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Gladson Cameli é um poucos dos novos governadores que quitou 13º atrasado de 2018

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Uma reportagem da Folha de São Paulo publicada neste final de semana retrata a situação de vários Estados do país que estão com salários atrasados, em especial os que atrasaram o décimo terceiro de 2018 e muito menos sinalizam com o pagamento do funcionalismo no final deste ano d e 2019.

A pior situação listada é o do Estado do Rio Grande do Sul que vem parcelando salários há 50 meses e não terminou de pagar o 13º do ano passado. Como no caso gaúcho, vários governadores que assumiram neste ano herdaram a tarefa de quitar salários e 13º não pagos em 2018. 

A situação mais complicada é a de Eduardo Leite (PSDB), no Rio Grande do Sul, e Fátima Bezerra (PT), no Rio Grande do Norte, que ainda não quitaram o 13º salário de 2018. Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, Gladson Cameli (PP), do Acre, e Ronaldo Caiado (DEM), de Goiás, só terminaram de pagar os atrasados neste semestre.

No Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra ainda não conseguiu quitar a dívida com os servidores de três folhas salariais herdadas da gestão anterior. Parte dos funcionários não recebeu, de 2018, o valor que seria de novembro, dezembro e do 13º. Pior: só em maio e junho deste ano, o governo conseguiu pagar o 13º de 2017. O passivo ainda em aberto soma R$ 855 milhões.

Em Minas, os servidores já convivem com atrasos ao menos desde 2016, quando o 13º foi parcelado em três vezes, pago até março do ano seguinte. Em 2017, o número de parcelas aumentou para quatro. Para o salário de 2018, que seria dividido em 11 parcelas, Zema conseguiu quitar até 21 de outubro. O pagamento de 2019, diz o governo, depende da aprovação de uma operação financeira que prevê antecipar R$ 5 bilhões dos recebíveis pela exploração de nióbio em Araxá (MG), valor pago à Codemig (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais) pela CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração).

No Acre, Gladson Cameli (PP) quitou, no fim de outubro, o 13º deixado pela gestão passada. Os atrasos se sobrepunham desde dezembro. Começou, em fevereiro, a quitar os pagamentos de 2018, em nove vezes, pagando o servidor em ordem alfabética.

Na quarta-feira, Cameli fez uma provocação ao PT dos irmãos Viana, que comandaram o estado por duas décadas. Em redes sociais, anunciou que pagaria no dia 13, às 13h, o 13º salário deste ano, como “uma homenagem ao PT”. 

Em Goiás, a folha de 2018 terminou em agosto de ser paga pela gestão de Ronaldo Caiado. O valor dos salários em atraso, herdados do governo anterior, era maior que os R$ 11 milhões que o atual governador disse ter encontrado no caixa ao assumir. A crise levou o estado a escalonar o pagamento, priorizando os salários mais baixos.

Para enxugar a máquina estatal, cortou 1.672 cargos comissionados e 2.308 funções por encargo de confiança. 

Com dívida de R$ 121 bilhões com a União, o Rio ingressou em 2017 no regime de recuperação fiscal, que suspendeu o débito até setembro de 2020. Assim, sem precisar pagar nem amortização e nem juros, o estado tenta manter as contas em dia, apesar do alto passivo com fornecedores.

Ao contrário dos demais estados em crise, desde abril do ano passado o Rio colocou em dia o pagamento de servidores. Entre as dores de cabeça da atual gestão Wilson Witzel (PSC) está a dívida com fornecedores, em restos a pagar, herdados da gestão anterior, de R$ 15 bilhões. 

Os pagamentos em dia são fruto do plano de recuperação fiscal, mas o Rio tenta rever o acordo com a União, alegando que o modelo atual tornará a dívida do estado impagável. 

 

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Onda de violência em Rio Branco altera funcionamento de unidade de saúde e até igrejas

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A onda de violência que amedronta a população de Rio Branco tem influenciado até no funcionamento de unidades de saúde.

É o caso da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade do Povo, onde após a morte de um homem na entrada do local e diversas ameaças, os servidores cruzaram os braços e disseram que só retornam ao trabalho com a garantia de segurança.

Na manhã desta segunda-feira, 20, os profissionais que prestam serviço na UPA cruzaram os braços e foram até a delegacia para registrar um boletim relatando a falta de condições de trabalho por conta da insegurança.

Apesar de negar que haja alguma relação, a onda de violência chega junto com a mudança de horário do culto de celebração na Catedral da Igreja Batista do Bosque (IBB). Com capacidade para cerca de 5 mil pessoas, a Catedral é o maior templo religioso de Rio Branco. O culto aos domingos a partir do dia 2 de fevereiro terá início às 18 horas.

Uma fonte do ac24horas afirmou que a mudança é resultado da onda de violência. Quanto mais tarde começa, mais tarde termina e maior é o perigo de quem sai do culto para sua residência, principalmente os que dependem do transporte público.

Consultado, o Pastor Agostinho, líder da IBB, preferiu a diplomacia e não quis entrar em polêmica. Afirmou que a alteração no horário era um projeto antigo da igreja que será colocado em prática agora no início do ano. “É pelo conforto da igreja. Começando às 18 horas, o culto termina mais cedo e as pessoas têm mais tempo de jantar com suas famílias, ir ao shopping, aproveitar o resto de domingo”, disse, por meio da assessoria da IBB.

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Destaque 3

Após 30 mortes em 18 dias, petição on-line pede intervenção federal na Segurança do Acre

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Na noite deste domingo (19) foi dado início a uma petição on-line no site https://secure.avaaz.org/ pedindo intervenção federal na Segurança Pública do Acre, e tem ganhado força nas redes sociais. Em menos de três horas no ar, a petição já ultrapassa 400 assinaturas.

A mobilização é parte de um clamor popular diante das notícias de roubos diários em casas, comércios, ruas e nos pontos de ônibus, além de sequestros, decapitações, mortes e chacinas como a que ocorreu na noite deste sábado (18), em que seis pessoas foram assassinadas em um Bar, na Transacreana, em Rio Branco.

O autor da iniciativa, o vereador Emerson Jarude (Sem partido), criou a petição pedindo ao Presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) para realizar uma intervenção federal na Segurança Pública do Estado do Acre.

“Em menos de 10 anos, Rio Branco se tornou uma das capitais mais violentas do Brasil. Por isso, pedimos a sua ajuda para assinar esta petição e encaminhar para o maior número de pessoas possíveis. Precisamos expor a atual situação do Acre e pedir ao Presidente Jair Bolsonaro que intervenha por nós o mais rápido possível. Os acreanos pedem INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA PÚBLICA DO ACRE, JÁ”, defendeu.

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