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Videomaker do ac24horas conta a história de Dona Delice, “a mulher do bolo”

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É da casa simples de madeira e número fácil de decorar, 076, que vamos mostrar a jeito tão conhecido que o brasileiro encontra para driblar a crise financeira que toma conta do país e consequentemente do Acre. O videomaker Kennedy Santos mostra a história de vida de Dona Delice, que com esse nome não poderia ser ligada a outra coisa que não fosse delícia culinária.

Assim como milhares de brasileiros pouco podem fazer com o pequeno salário, no caso dela, beneficiária, devido um acidente de trânsito, se vêem na obrigação, mesmo beirando os sessenta anos, de encontrar uma maneira de digna de sobreviver.

Sua história é parecida com a de outras 13 milhões de trabalhadores que hoje beiram o desespero por conta da falta de oportunidade no mercado de trabalho.

Ela acorda todos os dias bem mais cedo que a grande maioria dos moradores de sua rua, a Jorge Rivasplata. Seus doces, sacolés, sucos e o famoso bolo de pote, fazem dela uma espécie de celebridade da região. A mulher do bolo, como também é conhecida, fala com todos os moradores da região, que têm mais de cinco bairros.

Além de testemunhar a feitura das guloseimas, o ac24horas andou com ela nas ruas e até empurrou seu carinho, comprado com a venda dos produtos. É um vídeo que pode inspirar pessoas.

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Destaque 2

Líder do Bonde dos 13 é preso ao visitar esposa na maternidade de Rio Branco

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Um dos líderes do Bonde dos 13 no maior conjunto habitacional do Acre, a Cidade do Povo, foi preso no início da noite desta segunda-feira, 20.

José Cleiton Alves da Silva, mais conhecido como “Vandoca”, foi encaminhado a Delegacia de Flagrantes no momento em que visitava sua esposa que acabou de dar a luz a um filho na Maternidade de Rio Branco, Barbará Heliodora.

Vandoca já tinha uma condenação na justiça e vinha sendo monitorado pela Polícia. Após a audiência de custódia que deve ser realizada nesta terça-feira, 21, um dos cabeças da facção rival do Comando Vermelho deve ser encaminhado ao presídio  Francisco D’Oliveira Conde.

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Destaque 2

Mesmo com operação Fecha Fronteira, homicídios disparam no início do ano no Acre

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O governo do Acre, por meio dos órgãos que compõem o sistema de segurança pública do estado, deve apresentar nos próximos dias novas estratégias de enfrentamento ao crime.

A violência tem sido uma infeliz rotina diária para quem mora, principalmente, em Rio Branco.

No início do ano, o governo anunciou uma grande ação que prometia coibir o roubo de veículos e a incidência de crimes contra a vida. A Operação Fecha Fronteiras, de tempo indeterminado, acontece em 11 pontos estratégicos de Rio Branco e também nos acessos a fronteira do Acre com estados e países vizinhos.

A sensação é de que nada adiantou. Os assassinatos cresceram de forma assustadora no início do ano. Tanto que do dia primeiro de janeiro até este sábado, 18, com a chacina ocorrida na Transacreana, já se contabilizam no Acre, 30 assassinatos. É um índice alarmante de 1,66 execução por dia. A capital acreana concentra mais de 80% dos assassinatos.

Nas redes sociais, os internautas têm apontado alguns motivos para que a operação não esteja ajudando na diminuição dos crimes em Rio Branco. Uma delas seria que apesar das barreiras existirem, há pouca fiscalização. “Eu moro perto de um desses pontos de fiscalização e fiquei observando. A barreira tá lá, mas os policiais não fiscalizam nenhum veículo. Ficam conversando ou no celular, sem abordar, como vão descobrir se dentro do veículo há uma arma?”, afirma o morador que prefere não ser identificado.

A falta de fiscalização prometida também acontece nas fronteiras. Relatos dão conta de que a operação não está presente em todos os acessos a fronteira. O jornalista Jairo Barbosa publicou em uma rede social, fotos que mostram que em 200 quilômetros de estrada que liga o Acre ao Amazonas não há uma única viatura policial.

As fotos mostram o posto de Fiscalização IDAF/SEFAZ sem a presença policial.

O ac24horas conversou com o Coronel Ricardo Brandão, secretário adjunto de segurança pública do Acre, admite que há uma preocupação com os policias e o uso do celular durante o trabalho. “Ontem mesmo me reuni com os responsáveis pela coordenação operacional do Gefron e pedi providência de postura em relação a esse tipo de situação”, afirmou.

Mesmo com o grande número de assassinatos, Brandão afirma que a avaliação é positiva, mas admite que as forças de segurança não estão conseguindo evitar os crimes e que há uma urgente necessidade de novas estratégias que realmente deem resultado.

“A avaliação que fazemos é positiva, já que tivemos uma diminuição considerável no roubo de contra o patrimônio, principalmente de veículos. No entanto, no tocante dos crimes contra a vida, relacionados a briga de organizações criminosas, a operação não surtiu o efeito esperado. Nessa próxima semana, estamos reunindo todo o Sistema de Segurança Pública para o lançamento do plano de metas 2020 e ativação de outras estratégias para o combate mais direcionado aso crimes contra pessoas envolvendo as organizações criminosas” afirma Brandão.

O secretário adjunto confirma que não há Operação Fecha Fronteira na BR-317, que liga o Acre ao Amazonas. “Realmente na estratégia inicial a operação foi direcionada para fechar a fronteira com Rondônia e com a Bolívia. Para Boca do Acre não temos perna suficiente. Tivemos uma conversa com a PRF, já que é uma estrada federal, e ao longo dos próximos dias vamos traçar estratégias conjuntas para compartilhar essa responsabilidade e ampliar nossa capacidade de atuação”, destaca.

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