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Filha de ex-senador Molina lamenta que pai não tenha conseguido voltar à Bolívia

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O jornal Folha de São Paulo publicou dois dias atrás uma declaração de Denise Pinto Bardales, filha do ex-senador boliviano Roger Pinto Molina.

A advogada, que mora no Acre, afirma que se sente feliz pela renúncia de Evo Morales na presidência da Bolívia, mas lamenta que o pai tenha morrido sem conseguir voltar para a Bolívia.

É que Molina, que tinha sido governador do departamento de Pando e era um crítico feroz do governo Evo Morales, fugiu de seu país alegando perseguição política.

Os últimos capítulos da vida de Roger Pinto Molina têm o Acre como cenário. Foi pela fronteira acreana que sua família fugiu da Bolívia. Foi também no Acre que Molina encontrou apoio na figura do Senador Sérgio Petecão (PSD).

Petecão abrigou o ex-senador boliviano em sua casa em Brasília durante vários meses e foi um defensor para que a situação de Molina fosse reconhecida como refugiado político.

O político boliviano foi acusado por Evo Morales de participação de um massacre de camponeses. Molina foi alvo de 22 processos, mas nunca sua participação foi efetivamente comprovada. Ele se dizia vítima de uma armação do governo o qual era crítico.

No último domingo, 10, Evo Morales, não resistiu aos fortes protestos que o acusam de fraudes de fraudar o resultado das últimas eleições que elegeram Morales para seu sexto mandato consecutivo.

Seria a hora de Roger Pinto Molina voltar para casa depois anos no exílio. Só que o ex-senador não teve tempo de presenciar a saída de Evo Morales do poder. Em 2017, Molina morreu em um acidente de avião no interior de Goiás.

Cerca de 12 parentes do ex-senador boliviano, incluindo filhas e a viúva vivem em Epitaciolândia, cidade acreana que faz fronteira coma Bolívia.

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