das eleições vem sendo conduzido em Rio Branco, pelos candidatos Tião Bocalom e Socorro Neri.

Na sua fala, o petista afirmou que os dois candidatos estão simplesmente preocupados em atacar um ao outro, ao invés de apresentar propostas para a população rio-branquense.

“É fake news de um lado e do outro. Ninguém apresenta proposta para reduzir a miséria, a fome e melhor as nossas estruturas públicas. É um vazio completo e só quem perde é a população”, pontuou.

Nas explicações pessoais, Rodrigo voltou a questionar a negligência do poder público com a saúde das pessoas em meio a segunda onda da Covid-19. “Tomara que as eleições acabem logo, para o poder público voltar a combater a pandemia e dar suporte aos profissionais da saúde, que seguem na linha de frente do enfrentamento ao coronavírus”, encerrou.

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Cotidiano

Acre pode sofrer apagão como no Amapá caso não reforce medidas, diz ministro

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Durante uma reunião ocorrida na semana passada entre representantes do governo do Acre com a Defesa Civil estadual e municipal, foi levantada a questão do apagão que acometeu o estado do Amapá. A Defesa Civil afirma que o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, alertou que o Acre pode sofrer blackout semelhante, caso não adote as medidas preventivas necessárias.

O apagão pode ser um perigo ao Acre pelo fato de o estado só dispor de um único linhão, sem nenhuma linha alternativa. Em entrevista concedida ao programa Café com Notícias, da TV 5, o coordenador da Defesa Civil no Acre, Eudemir Bezerra, garante estar cobrando da Energisa um Plano de Contingência, que por sua vez deve cobrar a Eletronorte sobre a segurança na distribuição de energia elétrica no estado.

“Quando foi feito o repasse na venda da Eletronorte ficou acordado que os geradores permaneceriam no Acre. Precisam ser revistas [as decisões]. Vamos cobrar o Plano de Contingência da Energisa para nos apresentar quais medidas tem preparadas para que se possa mitigar uma situação como a que aconteceu no Amapá”, explica Bezerra.

A Defesa Civil estadual afirma ter tomado conhecimento da fala do ministro de que, a exemplo do Amapá, o Acre também poderá sofrer um apagão. Por isso, o órgão decidiu enviar um ofício para saber qual o plano que a Energisa tem para colocar em prática, caso a suspeita do ministro venha de concretizar.

Eudemir Bezerra afirma que é obrigação da empresa distribuidora de energia no Acre ter em mãos um cronograma para, caso haja interrupção no fornecimento de energia, conseguir continuar o serviço independente do problema.

Órgãos estaduais questionam se a Energisa possui geradores suficientes para suprir a necessidade do estado em caso de um blackout. “Vem sendo trabalhado pela Energisa e a Defesa Civil para que possa minimizar esse risco de apagão e dar tranquilidade à sociedade”.

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Destaque 6

Rússia projeta vacina 95% eficaz e a metade do preço das concorrentes

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Os desenvolvedores da vacina russa Sputnik V anunciaram nesta terça (24) que um segundo estudo preliminar com voluntários da fase 3 dos testes do imunizante contra a Covid-19 mostrou uma eficácia de 91,4%.

A expectativa dos russos é que ela atinja 95% e custe, ao fim, metade do preço de suas competidoras ocidentais, talvez ainda menos.

O anúncio, com sabor de déjà-vu por ser semelhante a dados já propagandeados, busca sanar dúvidas acerca da confiabilidade dos estudos russos e vem na esteira de comunicados de eficácia dos principais imunizantes que já estão sendo negociados no mercado para tentar deter a pandemia do novo coronavírus.

É a geopolítica da vacina em pleno curso.

Na semana passada, as americanas Pfizer e Moderna haviam anunciado eficácia em estudos de fase 3 acima de 90%. Na segunda (23), a sueco-britânica AstraZeneca e a Universidade de Oxford (Reino Unido) disseram ter finalizado testes iniciais e atingido até 90% de eficácia.

Já a chinesa Coronavac, comprada pelo governo de São Paulo e que será fabricada no Instituto Butantan se for eficaz, tem registrado eficácia ainda maior nos testes feitos na China. Se tudo der certo, estará disponível em janeiro no estado.

Segundo o Instituto Gamaleya, o fabricante da vacina, a eficácia foi medida em 18.794 dos cerca de 40 mil voluntários russos que tomaram as duas doses da Sputnik V ou de um placebo, mantendo o chamado duplo cego, quando nem paciente nem pesquisador sabe quem recebeu o quê.

