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Rosana para Gladson: “Não tente colocar a categoria contra mim; Zen tentou e não deu certo”

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Ao revelar com exclusividade ao ac24horas que seu governo irá decretar Estado de Calamidade Financeira durante entrevista nesta quarta-feira, 13, o chefe do Executivo Gladson Cameli (Progressistas) sugeriu ainda que a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinteac), Rosana Nascimento, estaria fazendo ações politiqueiras frente aos movimentos de protesto contra a aprovação do Projeto de Lei que altear o sistema previdenciário no Acre.

Desde a semana passada, Rosana tem convocado a categoria para se reunir em frente à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para impedir a discussão do PL entre os deputados estaduais. Em resposta ao que fora dito pelo governador, ela disparou nas redes sociais: “Não sou candidata. Sou presidente do sindicato. Encaminho o que delibera a categoria e tenho obrigação de organizar os trabalhadores para garantir direitos”, escreveu no início da tarde de hoje.

Gladson afirmou que politizaram a situação. “Inclusive pessoas que querem ser candidatas, como a Rosana do Sinteac, usou a situação para se promover”. Segundo a sindicalista, não contratar concursados é enfraquecer o fundo previdenciário. “Assim como os provisórios que não contribuírem para o Acreprevidência. Não tente colocar a categoria contra mim. Daniel Zen tentou isto e não deu certo”, comentou Nascimento.

A presidente do Sinteac também questionou o governador: “Se o senhor fosse servidor público e lhe tirassem o direito de receber seus vencimentos, iria gostar? Se faltassem dois anos para se aposentar e tivesse que trabalhar mais cinco, sete, 40 anos para receber 100% de uma média quando completar 76, 83 anos? Nos ouça. Chegaremos a um entendimento”, finalizou Rosana.

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Destaque 3

Vistoria no Hospital da Criança aponta problemas; MP dá prazo para Sesacre resolver

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O relatório do Corpo de Bombeiros apontou que foi detectado manuseio inadequado de resíduos hospitalares, com sacos de lixo colocados diretamente sobre o solo, em local onde foi evidenciada a presença de ratos, que ao entrarem em contato com o material podem constituir-se em vetores de contaminação e que existe a possibilidade do esgoto oriundo do Hospital da Criança está sendo lançado in natura, sem tratamento, no igarapé da Maternidade, além de indícios que apontam para eventual vazamento na tubulação ao fundos do complexo hospitalar.

O promotor de justiça, Alekine Lopes dos Santos, da Promotoria Especializadas de Habitação e Urbanismo, do Ministério Público do Acre (MPAC) expediu uma recomendação ao Governo do Estado e a Secretária de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) acerca das condições do Hospital da Crianças.

A recomendação foi publicada na manhã desta segunda-feira (27) no Diário Oficial do MPAC.

Segundo o promotor cabe ao Estado o dever legal de adotar as cautelas necessárias à fiscalização e manutenção da segurança nas instalações do hospital com maior eficiência, garantindo, assim, a vida e a incolumidade dos funcionários e pacientes que frequentam o hospital, resultando, portanto, em dever de agir o qual não pode sofrer negligência estatal.

A vistoria realizada pelo Corpo de Bombeiros do Estado do Acre (CBMAC) aponta a existência de irregularidades relativas à prevenção contra incêndio e pânico no prédio onde funciona o Hospital da Criança, as quais põem em risco a integridade física de servidores e usuários daquele serviço público de assistência à saúde.

O relatório apontou que durante a vistoria foi constatado que a integridade das superfícies, do teto, pisos e paredes não obedecem às normas definidas, possuindo rachaduras, infiltrações, pintura descascada com presença de mofo, bem como detectados pontos onde a fiação elétrica está exposta.

Por fim, o promotor recomendou ao Governo do Estado e a Sesacre, as seguintes providências no prazo de 60 dias: apresentar Alvará Sanitário, corrigir as deficiências no acondicionamento dos resíduos hospitalares, promover as reformas estruturais necessárias para eliminação de infiltrações e mofo nas instalações do hospital, promover a adequada vedação da cisterna, a fim de evitar risco de contaminação da água, realizar reforma nas instalações elétricas dos condicionadores de ar, apresentar a respectiva licença ambiental, atestando que o lançamento do resíduos líquidos provenientes do hospital estão de acordo com as diretrizes ambientais, instalar extintores de incêndio conforme o projeto aprovado, corrigir as deficiências do sistema de hidrante, instalar iluminação de emergência conforme projeto aprovado, apresentar certificado de aprovação do Corpo de Bombeiros, termo de habite-se e o alvará de funcionamento.

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Receita Federal apreendeu quase R$ 2 milhões em mercadorias irregulares no Acre em 2019

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A Receita Federal divulgou o balanço de mercadorias apreendidas em todo o país. Segundo a tabela, foram R$ 1,9 milhões em mercadorias apreendidas no Acre em 2019. No Brasil inteiro, foram R$ 3,26 bilhões em mercadorias irregulares.

Na Região Norte, o Acre foi o terceiro estado com menor valor em mercadoria apreendida, ficando atrás somente de Amapá e Tocantins. Por aqui, os itens mais apreendidos foram cigarros falsificados (35,67%), eletroeletrônicos (11,42%), itens de vestuário (7,02%) e brinquedos (4,71 %).

O Amazonas e o Pará foram os estados do Norte com os maiores valores de apreensões de mercadorias irregulares, o primeiro com R$ 10 milhões e o Pará mais de R$ 8 milhões.

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