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Rosana para Gladson: “Não tente colocar a categoria contra mim; Zen tentou e não deu certo”

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Ao revelar com exclusividade ao ac24horas que seu governo irá decretar Estado de Calamidade Financeira durante entrevista nesta quarta-feira, 13, o chefe do Executivo Gladson Cameli (Progressistas) sugeriu ainda que a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinteac), Rosana Nascimento, estaria fazendo ações politiqueiras frente aos movimentos de protesto contra a aprovação do Projeto de Lei que altear o sistema previdenciário no Acre.

Desde a semana passada, Rosana tem convocado a categoria para se reunir em frente à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para impedir a discussão do PL entre os deputados estaduais. Em resposta ao que fora dito pelo governador, ela disparou nas redes sociais: “Não sou candidata. Sou presidente do sindicato. Encaminho o que delibera a categoria e tenho obrigação de organizar os trabalhadores para garantir direitos”, escreveu no início da tarde de hoje.

Gladson afirmou que politizaram a situação. “Inclusive pessoas que querem ser candidatas, como a Rosana do Sinteac, usou a situação para se promover”. Segundo a sindicalista, não contratar concursados é enfraquecer o fundo previdenciário. “Assim como os provisórios que não contribuírem para o Acreprevidência. Não tente colocar a categoria contra mim. Daniel Zen tentou isto e não deu certo”, comentou Nascimento.

A presidente do Sinteac também questionou o governador: “Se o senhor fosse servidor público e lhe tirassem o direito de receber seus vencimentos, iria gostar? Se faltassem dois anos para se aposentar e tivesse que trabalhar mais cinco, sete, 40 anos para receber 100% de uma média quando completar 76, 83 anos? Nos ouça. Chegaremos a um entendimento”, finalizou Rosana.

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Ministério da Economia abre crédito de R$ 1,36 milhão para melhorar saúde do Acre

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O Governo Federal liberou nesta terça-feira (10) R$1.360.000,00 para o Estado do Acre promover a implantação de melhorias sanitárias domiciliares para prevenção e controle de doenças e agravos em localidades urbanas de municípios com população até 50.000 habitantes. 19 dos 22 municípios se enquadram nessa condição.

Esse mesmo recurso deverá será usado também para reestruturação das unidades de atenção especializada em Saúde e na implantação de melhorias habitacionais para controle da Doença de Chagas.

Editada pelo Ministério da Economia, a portaria 13.512, de 9 de dezembro de 2019, abre aos orçamentos fiscal e da seguridade social da União, em favor de diversos órgãos do Poder Executivo, crédito suplementar no valor de R$ 105.541.968,00, para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária vigente.

Saiba mais em:  http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-13.512-de-9-de-dezembro-de-2019-232394956

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Destaque 3

Jarude diz que os representantes não deveriam estarem brigando e sim buscando soluções

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Os vereadores N. Lima (PSL) e Emerson Jarude (sem partido) usaram a tribuna da Câmara para comentar os problemas da Segurança Pública que assola o Estado do Acre e a briga entre o senador Sérgio Petecão (PSD) e a cúpula do Sistema Integrado de Segurança Pública.

N. Lima se referiu ao episódio em que o senador Petecão (PSD) criticou, durante este fim de semana, a segurança por meio de suas redes sociais e foi bombardeado pela cúpula de segurança do Estado por meio de uma nota e depois pelo próprio governador que disse que “com aliados como Petecão, ninguém precisa de inimigos”.

“A cúpula de segurança deve ser unir em torno para o combate o crime e se juntar com os órgãos como o MP e a Justiça. O senador Petecão e o governador Gladson que são duas grandes lideranças têm que abordar o tema da segurança como deve tratar. Que o Petecão traga emendas para a segurança pública como 1º Secretário do Senado Federal e o governador coloque o plano de segurança em pratica que é muito bom”, ponderou N. Lima.

Já o vereador Emerson Jarude (sem partido) pediu uma atitude mais energética da segurança pública e disse que os representantes não deveriam estarem brigando e sim buscando soluções.

“A gente precisa da União. E não é vergonhoso dizer que o estado do Acre está passando por essa situação e, não é vergonhoso pedir mais uma vez a interdição federal. Roubos cada vez maiores estão acontecendo, como do açougue e a própria população já não consegue ver mais eficácia da segurança pública”, ponderou Jarude.

Por fim, Jarude levantou o termo da Cifra Negra, que é quando a população já é vítima de um crime, mas não tem coragem de procurar a delegacia, porque não acredita mais no sistema público de segurança.

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