No ensaio, para cada 3 vacinados, 1 foi inoculado com placebo. A próxima avaliação ocorrerá com um grupo de 78 infectados, que deverá encerrar a fase 3.

A Rússia é o quinto país do mundo em número de casos da doença, com 2,1 milhão de infecções, e vive uma segunda onda severa. Já morreram 37 mil pessoas, número proporcionalmente baixo —são 254 mortes por milhão de habitantes, ante 795 no Brasil, terceiro colocado do ranking de casos.

Os dados foram obtidos 28 dias depois da primeira dose, 7 dias após a segunda. Neste grupo, houve 39 casos confirmados de infecção da Covid-19, apenas 8 em pessoas que haviam de fato recebido o imunizante.

Os dados preliminares após 42 dias da primeira dose, 21 após a segunda, indicaram uma proteção ainda maior, de 95%, mas eles não foram disponibilizados ainda. Eles serão enviados para revisão em artigo para uma publicação científica internacional, provavelmente a mesma The Lancet britânica que já editou outros estudos com a vacina.

Entre esses voluntários e os outros 22 mil que ainda estão na primeira dose, não houve eventos adversos ou efeitos colaterais graves registrados, segundo o Gamaleya.

“Os dados comprovam o que encontramos nos estudos até aqui, uma eficácia de 91%-92%. Esperamos dados ainda melhores depois que os voluntários que receberam a segunda dose tenham mais tempo para seus corpos reagirem”, afirmou o diretor do Gamaleya, Alexander Gintsuburg.

Patrocinador da Sputnik V, o Fundo Direto de Investimento Russo, anunciou que a Hungria se uniu à rede de fabricantes potenciais, tornando-se o primeiro país da União Europeia a associar-se aos russos. Em entrevista à Folha há dois meses, seu presidente, Kirill Dmitriev havia dito que estava em negociações com europeus e americanos.

Nesta terça (24), Dmitiriev afirma que o imunizante custará metade do preço da maioria de seus competidores ocidentais —tudo depende de cada acordo de produção, mas a vacina da Pfizer (EUA) sai por US$ 19,50 (R$ 105 hoje) cada uma de suas duas doses, enquanto a também americana Moderna custa US$ 25 (R$ 136) cada uma das duas inoculações necessárias.

Ele afirmou que o valor pode ficar abaixo dos US$ 10 (R$ 54) para cada uma das duas doses, a depender do arranjo. Os cidadãos russos não pagarão nada.

No caso do contrato da Coronavac com o Butantan, a dose sai a US$ 10,4 (R$ 57). Já no acordo da AstraZeneca com o governo federal, sai a US$ 19 (R$ 103). Mas ambas incluem transferência de tecnologia para produção local —no caso da Fiocruz, a estimativa era de um custo pouco acima de US$ 3 (R$ 16) por dose.

A Sputnik V foi vista inicialmente como um grande golpe publicitário do governo de Vladimir Putin, devido ao anúncio de que ela havia sido a primeira a ser registrada no mundo, em agosto. Até seu nome remonta ao sucesso do primeiro satélite artificial, lançado pelos soviéticos em 1957 para assombro do mundo.

Na realidade, era uma autorização emergencial para uso na população civil, mas não há a vacinação em massa sugerida pelo anúncio —e sim uma expressiva fase 3, a final, além da imunização emergencial de pessoal médico. Isso levou a diversas críticas na comunidade científica, desprezadas pelo fundo soberano como exemplos de russofobia.

O sucesso dos dados preliminares, contudo, levou diversos países a assinarem acordos para fornecimento do imunizante, inclusive no Brasil —Paraná e da Bahia têm entendimento para a compra da Sputnik e, no caso do estado sulista, eventual produção local.

Ainda não há ensaios clínicos no Brasil, cujo Ministério da Saúde tem uma carta de intenções para eventual compra do produto russo.

Eles ocorrem também na Índia, Belarus, Emirados Árabes e Venezuela, entre outros países. Segundo Dmitriev, presidente do fundo soberano russo, há 1,2 bilhão de doses encomendadas do imunizante, embora a capacidade de produção dependa de acordos com outros países.

A vantagem competitiva que os russos dizem ter é na forma de aplicação das doses: são usados dois vetores diferentes, adenovírus causadores de resfriado em humanos, que já são usados há décadas em medicamentos e formam a base da vacina contra o ebola.

As vacinas de Pfizer e da Moderna usam uma técnica inovadora na qual a proteína da espícula que une o vírus às células é levada para produzir resposta imune por meio de material genético (RNA mensageiro). Já os chineses da Coronavac usam o tradicional vírus inativado para a mesma reação.

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Bombando

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